Tag Archives: Preparação Exame Nacional Economia

Explicações Economia Low Cost

Explicações Economia  Low Cost

Explicações Economia Low Cost

Explicações Economia Low Cost

temos um site de apoio para os alunos: http://www.explicacoeseconomia.com.pt

Explicações Economia Odivelas

Preparação para o Exame Nacional de Economia

Vais fazer exame Nacional de Economia?

A Kids.com tem um horário low cost para preparação intensiva para o Exame Nacional – Pack intensivo.

Por apenas 9,60€ + IVA por hora individual,

Terça, Quarta e Sexta das 16:00 -17:30, exclusivo para Odivelas.

Aulas personalizadas com apoio multimédia, também temos aulas online para alunos que estejam mais longe.

Ultimas reservas, aproveite já esta oportunidade e faça a preparação para o seu exame.

Local:

Rua Vieira da Silva, lote 11, loja b, Quinta Nova, 2675-209 Odivelas

visite-nos: www.explicacoesodivelas.pt

Contactos:

telem. 91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Explicações de Economia  em Loures

Aulas personalizadas de preparação para Testes e Exame Nacional de Economia

Explicações de Economia na Pontinha

Explicações de Economia na Pontinha

Visite o nosso site de apoio: www.explicacoeseconomia.com.pt

Explicações de Economia 10º e 11º ano na Pontinha

Professores experientes e muito competentes.

Boa taxa de sucesso em anos anteriores

Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

Reserve já a sua inscrição

Preços

14,00€ + IVA por hora individual

Pack intensivo 10h +2h semana (3 horas semanais)

One + One

2 amigos = 50% de desconto para cada

(promoção não acumulável com outras existentes)

Estamos abertos todo o ano de Segunda a Sábado, inclusive durante o período de férias escolares.

Onde Estamos

Estamos agora em mais locais para estarmos mais próximos de si: Odivelas, Loures, Pontinha, Ramada,Colinas do Cruzeiro, Frielas, Santo António dos Cavaleiros, Santo António dos Cavaleiros,Póvoa Sto Adrião, Caneças e Casal de Cambra… Também temos aulas ao domicílio, Concelhos de Loures, Odivelas, Amadora e Lisboa.

Contactos

91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

visite-nos: www.explicacoesloures.pt

Preparação Exame Economia

Preparação Exame Economia

Preparação Exame Economia

Preparação Exame Economia

Visite o nosso site de apoio aos alunos: www.explicacoeseconomia.com.pt

 

Centros de Explicações Odivelas, Quinta Nova

Aulas personalizadas de preparação para Testes e Exame Nacionais

Todas as disciplinas desde o Ensino Básico ao Superior

Preparação Exames Nacionais 2017

Preparação Exames Nacionais 2017

Apoio Escolar Odivelas

Explicações e Preparação para os Exames Nacionais 2017

Centros de Estudos Kids.com nº1 em Loures e Odivelas

Todas as disciplinas

Explicações Álgebra

Explicações Análise Matemática

Explicações Alemão

Explicações Biologia

Explicações Espanhol

Explicações Economia

Explicações Francês

Explicações Filosofia

Explicações FQ

Explicações Física

Explicações Geografia

Explicações Geometria Descritiva

Explicações História

Explicações Inglês

Explicações Matemática

Explicações MACS

Explicações Português

Explicações Química

Entre outras…

Estamos em Odivelas, Rua Vieira da Silva, lote 11, loja B, Quinta Nova, 2675-209 Odivelas

Preparação para Maiores 23 anos e Apoio ao Ensino Superior

Também temos aulas ao domicílio

visite-nos: www.aulasaodomicilio.com

Professores experientes e muito competentes.

Boa taxa de sucesso em anos anteriores

Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

Reserve já a sua inscrição

Preços

Preços Explicações Odivelas

Preços Explicações Odivelas

One + One

2 amigos = 50% de desconto para cada

(promoção não acumulável com outras existentes)

Contactos

91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

visite-nos: www.explicacoesodivelas.pt

Ficha Preparação Exame Economia nº3

Ficha Preparação Exame Economia nº3

 

  1. O preço dos bens é um dos fatores económicos que influenciam o consumo. Apresente mais dois fatores económicos que também influenciem o consumo.
  2. Explique de que forma um aumento da produtividade no emprego pode contribuir para Portugal superar mais facilmente as dificuldades sentidas com os recentes alargamentos da União Europeia.
  3. Explique em que consiste o método dos valores acrescentados utilizado na resolução do problema da múltipla contagem do Produto.
  4. Justifique a necessidade de se complementar o investimento na transformação das infraestruturas produtivas com o investimento em formação e inovação tecnológica, levando em consideração o papel do sector privado e do Estado.
  5. Apresente as componentes da Despesa Interna.
  6. Estabeleça a diferença entre a taxa de crescimento do PIB em termos nominais e reais.
  7. Diga em que consiste uma União Aduaneira.
  8. Um grande nº de empresas comercializa bens diferenciados a um grande nº de consumidores. Caracterize o tipo de mercado a que se refere a afirmação anterior.
  9. Apresente dois problemas que o alargamento da União Europeia trouxe a Portugal.
  10. Diga o que entende por terciarização da economia.
  11. Explicite o conceito de empregabilidade explicando a importância da formação ao longo da vida.
  12. Os aumentos salariais muitas vezes são condicionados pela inflação. Explique de que modo a inflação pode influenciar o poder de compra dos cidadãos.

Ficha Preparação Exame Economia nº4

Ficha Preparação Exame Economia nº4

  1. O destino que o mercado dá aos resultados da atividade económica é, por vezes influenciado por fatores estranhos ao próprio mercado. Por essa razão, a repartição feita pelo mercado pode não ser justa. Assim, o Estado pode intervir no sentido de alcançar uma maior equidade.

Justifique, tendo em conta o texto, a necessidade de intervenção do Estado, nas esferas económica e social, com vista a alcançar uma maior equidade.

 

  1. Explique, quais os principais recursos que financiam as políticas da União Europeia.
  2. Explique em que consiste o Índice de Preços do Consumidor.
  3. Diferencie impostos diretos de impostos diretos
  4. O que são impostos progressivos, qual o seu papel na repartição do rendimento.
  5. Quais são os 3 pilares da União Europeia.
  6. Lê com atenção o seguinte texto:

“(…) Apesar de, em 2005, se ter registado um crescimento de 1,8% no nº de milionários, Portugal manteve-se abaixo da média europeia, que foi de 4,5% no ano passado. O estudo aponta alguns factores inibidores à criação de riqueza em Portugal, como elevado desemprego, aumento dos impostos e políticas fiscais mais apertadas, baixa confiança dos consumidores que resultou em menos investimento e fraco desempenho das exportações. (…)

De acordo com o relatório da Cap Gemini e da Merrill Lynch, a riqueza criada, que gera cada vez mais milionários, advém principalmente do facto de se ser dono de uma empresa ou da venda de um negócio (37%).

Em segundo lugar na criação de riqueza surge o rendimento, com 24% do total. Uma fatia importante (18%) representa a nova riqueza através das heranças, e menos de 10% advém da performance financeira.”

  1. Apresenta as razões que, de acordo com o texto, são consideradas “fatores inibidores à criação de riqueza em Portugal”.
  2. Relaciona a origem da “riqueza criada, que gera cada vez mais milionários”, com as razões da desigual repartição de rendimentos.
  3. Identifica a forma referida no texto que o Estado utilizou para combater as desigualdades na repartição primária de rendimentos, explicitando como atua.
Questões de escolha múltipla
  1. Os bens sucedâneos são ….
    1. Os bens que satisfazem a mesma necessidade
    2. Os bens que são utilizados em conjunto na satisfação de uma necessidade
    3. Os bens utilizados na transformação de outros bens
    4. Os bens relacionados com a prestação de serviços

2. O processo que visa corrigir as desigualdades provocadas pela repartição dos rendimentos designa-se ….

  1. Repartição primária
  2. Redistribuição do Rendimento
  3. Leque Salarial
  4. Formação bruta de capital fixo

3. O Estado Intervencionista defende ….

  1. A livre iniciativa e a livre concorrência
  2. A propriedade privada dos meios de produção
  3. Que deve intervir na vida em sociedade, mas apenas nas áreas em que o sector privado não actua
  4. Que deve ter um papel activo na redistribuição do rendimento.

4. Consideram-se barreiras alfandegárias ….

  1. Os direitos aduaneiros e os subsídios às importações
  2. Os postos fronteiriços
  3. Os direitos aduaneiros e a contingentação
  4. A contingentação e o imposto selo.

5. Em Portugal, habitualmente, para se medir a evolução dos preços ao longo do tempo utiliza-se ….

  1. O índice de preços no consumidor
  2. O índice harmonizado sintético
  3. O índice do Consumo
  4. O índice sintético dos preços

6. O Salário real ….

  1. Corresponde ao total das remunerações do trabalhador depois de se deduzirem os impostos e contribuições sociais
  2. Corresponde ao poder de compra do salário nominal
  3. Corresponde ao rendimento pessoal disponível
  4. Corresponde à quantidade de moeda que um indivíduo recebe em troca de trabalho.

7. A taxa de inflação ….

  1. É a taxa de crescimento dos juros
  2. É o preço do dinheiro
  3. É a taxa de crescimento dos preços no consumidor
  4. É a taxa de referência dos câmbios

8. Os recursos naturais constituem ….

  1. O capital natural
  2. As politicas ambientais
  3. Os fatores de produção de uma unidade artesanal
  4. Os bens imateriais

9. As sociedades de leasing ….

  1. Cobram créditos de terceiros
  2. Não concedem crédito mas criam moeda
  3. Concedem crédito mas não criam moeda
  4. Comercializam automóveis

10. Quando diminuem os custos unitários de uma unidade produtiva, devido ao aumento da sua dimensão, diz-se que há ….

  1. Economias de escala
  2. Poupança Bruta
  3. Redução de encargos
  4. Deseconomias de escala

11. A produtividade ….

  1. Mede a quantidade de horas de trabalho prestadas por cada indivíduo
  2. É a quantidade de bens que uma unidade produtiva consegue produzir num determinado período de tempo
  3. É um indicador económico que se destina a medir a eficiência na utilização dos factores de produção
  4. É a informação fornecida aos trabalhadores através de acções de formação.

12. O Estado deve ….

  1. Assegurar a obtenção de receitas públicas e privadas
  2. Promover a eficiência, a equidade e a estabilidade
  3. Garantir a maximização do lucro
  4. Promover a eliminação das desigualdades sociais

13. Os recursos naturais que não se esgotam num curto espaço de tempo e que vão sendo substituídos periodicamente designam-se ….

  1. Recursos ambientais
  2. Recursos renováveis
  3. Recursos não renováveis
  4. Recursos energéticos

14. Considera-se uma limitação da Contabilidade Nacional ….

  1. Discriminarem-se todos os bens e serviços
  2. Não se registarem as actividades de trabalho não remunerado
  3. A existência de uma economia paralela
  4. Registarem-se as externalidades negativas

15. Com a expressão «países da zona Euro», pretende-se designar todos os países que ….

  1. Pertenceram à Europa de Leste
  2. Integram a União Europeia
  3. Mantém relações económicas com a Europa
  4. Aderiram à moeda única europeia

16. O valor acrescentado de uma empresa corresponde….

  1. Á diferença ente o valor da produção e o valor dos consumos intermédios
  2. Ao lucro realizado pela empresa, depois de descontados os impostos directos.
  3. Á soma dos salários pagos aos trabalhadores com o valor dos encargos sociais
  4. Ao valor de todos os consumos intermédios realizados pela empresa.

17. O leque salarial é um indicador….

  1. Do nível dos salários reais
  2. De desigualdade nos salários
  3. De relação entre salários de diferentes países
  4. Do valor do salário médio

18. Um dos objetivos da intervenção do Estado na redistribuição do rendimento é garantir uma maior ….

  1. Produtividade
  2. Autonomia
  3. Eficiência
  4. Equidade

19. O consumismo pode definir-se como ….

  1. O aumento do preço de um bem leva à transferência do seu consumo de outros bens mais baratos
  2. Os padrões de consumo de determinados grupos sociais influenciam os níveis de consumo do resto da sociedade
  3. O aumento do preço de um bem faz diminuir a sua quantidade de consumo.
  4. O aumento do preço de um bem provoca a diminuição do consumo dos bens complementares.

20. As curvas de Lorenz permitem estudar ….

  1. O grau de concentração dos rendimentos
  2. O impacto da inflação no poder de compra de uma população
  3. O nível de endividamento dos indivíduos de uma região
  4. A evolução dos stocks de existências ao longo de um ano

21. A aquisição de bens tangíveis ….

  1. Investimento de substituição
  2. Investimento imaterial
  3. Investimento de capacidade
  4. Investimento material

22. A atividade que estabelece uma ligação entre a produção e o consumo denomina-se ….

  1. Publicidade
  2. Distribuição
  3. Comércio
  4. Transporte

23. A remuneração que os proprietários recebem por cederem terrenos para a actividade produtiva designa-se por ….

  1. Salário
  2. Lucro
  3. Juro
  4. Renda

24. Numa situação de oligopólio ….

  1. A oferta é superior à procura
  2. A procura é superior à oferta
  3. Existe um nº reduzido de vendedores
  4. Existe um único vendedor

25. O valor acrescentado de uma empresa corresponde ….

  1. Á diferença entre o valor da produção e o valor dos consumos intermédios
  2. Ao lucro realizado na empresa, depois de descontados os impostos diretos
  3. Á soma dos salários pagos aos trabalhadores com o valor dos encargos sociais
  4. Ao valor de todos os consumos intermédios realizados pela empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agentes económicos e o circuito económico

Agentes económicos e o circuito económico

 

Os agentes económicos e o circuito económico

Existem 5 agentes económicos (famílias, empresas financeiras, empresas não financeiras, Estado e Resto do Mundo).

A sua interação é representada através do circuito económico

1. O circuito económico

A atividade económica corresponde a um conjunto de operações realizadas pelos agentes económicos que têm como objetivo criar bens e serviços suscetíveis de satisfazer as necessidades.

Os fluxos representam as interações entre os diversos agentes económicos.

Definição de circuito económico: Representação esquemática (modelo) dos fluxos que se estabelecem entre os diferentes agentes económicos.

Assim a atividade económica

Produção — Distribuição — Repartição dos rendimentos(salários,rendas,juros,lucros)—utilização dos rendimentos(consumo, poupança).

Os agentes económicos são todas as entidades individuais ou coletivas que desempenham uma função na atividade económica

Cada agente económico é definido de acordo com a sua função principal.

Desta maneira classificamos os agentes económicos de acordo com a sua função principal.

Desta maneira temos: as famílias, as empresas, o Estado e o Resto do Mundo.

As empresas: são os agentes económicos que se dedicam à produção de bens e serviços. Podemos ainda distinguir entre empresas financeiras e empresas não financeiras. As empresas não financeiras são aquelas que produzem os bens e serviços não financeiros (normalmente designamos apenas de empresas). por exemplo fábricas, lojas, empresas prestadoras de serviços não financeiros,

As instituições financeiras são as que comercializam produtos financeiros, como os bancos ou as seguradoras.

Famílias: neste grupo incluem-se todos os agregados familiares de um país. As famílias  constituem um agente económico porque representam uma importante  função económica o consumo.

Estado: este agente económico inclui a administração pública que tem como principal função promover a satisfação das necessidades coletivas. O Estado intervém na economia através da redistribuição dos rendimentos e do fornecimento de serviços, como a educação ou a saúde, de modo a satisfazer as necessidades da população.

Resto do Mundo: englobam-se todas as operações efetuadas entre um país e os restantes (Resto do Mundo). Aqui registam-se as transações realizadas entre os agentes económicos nacionais e os agentes económicos estrangeiros.

Nos dias de hoje é praticamente impossível falar em economias fechadas, é praticamente impossível viver sem estabelecer relações de troca com outros países.

A maior parte das económicas (nações) vive num modelo de economia aberta.

Tipo de Agentes Económicos

Tipo de agentes económicos

Tipo de agentes económicos

Os agentes económicos

Famílias: incluem todos os agregados familiares de um país. As famílias constituem um agente económico porque representam uma função económica, o consumo.

Empresas – São os agentes económicos que se dedicam à produção de bens e serviços. Dividem em dois tipos diferentes:

Empresas não financeiras: são aquelas que produzem os bens e serviços não financeiros (por exemplo: um ginásio, um restaurante, etc.)

Empresas financeiras: são aquelas que comercializam produtos financeiros, como por exemplo os bancos ou as seguradoras.

Estado: neste agente incluímos a Administração Pública, esta tem como principal função promover a satisfação das necessidades coletivas. O Estado intervém na economia através da redistribuição dos rendimentos e do fornecimento de serviços, como a educação ou a saúde, de modo a satisfazer as necessidades da população.

Resto do Mundo: englobam-se todas as operações efetuadas entre um país e o Resto do Mundo. Registam-se as transações realizadas entre os agentes nacionais e os agentes estrangeiros. Atualmente, quase não se pode falar em economias fechadas, pelo que é praticamente impossível viver sem estabelecer relações de troca com outras nações. As maioria das nações estabelece relações económicas com outros países, estabelecendo assim um modelo de economia aberta.

Funções principais dos agentes económicos

Famílias: Função principal é consumir bens e serviços.

Empresas não financeiras: Produzir bens e serviços não financeiros

Empresas financeiras: Produzem serviços financeiros

Estado: O Agente económico que gere a aplicação das leis e arbitra o circuito económico.

Exterior ou Resto do Mundo: Relações com o resto do Mundo. Realização de transações com agentes estrangeiros

Agentes económicos e principal função:

Famílias – Consumo de bens e serviços

Empresas não financeiras – produção de bens e prestação de serviços não financeiros

Instituições financeiras – prestação de serviços financeiros

Estado – fornecimento de bens e serviços que visam a satisfação das necessidades coletivas e redistribuição do rendimento.

Resto do mundo: realização de transações com agentes económicos.

Definições a ter em conta:

Circuito económico: é a representação esquemática dos fluxos que se estabelecem entre os diferentes agentes económicos.

Economia aberta: economia que estabelece relações de troca com o resto do mundo

Economia fechada: economia que procura ser autossuficiente, não efetuando transações comerciais com o exterior.

Fluxos entre agentes económicos

Os agentes económicos interagem entre si no desempenho das suas funções.

Fluxos entre agentes económicos

Fluxos entre agentes económicos

As famílias consomem os bens que as empresas não financeiras produzem e adquirem os serviços financeiros prestados pelas instituições financeiras.

Para produzirem  bens e serviços, as empresas necessitam de mão de obra. Assim, além de consumirem, as famílias também entregam a sua força de trabalho às empresas, pelo que são retribuídas com uma remuneração.

Os indivíduos que trabalham para a Administração Pública recebem do Estado os seus vencimentos.

No sentido contrário, as famílias entregam ao Estado os impostos que este cobra, bem como as respetivas quotizações sociais. O Estado aplica as verbas que recebe dos cidadãos tanto em políticas de redistribuição, através da atribuição de subsídios, como na produção de bens e prestação de serviços, procurando satisfazer o máximo de necessidades coletivas (saúde, educação, segurança pública, etc.)

As empresas também estabelecem relações com a Administração Pública. O Estado consome bens e contrata serviços às empresas mediante o correspondente pagamento, mas, por outro lado, cobra-lhes impostos e contribuições sociais.

As empresas, quando compram ou vendem ao exterior, estabelecem laços comerciais com outro agente – O Resto do Mundo.

As relações que se estabelecem entre os diferentes agentes económicos chamam-se fluxos, este podem ser reais ou monetários, conforme dizem respeito à troca de bens e serviços ou ao valor monetário dos bens e serviços transacionados.

Falamos em fluxos reais, quando nos referimos ao conjunto de bens e serviços trocados entre os diferentes agentes económicos, e em fluxos monetários, quando as transações de bens e serviços são expressas em moeda.

Por exemplo: na compra de um carro por uma família ao agente económico empresas não financeiras (stand de automóveis), o carro em si, representa um fluxo real. O dinheiro envolvido na transação representa o fluxo monetário.

Fluxo monetário: quantidade de moeda transacionada entre dois ou mais agentes.

Fluxo real: conjunto de bens e serviços transacionados entre dois ou mais agentes.

 

Complementaridade entre as atividades:

Depois de realizada a produção, procede-se à repartição dos seus resultados pelos diferentes intervenientes no processo produtivo;
Com os rendimento obtidos, as famílias irão utilizar os seus rendimentos em consumo ou poupança;
Raramente as famílias adquirem os bens e serviços de que necessitam directamente ao produtor, funcionando neste caso os distribuidores que asseguram a disponibilização dos bens nos locais de consumo.

As relações que se estabelecem entre os diferentes agentes, denominam-se fluxos, podem ser reais ou monetários, conforme dizem respeito à troca de bens e serviços ou ao valor monetário dos bens e serviços transaccionados.

Desta forma falamos de fluxos reais quando nos referimos ao conjunto dos bens e serviços trocados entre os diferentes tipos de agentes económicos e fluxos monetários quando as transações de bens e serviços são expressas em moeda.

Existe outra forma de análise que se prende com os recursos (recebimentos) e os empregos (pagamentos) de cada agente económico.

Assim para um agente económico

Empregos: registam-se os pagamentos, os fluxos que correspondem às saídas.

Recursos: aqui registam-se os recebimentos , os fluxos que correspondem às entradas.

Por exemplo o agente económico famílias:

Empregos (Pagamentos, saídas)

às empresas não financeiras:
Despesas de consumo
Investimento (cedência de capital)
às instituições financeiros
depósitos
amortização de empréstimos
juros de empréstimos
prémios de seguro
Ao Estado
impostos
contribuições para a segurança social

Recursos (recebimentos, entradas)

Das empresas não financeiras

salários (funcionários)
Rendas (proprietários de imóveis)
Lucros (empresários)

Das instituições financeiras

juros dos depósitos
ordenados (dos funcionários)
empréstimos concedidos
indemnizações (em caso de sinistro)

Do Estado

Vencimentos (funcionários públicos)
transferências sociais (pensões, subsídios)

Agente económico Empresas não financeiras

Empregos (pagamentos, saídas)

às familias

salários
rendas (cedência de imóveis)
lucros (retorno do investimentos)

As instituições financeiras

depósitos
juros de empréstimos
amortização de empréstimos
prémios de seguro
lucros (retorno do investimento)

Ao Estado

Impostos
Contribuições para a Segurança Social

Ao Resto do Mundo

Valor das importações (nacionais)

Recursos (recebimentos, entradas)

Das famílias

Despesas de Consumo
Investimento

Das instituições financeiras

investimento
juros de depósitos
empréstimos concedidos
indemnizações

Do Estado

Despesas de consumo
subsídios à produção

Do Resto do Mundo

Valor das exportações (nacionais)

Equilibrio económico

A existência do equilíbrio económico implica por um lado que os recursos de cada agente sejam simultaneamente empregos de outros agentes e que o total dos empregos dos agentes seja igual ao total dos seus recursos.

Recursos: são os fluxos que correspondem a entradas

Empregos: são os fluxos que correspondem a saídas.

Em resumo

Equilibrio económico

Total dos empregos = Total dos recursos, isto é o total das entradas é igual ao total das saídas.
Cada recurso de um agente é emprego de outro

Agregados macroeconómicos

também a nível macroeconómico se vai observar o equilíbrio económico sendo que o Produto Nacional iguala a Despesa Nacional e o Rendimento Nacional.

PN = DN = RN

Tem relação com as diferente óticas de calculo da riqueza:

Ótica do produto = PN

Ótica da despesa = DN

Ótica do rendimento = RN

(ver capítulo 9 – Contabilidade Nacional)

Em resumo :

Produto Nacional é o somatório de todos os bens e serviços produzidos por uma nação durante um determinado período de tempo (geralmente 1 ano).

Pela ótica do produto é o somatório dos valores acrescentados brutos.

A atividade produtiva de 1 país permite gerar rendimentos como os salários, os lucros, as rendas ou os juros. Os rendimentos

Exercícios Exame Agente Económicos e o circuito económico
  1. Os vencimentos que o Estado paga aos funcionários públicos…
    1. constituem uma receita do agente administração pública
    2. constituem um recurso do agente administração pública
    3. constituem um emprego do agente administração pública
    4. constituem um emprego do agente famílias
  2. Os movimentos existentes entre os diversos agentes económicos que correspondem à troca de bens e serviços, nas respectivas unidades de conta, denominam-se
    1. consumos intermédios
    2. circuitos fechados
    3. fluxos reais
    4. fluxos monetários
  3. As instituições financeiras (empresas financeiras) contabilizam como recurso…
    1. os juros de depósitos entregues aos seus clientes
    2. os prémios de seguro entregues pelos seus clientes
    3. os impostos que pagam ao Estado
    4. as indemnizações pagas aos seus clientes
  4. Constituem empregos do agente famílias…
    1. as despesas de consumo
    2. os vencimentos
    3. os juros de depósitos
    4. as transferências sociais
  5. Os movimentos existentes entre os diversos agentes económicos que correspondem à troca de bens e serviços, nas respectivas unidades de conta, denominam-se…
    1. consumos intermédios
    2. circuitos fechados
    3. fluxos reais
    4. fluxos monetários
  6. Os prémios de seguros pagos pelas famílias constituem um…
    1. fluxo real
    2. stock de capital
    3. recurso das famílias
    4. recurso das instituições financeiras
  7. É exemplo de um fluxo…
    1. o rendimento recebido num dado ano pelas famílias
    2. o stock de matérias primas detido pelas empresas
    3. a taxa de juro dos depósitos efetuados pelas famílias
    4. o material de transporte usado pelas empresas
  8. São recursos do agente económico famílias
    1. os empréstimos obtidos de instituições financeiras
    2. as aplicações de poupanças em depósitos bancários
    3. as despesas efectuadas na compra de bens
    4. os juros pagos pelos créditos concedidos
  9. Os depósitos bancários efetuados pelas famílias constituem um…
    1. emprego das instituições financeiras
    2. emprego das famílias
    3. recurso das famílias
    4. recurso das empresas não financeiras
  10. constituem recursos das famílias e empregos do Estado, respectivamente…
    1. as contribuições sociais e os vencimentos dos funcionários públicos
    2. os impostos directos e as contribuições sociais
    3. os vencimentos dos funcionários públicos e os subsídios de desemprego
    4. as indemnizações de seguros e os impostos directos.
  11. Os juros dos depósitos…
    1. constituem um recurso do agente familias
    2. constituem um recurso do agente instituições financeiras
    3. constituem um emprego do agente sociedade não financeiras
    4. constituem um emprego do agente famílias
  12. Os juros dos empréstimos…
    1. constituem um recurso do agente famílias
    2. constituem um recurso do agente instituições financeiras
    3. constituem um emprego do agente sociedades não financeiras
    4. constituem um emprego do agente famílias
  13. Consideram-se um fluxo real
    1. os subsídios atribuídos pelo Estado às empresas
    2. os lucros distribuídos pelas empresas
    3. o trabalho que as famílias prestam às empresas
    4. os juros dos empréstimos entregues pelas famílias às instituições financeiras
  14. O circuito económico
    1. representa as várias etapas de um processo produtivo
    2. é uma representação esquemática de todos os fluxos estabelecidos entre os diferentes agentes
    3. apresenta os fluxos reais que se estabelecem entre os diferentes agentes de uma economia.
    4. permite distinguir os diversos tipos de agentes económicos que compõem  o Resto do Mundo.
  15. O equilíbrio entre recursos e empregos
    1. traduz o facto de os empregos de um agente corresponderem aos recursos do agente destino
    2. deriva de as unidades de consumo adquirirem os bens e serviços das unidades de produção
    3. decorre da circunstância dos rendimentos auferidos pelas famílias serem integralmente gastos em despesas de consumo.
    4. resulta das unidades de produção distribuírem na totalidade os rendimentos que geram.
  16. Constituem recursos das empresas não financeiras…
    1. os salários pagos às famílias
    2. os impostos pagos ao Estado
    3. os depósitos feitos nas Instituições Financeiras
    4. as vendas ao Estado
  17. Constitui exemplo de um fluxo real das Administrações Públicas para as famílias…
    1. o trabalho fornecido pelas famílias às administrações públicas
    2. os subsídios entregues pela Segurança Social às Famílias
    3. os serviços de saúde prestados pelos hospitais públicos às famílias
    4. os impostos directos pagos pelas famílias ao Estado.

 

Os destinos da poupança – a importância do investimento

Os destinos da poupança – a importância do investimento

Poupança – Colocação financeira

Aplicação da poupança em produtos financeiros. Bilhetes de tesouro, dep. a prazo, certificados de aforro, planos de poupança ou fundos de investimento.

Existem várias componentes associadas à colocação financeira

Investimento:

Formação bruta de capital fixo (FBCF): implica o investimento em imobilizado ou qualquer outro tipo de bens duradouros. A sua aquisição implica a realização de amortizações, que englobam o desgaste do capital fixo. Por ex: a aquisição de um automóvel implica que este tenha uma depreciação do seu valor que tem que ser considerada através das amortizações.

Variação de existências: que representa as variações de stocks entre dois períodos diferentes. Normalmente, considera-se o período de um ano, o stock existente em 1 Janeiro e comparado com o existente em 31 de Dezembro.

Investimento

Investimento material: quando a aquisição de bens tangíveis, pressupõem existência física, bens corpóreos; ex: compra de um carro.

Investimento imaterial: quando se refere à aquisição de bens intangíveis, bens não corpóreos, como a prestação de serviços, design, marcas, patentes, ou software, publicidade e valor da marca.

Investimento financeiro: investimento que é resultado de aplicação em ativos financeiros: ações ou obrigações.

Investimento quanto á função:

Investimento de substituição: para assegurar a capacidade produtiva devemos repor o capital à medida que vai sendo utilizado. Por exemplo quando tenho um computador que se torna obsoleto e vou comprar um nova para o substituir é um investimento de substituição.

Investimento de capacidade: para a realização de uma atividade que exige mais recursos é muitas vezes aumentar a capacidade produtiva. Uma empresa que tem um servidor X, este servidor tem capacidade para 30 clientes, com o crescimento da empresa temos que comprar um novo servidor para poder alojar mais clientes.

Investimento de inovação: aumento da eficiência e racionalização, por ex: um software que consiga ser mais rápido e prático.

Investimento quanto ao agente

Investimento Público ou Investimento Privado

Investimento Público: Investimento em hospitais, escolas, estradas,acessibilidades, etc.

Investimento Privado: empresas, criação de postos de trabalho, investigação e desenvolvimento, etc.

A inovação tecnológica e investigação e desenvolvimento (I&D)

O investimento em inovação implica a valorização da marca e do produto. Vai implicar o fator diferenciação. Na sociedade de consumo a invenção e inovação resulta não só na criação de novos produtos mas também na melhoria dos produtos já existentes.

Não são só as empresas que investem em inovação também o Estado é responsável por uma grande quota parte do investimento em particular na questão da saúde,

Na atualidade, a investigação assume um papel de extrema importância na competitividade pois o desenvolvimento de novos produtos e processos produtivos ocorre com uma frequência cada vez mais curta. A aposta no I&D é crucial na questão da produtividade e da competitividade.

Financiamento externo direto -mercado de títulos

Financiamento externo direto -mercado de títulos

A atividade económica pode ser financiada por meio de fundos próprios (autofinanciamento) ou por intermédio de do recurso ao crédito das instituições financeiras.

Entretanto, no caso das grandes empresas, existe ainda outra forma de financiamento: o acesso ao mercado financeiro (ou de capitais), e, mais concretamente, a um segmento denominado mercado de títulos.

Mercado de títulos: é o mercado onde são transaccionados valores mobiliários, como as ações ou as obrigações. Estes valores são títulos de crédito de médio e longo prazos que representa, direitos de propriedade ou de crédito para os seus detentores.

Ações: são títulos que representam o capital social das sociedades anónimas. A sua posse confere ao titular a qualidade de acionista, ou seja, quem detêm as ações passa a ser co-proprietário da empresa.

Obrigações: são títulos representativos de partes da dívida de uma empresa, pois correspondem a um empréstimo dos aforradores. Assim, o possuidor das obrigações, designado obrigacionista, é reembolsado pela cedência do seu capital num prazo fixado por meio de um contrato, recebendo em troca um rendimento periódico em função do nº de obrigações subscritas. Em caso de falência, como os obrigacionistas são credores da empresa, têm direito a receber primeiro o valor dos créditos que titulam.

http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/obrigacoes/detalhe/quer_investir_nas_obrigacoes_do_benfica_conheca_os_pormenores

As obrigações são títulos de rendimento fixo, têm elevada segurança, o seu risco é geralmente baixo dependendo do grau de solvabilidade da empresa, isto é, da percentagem de capitais próprios no total de capitais alheios. Quanto menor for essa percentagem, maior é a fragilidade económico financeira em termos de futuro, dessa empresa.

No mercado de títulos, as empresas obtêm o capital de que necessitam através da emissão de valores mobiliários. Esse mercado é composto pelo mercado primário e pelo mercado secundário.

Mercado primário e mercado secundário

Ótica do cálculo da produção

Ótica do cálculo da produção

ÓTICA DA PRODUÇÃO

Ótica do cálculo da produção

Ótica do cálculo da produção

A ótica do produto dá a conhecer o conjunto de bens e serviços que foram produzidos durante um certo período de tempo (geralmente, um ano).

Valor da produção: corresponde ao valor das vendas dos bens e serviços produzidos durante um determinado período de tempo.

Valor da produção= Valor das vendas

Valor do Produto: valor da riqueza criada por todas as unidas institucionais num determinado período de tempo.

Valor do Produto= Valor das vendas-Valor dos consumos intermédios

Método dos produtos finais: determina-se o valor do Produto através dos valores das vens de bens e serviços de consumo final, ou seja, não são considerados neste método os bens de consumo intermédio.

Primeiro, é necessário identificar os produtos finais, bens de consumo final;

Depois, há que proceder à somo de todos os valores referentes ao consumo final:

 

Método dos produtos finais: determina-se o valor do Produto através dos valores das vens de bens e serviços de consumo final, ou seja, não são considerados neste método os bens de consumo intermédio.

Primeiro, é necessário identificar os produtos finais, bens de consumo final;

Depois, há que proceder à somo de todos os valores referentes ao consumo final

Na ótica do produto

Os produtos são contabilizados segundo o ramo de atividade que lhe dá origem, sendo o produto igual à soma da produção de todos os ramos.

Cálculo do valor da produção pela ótica do produto:

· Método dos valores acrescentados: determinação do valor acrescentado bruto por cada unidade produtiva, calculando a partir da diferença entre o valor das vendas e o valor das compras que tiveram de ser efetuados para realizar a produção

ÓTICA DO RENDIMENTO

ÓTICA DA DESPESA

TODAS REPRESENTAM O MESMO VALOR.