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O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

A produtividade indica a eficácia com a qual estamos a utilizar os diversos fatores de produção.

A produtividade mostra-nos a relação entre uma certa quantidade de produto e a quantidade de um ou mais fatores afetados à sua produção. A produtividade permite, conhecer o valor da produção por unidade de recurso utilizada.

Desta forma a produtividade mede-se pela quantidade produzida ou o seu valor em função da quantidade ou valor dos fatores utlizados.

Podemos falar em produtividade do trabalho, de uma máquina ou de uma superfície de terra.

A produtividade é um indicar muito importante para podermos analisar a saúde de uma economia.

Cálculo da produtividade

Produtividade média do trabalho = Quantidade de produto obtido / quantidade do fator trabalho utilizado (horas de trabalho ou nº de trabalhadores)

ou  (valor do produto obtido / valor do trabalho empregue)

Produtividade média do capital = quantidade de produto obtido / quantidade de capital técnico utilizado

ou

valor do produto obtido / valor do capital técnico utilizado

Quando estabelecemos a relação entre o valor total da produção e o valor total dos recursos para a obter, temos a produtividade total.

Quando se calcula a produtividade, sempre que se passa a usar mais uma unidade do fator trabalho ou do fator capital, obtemos a produtividade marginal.

 

Processo de Integração Europeu

Processo de Integração Europeu

Na atualidade com o Brexit, saída do Reino Unido da UE, vivem-se muitas incertezas em relação ao processo de integração Europeu. Vamos ver o enquadramento histórico do processo de integração Europeu.

Assegurar a paz

  • A ideia de uma Europa unida começou por ser apenas um sonho de filósofos e visionários antes de se tornar um verdadeiro projeto político. Victor Hugo, por exemplo, imaginou uns “Estados Unidos da Europa” pacíficos e inspirados num ideal humanitário. O sonho foi desfeito pelos trágicos conflitos que assolaram o continente na primeira metade do século XX.
  • No entanto, foi das cinzas da Segunda Guerra Mundial que nasceu uma nova esperança. Os que haviam resistido ao totalitarismo durante a guerra estavam determinados a pôr fim aos antagonismos nacionais e a criar condições para uma paz duradoura. Entre 1945 e 1950, um punhado de estadistas corajosos, como Robert Schuman, Konrad Adenauer, Alcide de Gasperi e Winston Churchill, empenhou se em persuadir os seus povos a iniciarem uma nova era. Novas estruturas, baseadas em interesses comuns e assentes em tratados que garantissem o primado da lei e a igualdade das nações, iriam ser criadas na Europa Ocidental.
  • Robert Schuman (Ministro dos Negócios Estrangeiros francês) retomou uma ideia originalmente lançada por Jean Monnet e, em 9 de Maio de 1950, propôs a fundação de uma Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA). Colocar sob uma autoridade comum – a Alta Autoridade – a produção de carvão e de aço de países outrora inimigos era um ato pragmático mas simultaneamente de elevado valor simbólico. Com ele, as matérias primas da guerra transformavam se em instrumentos de reconciliação e de paz.

1947 – Pós Guerra

A Europa encontrava-se em ruínas após o fim da Segunda Guerra Mundial, a Europa necessitava de se revitalizar e renascer das cinzas. Nessa altura, os EUA ofereceram uma ajuda financeira através de um pacote intitulado Plano Marshall. Os Estados europeus fundaram, em 1947, a OECE – Organização Europeia de Cooperação Económica, para coordenar e administrar os capitais destinados a apoiar a reconstrução europeia. Esta organização passou a chamar-se OCDE.

1951 – Tratado de Paris

Em 1951, foi criado um mercado comum do carvão e do aço, através do Tratado de Paris, com objetivo de gerir conjuntamente dois bens essenciais às economias da época. Tratava-se da constituição da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), formada pelos 6 países: Bélgica, França, República Federal da Alemanha, Itália, Luxemburgo e Países Baixos.

1957 – Tratado de Roma

O tratado de Roma surgiu no seguimento do Tratado de Paris com os mesmos países membros e que originou a Comunidade Económica e Europeia (CEE), também na sequência deste tratado nasceu a Euratom – Comunidade Europeia da Energia Atómica.

A Euratom tinha como objetivo principal a utilização pacífica da energia atómica, numa época bastante conturbada no que se referia à utilização deste tipo de energia. Vivia-se a Guerra fria, num mundo bipolar disputado por duas esferas de influência dos EUA e da URSS, vivia-se na iminência de uma nova guerra mundial, existiu uma tremenda corrida ao armamento.

A CEE tinha como objetivo criar um mercado comum mais alargado, com livre circulação e adoção de uma pauta aduaneira comum relativamente a países terceiros, bem como a aplicação de políticas económicas e sociais comuns conducentes a uma integração económica total.

Década de 60

Na década de 60, os direitos aduaneiros foram abolidos entre os seis países fundadores da CEE, tendo a união aduaneira sido concluído em 1968. Na mesma década, os seis países também estipularam políticas comuns para as áreas do comércio e da agricultura.

Década de 70

Em 1973, mais três países decidiram aderir à CEE: a Dinamarca, o Reino Unido e a Irlanda. Este alargamento trouxe a definição de mais políticas comuns: passaram a ser privilegiados aspetos sociais e, dois anos mais tarde, era criado o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Década de 80

Em 1981, foi a vez de a Grécia se juntar aos noves países da CEE, logo seguida por Portugal e Espanha, em 1986.

Adesão de Portugal à CEE

Década de 90

Em Dezembro de 1997, foram iniciadas as negociações para um alargamento sem precedentes que incluía a Bulgária, a Polónia, a Roménia, a Hungria, a República Checa e a Eslováquia, antigos países do bloco soviético, a Estónia, a Letónia e a Lituânia, Estados Bálticos que estiveram integrados na URSS, os países mediterrânicos Chipre e Malta e a Eslovénia e Croácia, duas das repúblicas da antiga Jugoslávia.

Século XXI

Esta adesão concretizou-se em 3 fases: na primeira fase, ocorrida em 1 de Maio de 2004, aderiram à UE dez dos treze países; na segunda fase, a 1 de Janeiro de 2007 entraram a Bulgária e a Roménia. A 1 de Julho de 2013 aderiu à UE a Croácia.

Processo de Integração Europeu

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Preparação Exame Economia 2017

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Exercícios de Exame – Poupança e Investimento

Exercícios de Exame – Poupança e investimento

  1. A aplicação da poupança em produtos financeiros disponibilizados por intermédio de instituições financeiras denomina-se…
    • financiamento;
    • investimento;
    • entesouramento;
    • colocação financeira;
  2. A aquisição de bens tangíveis designa-se…
    • investimento de substituição;
    • investimento imaterial;
    • investimento de capacidade;
    • investimento material;
  3. Classifica-se como investimento material a…
    • compra de um televisor por uma família;
    • compra de um autocarro por uma empresa de transportes;
    • despesa efectuada em publicidade pelas empresas;
    • despesa efectuada na compra de acções por uma família;
  4. As famílias podem aplicar a sua poupança em…
    • despesas de consumo e pagamento de salários;
    • depósitos bancários e compra de acções;
    • consumos intermediários e depósitos bancários;
    • investimentos produtivos e despesas de consumo.
  5. Um dos motivos que pode levar uma família a realizar poupanças é …
    • o seu rendimento ser insuficiente para o montante habitual dos encargos suportados com o consumo;
    • ter contraído recentemente um empréstimo à habitação;
    • o rendimento auferido ultrapassar o montante habitual dos encargos suportados com o consumo;
    • ter obtido um cartão de crédito;
  6. A aquisição de bens intangíveis designa-se…
    • investimento de substituição;
    • investimento imaterial;
    • investimento de capacidade;
    • investimento material;
  7. A canalização da poupança para a manutenção ou aumento da capacidade produtiva das unidades de produção denomina-se…
    • financiamento;
    • investimento substituição;
    • investimento capacidade;
    • colocação financeira;

 

Poupança – definição

Poupança – definição

Poupança - definição

Poupança – definição

Toda a parte do rendimento disponível que não é gasta em consumo é a poupança.

A poupança é importante porquê?

  • Cria reservas de capital;
  • Permite o acesso ao investimento

Toda a poupança é que gera o investimento.

A parte do rendimento disponível que é consagrada à poupança pode ser utilizada de várias formas:

Colocação financeira

Entesouramento

Investimento

 

 

Fatores a considerar na produção de um bem

Fatores a considerar na produção de um bem

O que produzir? (O quê?)

Para quem produzir (Para quem?, procura);

Quanto produzir? (Quantidades produzidas)

Como produzir? (modo de produção, tecnologia, gestão de recursos, etc.)

Fatores que influenciam a oferta de um bem

Objetivo das empresas;

Preço que se pretende vender;

Preços dos outros bens, relacionados ou não

Custo dos fatores de produção

Nível de desenvolvimento tecnológico

Estrutura de mercado

Função de produção de uma empresa

Existe uma relação entre a quantidade necessária de fatores de produção e a quantidade de produto que podemos obter;

Quantidade máxima de produto que podemos produzir com uma dada quantidade de fatores de produção, é definida para um desenvolvimento técnico e um conhecimento tecnológico determinado.

Pressupõe:

Escolha do bem a produzir

Tecnologia a utilizar

Objetivos empresariais

Função produção F(v1,v2)

V1 – fatores variáveis

V2 – fatores fixos

Na função produção temos a fronteira das possibilidades de produção. Representa a quantidade máxima que podemos produzir utilizando ao máximo os fatores fixos.

Existe a relação com o conceito do custo de oportunidade porque para produzir mais do bem a, vou ter que abdicar do bem b.

Relação entre quantidade de produto e quantidade de recursos (capital, terra e trabalho)

Produto total: é a quantidade total do produto que podemos obter a partir da adição sucessiva de um ou vários fatores de produção

Varia com o aumento de um ou mais fatores de produção

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Produto marginal é o produto que deriva de cada acréscimo de uma unidade do fator de produção.

Produto médio: relação entre produto total e unidades do fator de produção.

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Decisões do consumidor

Decisão do consumidor

Partimos do conceito da utilidade que atribui a cada bem e que pressupóe que o consumidor vai efetuar escolhas racionais. Vai escolher a combinação de bens que lhe proporcione a maior satisfação, tendo em conta as restrições de rendimento e disponibilidade de bens.

O consumidor para atingir o máximo de satisfação deve fazer opções de consumo até atingir a utilidade marginal da unidade monetária de cada bem seja igual em todos os bens.

 

Curva consumo rendimento

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Curva que vai unir os ponto otimos para os diferentes níveis de rendimento.

Lugar geométrico dos pontos de consumo ótimo de dois bens, para certos níveis de preços e vários valores de rendimento.

Curvas de indiferença

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As curvas de indiferença representam o conjunto de pontos indiferentes ou com a mesma utilidade, em termos de decisões de consumo por parte do consumidor.

Curva é negativa porque à medida que se vão retirando unidades de um bem, é necessário introduzir utilidades de outro bem.

As curvas nunca se intersetam e quanto mais afastadas para o lado direito maior a sua utilidade.

Mapa de indiferença

Traça todas as curvas por pontos no espaço, por cada ponto no espaço representa uma combinação de quantidades de dois bens passa uma e só uma curva de indiferença.

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Cada uma das curvas acima representa níveis de utilidade superiores.

Taxa marginal de substituição (TMS)

Representa a relação ou rácio ao qual o consumidor está disposto a trocar um bem pelo outro.

Representa a utilidade relativa entre 2 bens.

Em cada ponto da curva de indiferença a TMS é dada pela tangente à curva nesse ponto.

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Determinantes da procura

Determinantes da procura

Gostos ou preferências; por ex: Moda, a publicidade

Rendimento: As opções vão alargar-se….

Informação: A informação proporciona uma melhor escolha

Expetativas: Teoria das expetativas, Se uma pessoa souber que no final do mês vai ter um aumento, ainda antes desse aumento já vai começar a gastar mais dinheiro.

Preços de outros bens: Efeito rendimento e o efeito substituição

Se o preço de um determinado bem complementar aumentar ou outro vai diminuir porque estão diretamente relacionados.

Efeito substituição: O preço de Macdonalds é muito mais caro que o KFC, então, vou substituir a minha opção do Mac para KFC.

Sazonalidade: Por ex: a procura de gelados é maior no verão. A procura de guarda chuvas é maior no inverno.

Oferta – Disponibilidade por parte do produtor para oferecer bens e serviços.

Oferta individual: Oferta de cada um dos produtores.

Oferta Global, agregada ou de mercado: Toda a disponibilidade que os produtores de uma determinada economia estão dispostos a produzir perante um determinado nível de preços.

 

Papel do Estado

Papel do Estado

Funções Políticas:

O Estado no decorrer da sua atividade garante:

Gestão da adminstração pública;

A defesa nacional;

Representação diplomática;

Manutenção da ordem pública (Segurança e Ordem pública);

Administração da justiça;

Criação de mecanismos para dinamizar, regular e planificar a atividade económica.