Tag Archives: kids

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia SAC

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia SAC

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Santo António dos Cavaleiros

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Santo António dos Cavaleiros

Explicações de Economia  em SAC

Aulas personalizadas de preparação para Testes e Exame Nacional de Economia

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia SAC

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia SAC

Visite o nosso site de apoio: www.explicacoeseconomia.com.pt

Explicações de Economia 10º e 11º ano em SAC

Professores experientes e muito competentes.

Boa taxa de sucesso em anos anteriores

Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

Reserve já a sua inscrição

Preços

14,00€ + IVA por hora individual

Pack intensivo 10h +2h semana (3 horas semanais)

One + One

2 amigos = 50% de desconto para cada

(promoção não acumulável com outras existentes)

Estamos abertos todo o ano de Segunda a Sábado, inclusive durante o período de férias escolares.

Onde Estamos

Estamos agora em mais locais para estarmos mais próximos de si: Odivelas, Loures, Pontinha, Ramada, Colinas do Cruzeiro, Frielas, Santo António dos Cavaleiros, Santo António dos Cavaleiros, Póvoa Sto Adrião, Caneças e Casal de Cambra… Também temos aulas ao domicílio, Concelhos de Loures, Odivelas, Amadora e Lisboa.

Contactos

91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

visite-nos: www.explicacoesloures.pt

Aulas de economia em sua casa

Aulas de economia em sua casa

Aulas de economia em sua casa

Aulas de economia em sua casa

Explicações em sua Casa: Odivelas, Loures, Benfica, Telheiras, Lumiar, Parque das Nações, Lisboa

Preparação Exames Nacionais 2016 2ª Fase

A kids.com apresenta uma série de soluções para a sua preparação para os Exames Nacionais:

Explicações Domicílio

Soluções à sua medida

Aulas individuais

Aulas em grupo – One plus One

Happy Hour – horários económicos

Pacotes intensivos de aulas

Equipa de professores

Experientes

Com bons resultados comprovados

Locais de Formação:

Domicílio (grande Lisboa e arredores), Benfica, Telheiras, Lumiar,Parque das Nações, Loures, Odivelas, Pontinha, Amadora, Carnide, Alfornelos,etc.

Odivelas

Pontinha

Loures

Santo António dos Cavaleiros

Póvoa Sto Adrião

Caneças

Casal de Cambra

Disciplinas

Todas as disciplinas

Secundário

3º Ciclo

Preparação Maiores 23 Anos

A kids.com tem uma equipa de professores experientes que apoiam os alunos no processo de exame para acesso aos Maiores 23 anos

Onde Estamos

http://kids.com.pt/quem-somos/contatos/locais-de-formacao/

http://kids.com.pt/quem-somos/contatos/como-chegar-ate-nos/

Funcionamos durante todo o ano inclusive durante o período de férias escolares.

Contacte-nos:

Telm. 91 818 70 95, tel. 21 931 23 97 email: info@kids.com.pt

visite-nos: www.aulasaodomicilio.com

 

Aulas de Economia na Pontinha

Aulas de Economia  na Pontinha

Aulas personalizadas de preparação para Testes e Exame Nacional de Economia

Aulas de Economia na Pontinha

Aulas de Economia na Pontinha

Explicações de Economia 11º ano na Pontinha

Explicações de Economia na Pontinha

Visite o nosso site de apoio: www.explicacoeseconomia.com.pt

Explicações de Economia 10º e 11º ano na Pontinha

Professores experientes e muito competentes.

Boa taxa de sucesso em anos anteriores

Aulas intensivas de preparação para os Exames:

Pack 10h +2h oferta e pack 20h +4h oferta

Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

Reserve já a sua inscrição

Preços

14,00€ + IVA por hora individual

Pack intensivo 10h +2h semana (3 horas semanais)

One + One

2 amigos = 50% de desconto para cada

(promoção não acumulável com outras existentes)

Reserve já a sua inscrição:

Contactos

91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

visite-nos:http://explicacoespontinha.com.pt/

Preparação Exame Economia 2017

Preparação Exame Economia 2017

Preparação Exame Economia 2017

Preparação Exame Economia 2017

Visite o nosso site de apoio aos alunos: www.explicacoeseconomia.com.pt

 

Centros de Explicações Odivelas, Quinta Nova

Aulas personalizadas de preparação para Testes e Exame Nacionais

Todas as disciplinas desde o Ensino Básico ao Superior

Preparação Exames Nacionais 2017

Preparação Exames Nacionais 2017

Apoio Escolar Odivelas

Explicações e Preparação para os Exames Nacionais 2017

Centros de Estudos Kids.com nº1 em Loures e Odivelas

Todas as disciplinas

Explicações Álgebra

Explicações Análise Matemática

Explicações Alemão

Explicações Biologia

Explicações Espanhol

Explicações Economia

Explicações Francês

Explicações Filosofia

Explicações FQ

Explicações Física

Explicações Geografia

Explicações Geometria Descritiva

Explicações História

Explicações Inglês

Explicações Matemática

Explicações MACS

Explicações Português

Explicações Química

Entre outras…

Estamos em Odivelas, Rua Vieira da Silva, lote 11, loja B, Quinta Nova, 2675-209 Odivelas

Preparação para Maiores 23 anos e Apoio ao Ensino Superior

Também temos aulas ao domicílio

visite-nos: www.aulasaodomicilio.com

Professores experientes e muito competentes.

Boa taxa de sucesso em anos anteriores

Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

Reserve já a sua inscrição

Preços

Preços Explicações Odivelas

Preços Explicações Odivelas

One + One

2 amigos = 50% de desconto para cada

(promoção não acumulável com outras existentes)

Contactos

91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

visite-nos: www.explicacoesodivelas.pt

Criação de moeda escritural

Criação de moeda escritural

Os bancos desempenham uma função muito importante na atividade económica: a criação de moeda escritural.

Estas instituições, quando permitem que parte das poupanças por si captadas voltem a entrar no mercado pela via do crédito, estão a criar moeda. Este efeito é denominado efeito multiplicador do crédito.

Os bancos são obrigados a constituir uma reserva. Desta forma guardam uma percentagem dos valores captados nos depósitos, pelo que não podem aplicar todas as poupanças em crédito. Mas a parte que se destina a crédito faz com que o capital que estaria guardado possa ser utilizado para financiar outro agente, que, por sua vez, o pode aplicar de novo, fazendo aumentar a moeda escritural sem que, na prática, tenha havido um aumento de notas e moedas em circulação.

A captação de depósitos, a concessão de crédito e a criação de moeda escritural são as principais funções dos bancos. Mas os bancos também se dedicam à guarda e administração de valores mobiliários e à gestão de meios de pagamento, como cartões ou cheques, entre outras atividades devidamente reguladas.

 

Financiamento externo indireto – o crédito

Financiamento externo indireto – o crédito

As empresas, quando necessitam de fundos que não dispõem, recorrem, por vezes, às instituições financeiras com o intuito de obterem crédito. O crédito consiste na cedência temporária de uma determinada quantia tendo como contrapartida os juros. O acordo estabelecido entre o detentor do capital (mutuante) e o beneficiário do crédito (mutuário) é realizado por meio de um contrato: o contrato de mútuo (empréstimo). Esse empréstimo pressupõe que o montante cedido seja devolvido ao seu proprietário nas condições acordadas, assim como os juros devidos devidos lhe devem ser pagos nas datas previamente acordadas.

O crédito tem uma grande importância para a economia, permite potenciar o seu crescimento. O crédito estimula a produção, viabilizando o investimento das empresas e possibilitando o seu financiamento pontual para a resolução de problemas de tesouraria, quer o consumo das famílias, ao permitir-lhes adquirir antecipadamente os bens que desejam.

Diferentes tipos de crédito

Quanto à duração:

Curto prazo: quando o período de crédito concedido é inferior a um ano;

Médio prazo: quando o período de crédito concedido está compreendido entre um e cinco anos;

Longo prazo: quando o período de crédito concedido é superior a cinco anos;

Quanto ao beneficiário

Privado: quando o beneficiário do crédito é um individuo ou uma empresa particular;

Público: quando o beneficiário do crédito é o Estado;

Quanto à sua origem

Interno: quando a instituição que concede o crédito reside em território nacional;

Externo: quando a instituição que concede o crédito reside em território estrangeiro.

Quanto à finalidade

crédito à produção : crédito concedido às empresas

Existem 2 tipos principais:

Crédito ao funcionamento: crédito concedido para resolver necessidades pontuais de tesouraria, sendo, geralmente, de curta duração.

Crédito de financiamento: crédito para investimento, que, normalmente, é de longa duração.

Crédito ao consumo:

Tipo de crédito destinado às famílias para a aquisição de bens de consumo.

Diferentes tipos de garantias

Os bancos tendem a conceder créditos ou empréstimos quando consideram que os devedores oferecem confiança no que respeita ao cumprimento do contrato.

Em muitos casos eles pedem aos seus clientes a entrega de garantias adicionais como forma de assegurar o cumprimento integral dos contratos.

Garantias reais, se implicam uma entrega acessória de bens do património do devedor ou de terceiros, caso responsabilizem mais pessoas e as envolvam no pagamento da dívida, como acontece com os fiadores.

Os bancos são as instituições que se dedicam, por um lado à captação das poupanças daqueles que dispõe de capital excedentário, daqueles que estão disponíveis para não utilizar o seu dinheiro durante um determinado período de tempo e por esse motivo receberem em troca o juro.

Por outro lado, os banco utilizam parte das poupanças captadas para as disponibilizar aos indivíduos que necessitam de financiamento, concedendo-lhe, assim, crédito.

Estado Liberal

Estado Liberal

Conceito de Estado liberal

O conceito de Estado liberal remonta ao séc. XVIII decorrente das revoluções liberais ocorrida em França e Inglaterra. O liberalismo assentava em pressupostos como a propriedade privada, redução do poder político, ordem espontânea, igauldade perante a lei e funcionamento livre do mercado.

 

O Estado liberal começa a entrar em crise a partir do fim do séc. XIX, ao não ser capaz de dar resposta às questões sociais. Isso acentuou-se mais quando ocorreram a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Grande Depressão (1929).

O mecanismo de mercado não conseguia resolver todos os problemas através da autorregulação. A crise económica, originada nos EUA devido ao excesso de produção, os produtores não conseguiam escoar a sua produção, provocou um aumento dramático do desemprego, que se fez sentir em todo o mundo. John Maynard Keynes, economista, defende como resposta à crise que o Estado deveria alargar a sua intervenção a determinadas áreas de cariz social. Defende, ainda, que o investimento efetuado pelo Estado poderia contribuir para criar emprego e, assim, gerar mais rendimento.

 

Questões de exame preços e mercados

Questões de exame preços e mercados

  1. Suponha que, em determinado ano e num dado país, as condições climatéricas destruíram mais de metade da colheita de trigo. Então, com tudo o resto constante, nesse país…
    1. diminui a oferta de trigo.
    2. aumenta a procura de trigo.
    3. diminui o preço no mercado de trigo.
    4. aumenta a quantidade vendida de trigo.
  2. O aumento dos salários nominais dos trabalhadores, implica, necessariamente, um aumento do seu salário real. Esta afirmação é…
    1. verdadeira, porque com o aumento dos salários nominais os trabalhadores recebem mais dinheiro;
    2. falsa, porque a inflação pode ser superior ao aumento dos salários nominais
    3. verdadeira, porque o aumento dos salários nominais implica um aumento do nível de vida
    4. falsa, porque não existe qualquer relação entre salário nominal e salário real
  3. De forma genérica, quando o preço aumenta, a quantidade que os produtos estão dispostos a produzir…
    1. aumenta.
    2. diminui.
    3. não se altera.
    4. pode aumentar ou pode diminuir.
  4. A forma de mercado que se caracteriza pelo existência de um pequeno grupo de produtores, cuja a dimensão é elevada, designa-se…
    1. monopólio
    2. concorrência perfeita
    3. oligopólio
    4. concorrência monopolística.
  5. Quando a oferta é inteiramente dominada por um só produtos que exerce uma grande influência sobre o nível de preços e a quantidade de bens que abastece o mercado, diz-se que há…
    1. concorrência perfeita
    2. concorrência monopolística
    3. oligopólio
    4. monopólio
  6. O mercado de certo bem é um mercado de concorrência perfeita. Então, nesse mercado, existem…
    1. muitos compradores e muitos vendedores
    2. muitos compradores e muitos vendedores
    3. poucos compradores e poucos vendedores
    4. muitos compradores e poucos vendedores
  7. Em certo momento verificou-se o aumento da oferta do bem x. Um factor que pode explicar esse aumento é…
    1. a diminuição do preço do bem x
    2. o aumento do salário dos trabalhadores que produzem o bem x
    3. o aumento da produtividade na produção do bem x
    4. a diminuição da procura do bem x
  8. Um mercado de monopólio caracteriza-se pela existência de…
    1. muitos vendedores e alguns compradores
    2. alguns vendedores e um comprador
    3. muitos vendedores e um comprado
    4. um vendedor e muitos compradores
  9. A curva da oferta de um bem representa…
    1. o preço que os compradores estão dispostos a pagar aos vendedores, para cada quantidade  alternativa.
    2. o preço que os vendedores praticam, de fato, no mercado, em função da procura existente.
    3. as quantidades desse bem que os vendedores estão dispostos a vender, para cada preço alternativo.
    4. as quantidades desse bem que os compradores adquirem aos vendedores, ao preço de equilíbrio.
  10. Numa situação de oligopólio….
    1. a oferta é superior à procura
    2. a procura é superior à oferta
    3. existe um nº reduzido de vendedores
    4. existe um único vendedor
  11. O mercado de certo bem é um mercado de concorrência perfeita. Então, nesse mercado existem…
    1. popucos comprado e muitos vendedores;
    2. muitos compradores e muitos vendedores;
    3. poucos compradores e poucos vendedores;
    4. muitos compradores e poucos vendedores.
  12. O mercado que se caracteriza por ter um nº reduzido de grandes empresas a produzir os bens de muitos consumidores denomina-se…
    1. concorrência monopolística.
    2. monopólio,
    3. oligopólio.
    4. concorrência perfeita.
  13. Considera-se um fator determinante da procura
    1. o rendimento médio dos produtores.
    2. o custo de produção.
    3. o rendimento médio dos consumidores.
    4. a mobilidade dos fatores de produção.
  14. O preço de equilíbrio é …
    1. o preço calculado com base nos custos de produção.
    2. o preço em que a oferta é igual à procura.
    3. determinado pela quantidade oferecida.
    4. determinado pela quantidade procurada.
  15. A procura de um bem corresponde…
    1. à quantidade desse bem que os vendedores estão dispostos a vender a um determinado preço.
    2. à quantidade desse bem que os compradores estão dispostos a adquirir a um determinado preço.
    3. ao preço que os compradores estão dispostos a pagar por esse bem.
    4. ao preço que os vendedores estão dispostos a receber por esse bem.
  16. O efeito que uma alteração do poder de compra pode ter sobre o consumo designa-se…
    1. efeito rendimento
    2. efeito substituição
    3. efeito secundário
    4. efeito demonstração
  17. Quantidades procuradas e preços variam…
    1. na razão direta
    2. na razão inversa.
    3. de acordo com a época do ano.
    4. de acordo com o gosto dos consumidores.
  18. Um dos fatores que influenciam a procura de um bem é …
    1. o custo das matérias primas
    2. o nível de rendimento dos consumidores
    3. os níveis de consumo de uma região
    4. o custo da mão de obra
  19. O fato do preço de um bem aumentar no mercado de concorrência perfeita, a curto prazo, deve-se:
    1. ao auento da oferta.
    2. ao aumento da procura.
    3. ao aparecimento de novos bens no mercado.
    4. à subida de preço dos bens sucedâneos.
  20. Quando a oferta é igual a procura…
    1. o preço é alto.
    2. o preço é baixo.
    3. o preço satisfaz consumidores e produtores
    4. o preço tende a subir.
  21. Quando do lado da procura existem numeros agentes e do lado da oferta apenas existem alguns, o mercado designa-se por…
    1. concorrência bilateral.
    2. concorrência monopolística.
    3. monopólio.
    4. oligopólio.
  22. Uma das carateristicas do mercado  de corrência perfeita é a de os produtos não apresentarem diferenças significativas entre eles. Essa catacterísitica denomina-se…
    1. atomicidade.
    2. homogeneidade.
    3. transparência.
    4. permeabilidade.
  23. Numa situação de oligopólio….
    1. a oferta é superior à procura.
    2. a procura é superior à oferta
    3. existe um nº reduzido de vendedores
    4. existe um único vendedor.
  24. Quando a oferta tem total poder na determinação do nível de preços, estamos perante um mercado…
    1. de concorrência perfeita.
    2. monopolístico.
    3. oligopolístico.
    4. de bens diferenciados.
  25. Um mercado de monopólio caracteriza-se pela existência de…
    1. muitos vendedores e alguns compradores.
    2. alguns vendedores e um comprador.
    3. muitos vendedores e um comprador.
    4. um vendedor e muitos compradores.
  26. Consideram-se pressupostos da concorrência perfeita ….
    1. a transparência do mercado e a heterogeneidade dos produtos.
    2. a atomicidade do mercado e a homogeneidade dos produtos.
    3. a intervenção estatal na atividade económica.
    4. a mobilidade dos recursos humanos.
  27. Em situações normais, quando aumenta o preço de um bem,…
    1. diminui a oferta desse bem.
    2. aumenta a quantidade que os produtores desse bem estão dispostos a vender.
    3. aumenta a quantidade de bens que os compradores estão dispostos a comprar.
    4. aumenta a procura desse bem.
  28. Consideram-se fatores determinantes da procura de um bem…
    1. o preço desse bem e o nível de rendimento dos consumidores.
    2. os impostos e contribuições sociais.
    3. a regulação da concorrência e os direitos dos consumidores.
    4. as taxas de juro de médio e longo prazo.
    5. O mercado conduz ao ponto de equilíbrio. Esta afirmação é …
      1. verdadeira, porque é no mercado que se fazem as compras.
      2. falsa, porque a oferta pode ser maior do que a procura.
      3. verdadeira, porque é do confronto entre a oferta e a procura que se pode chegar a um equilíbrio.
      4. falsa, porque a procura pode ser maior do que a oferta.
  29. Se o preço do bem A aumentar e esse fato for o único responsável pelo aumento da procura do bem B, podemos afirmar que…
    1. B é complementar de A.
    2. A é independente de B.
    3. B é substituto de A.
    4. A é inferior a B.
  30. Segundo a lei da oferta
    1. a quantidade oferecida de um bem aumenta quando o seu preço diminui.
    2. o preço de um bem aumenta quando a quantidade oferecida desse bem aumenta.
    3. a quantidade oferecida de um bem aumenta quando o seu preço aumenta.
    4. o preço de um bem aumenta quando a quantidade oferecida desse bem diminui.
  31. Verifica-se que a procura do bem Y aumenta em resultado do aumento do preço do bem X (mantendo-se tudo o resto constante). Então, pode concluir-se que…
    1. Y é um bem de primeira necessidade.
    2. X é um bem inferior.
    3. X e Y são bens complementares.
    4. X e Y são bens sucedâneos (ou substituíveis).
  32. Suponha que o preço dos combustíveis aumentou num dado momento. Então, permanecendo tudo o resto constante, é previsível…
    1. a diminuição da procura dos automóveis
    2. o aumento da procura de pneus
    3. o aumento da oferta de automóveis
    4. a diminuição da oferta de bicicletas.
  33. O mercado conduz ao ponto de equilíbrio. Esta afirmação é…
    1. verdadeira, porque é no mercado que se fazem as compras.
    2. falsa, porque a oferta pode ser maior do que a procura.
    3. verdadeira, porque é do confronto entre a oferta e a procura que se pode chegar a um equilíbrio.
    4. falsa, porque a procura pode ser maior do que a oferta.

Exercícios Economia portuguesa no contexto da União Europeia

Exercícios Economia portuguesa no contexto da União Europeia

  1. Num processo de integração económica entre dois ou mais países, a implementação da livre circulação de mercadorias, de serviços, de capitais e de pessoas traduz-se na criação de…
    1. uma zona de comércio livre
    2. um mercado comum
    3. uma união aduaneira
    4. um sistema de preferências aduaneiras
  2. Uma das vantagens que a integração económica entre dois ou mais países apresenta é a de…
    1. a produtividade do trabalho, necessariamente, aumentar nesses países
    2. as decisões de política económica serem apenas tomadas por unanimidade
    3. as empresas desses países poderem realizar economias de escala
    4. a Balança de Pagamentos de cada um desses países se apresentar equilibrada.
  3. O Euro foi adoptado a 1 de Janeiro de 1999 por 11 Estados membros da União Europeia, entre os quais se encontravam….
    1. Portugal, Alemanha e Dinamarca
    2. Finlândia, Irlanda e Áustria
    3. Bélgica, Grécia e Reino Unido
    4. Espanha, França e Suécia
  4. A forma mais fraca de integração económica é…
    1. O mercado Comum
    2. Sistema de preferências aduaneiras
    3. Zona de Comércio Livre
    4. União Aduaneira
  5. Os tratados de Roma, assinados em 1957, por seis países europeus, criaram
    1. a EURATOM e a EFTA
    2. a EURATOM e a CEE
    3. a CECA e a EFTA
    4. a CECA e a CEE
  6. São países fundadores da CEE
    1. a Holanda, a Espanha e o Reino Unido
    2. o Reino Unido, a Itália e a Suíça
    3. a França, a Itália e a Holanda
    4. a Suíça, a Espanha e a França
  7. Com a coesão económica e social, um dos objectivos da União Europeia, pretende-se…
    1. aproximar o nível de vida dos cidadãos europeus
    2. repartir o orçamento comunitário de forma igual
    3. aprofundar a convergência nominal entre os países europeus
    4. desenvolver a agricultura dos países membros da zona euro
  8. Leia o texto que se segue…  Este fundo, instituído em 1994, pela União Europeia, apoia financeiramente a realização de projetos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias em matéria de infraestruturas de transportes e é um dos instrumentos financeiros da política regional da União Europeia – juntamente com os fundos estruturais. …  Relacione os objetivos do fundo a que se refere o princípio da coesão económica e social da UE. Começe por identificar esse fundo,
  9. O processo de alargamento da União Europeia realizado em 2004 implicou vários desafios, nomeadamente, o de…
    1. reconstrução da Europa Ocidental;
    2. reorientação dos fundos comunitários;
    3. reforço da soberania política de cada um dos Estados-Membros;
    4. reforço da soberania monetária de cada um dos Estados-Membros.
  10. Um processo de integração económica entre dois ou mais países implica, usualmente,…
    1. um aumento dos saldos das suas balanças de mercadorias;
    2. uma diminuição dos saldos das suas balanças de mercadorias;
    3. um aumento da interdependência das respetivas economias;
    4. uma diminuição da interdependência das respetivas economias.
  11. O principio da subsidiariedade
    1. obriga a que o conteúdo e a forma de ação da União Europeia não excedam o necessário para atingir os objetivos pretendidos;
    2. visa promover a coesão económica e social
    3. delimita o nº de votos, por país, no Conselho de Ministros
    4. Visa garantir a intervenção da União Europeia apenas nas situações em que não é possível operar,de forma eficiente , uma resolução ao nível nacional.
  12. O princípio orientador da ação da União Europeia que consiste em promover o desenvolvimento harmonioso através da progressiva aproximação dos níveis de rendimento médio e de qualidade de vida das populações das regiões de cada um dos Estados-membros designa-se por…
    1. coesão económica e social
    2. convergência nominal
    3. subsidiaridade estrutural
    4. solidariedade monetária e fiscal
  13. A comissão Europeia é a instituição da União Europeia que tem, entre outras, a função de…
    1. assegurar a estabilidade dos preços na área do euro
    2. garantir a aplicação dos tratados da União Europeia;
    3. definir as taxas de juro na área do euro
    4. gerir a política monetária da União Europeia.
  14. Em 2012, faziam parte da Área do Euro, entre outros países.
    1. a Alemanha, a França e a Dinamarca.
    2. a Suécia, a Finlândia e a Bélgica.
    3. todos os que assinaram os Tratados de Roma em 1957.
    4. todos os que integravam a União Europeia em 2004.
  15. Atualmente, em vários países da Europa, os sistemas de segurança social correm risco de rutura financeira. Um dos fatores responsáveis por esse facto pode ser…
    1. o aumento da população empregada
    2. a diminuição da população inactiva
    3. o aumento da população residente
    4. a diminuição da população empregada.
  16. “Atualmente há oito países aos quais a UE ofereceu a perspetiva de adesão: Albânia, Turquia, Islândia e os países da ex-Jugoslávia, com exceção da Eslovénia e da Croácia, que já fazem parte da UE. Cinco destes têm o estatuto de candidato oficial: Turquia, Sérvia, Antiga República Jugoslava da Macedónia, Islândia, Montenegro” http://europa.eu/ (acedido em julho de 2013).  Exponha alguns dos  principais desafios que Portugal tem sentido com os sucessivos alargamentos da União Europeia.
  17. Leia o documento seguinte:  Ato Único Europeu.  Assinatura: 17 de fevereiro de 1986 (Luxemburgo) / 28 de fevereiro de 1986 (Haia). Entrada em vigor: 1 de julho de 1987. Objetivos: proceder à reforma das instituições para preparar a adesão de Portugal e de Espanha e simplificar a tomada de decisões na perspetiva do mercado único. Principais mudanças: extensão da votação por maioria qualificada no Conselho (tornando assim mais difícil que um único país possa vetar uma proposta legislativa), introdução de processos de cooperação e de comum acordo que conferiram maior peso ao Parlamento.  http://europa.eu (acedido em julho de 2013). Comente o documento referente ao Ato Único Europeu, explicitando algumas das principais prioridades que este estabelecida.
  18. Caracterize o conceito de integração económica, explicando a diferença entre uma zona de comércio livre e uma união aduaneira.

Poupança e Investimento

Poupança e Investimento

http://explicacoeseconomia.com.pt/capitulo-7-poupanca-investimento/
A utilização dos rendimentos – o consumo e a poupança.
O rendimento gerado na actividade produtiva distribui-se pelos agentes nela intervenientes, procurando o Estado posteriormente, atenuar as desigualdades que ocorrem nessa repartição através de políticas de redistribuição dos rendimentos
O Rendimento Disponível corresponde à parte do rendimento auferido pelos particulares que fica disponível para consumo, ou seja, corresponde ao rendimento que resta após o pagamento de todos os impostos e contribuições obrigatórias para a Segurança Social.
O Rendimento Pessoal Disponível pode ser utilizado sob duas formas: em consumo e ou em poupança. O consumo é a parte do rendimento destinada a aquisição de bens e serviços que permitem satisfazer as necessidades.

A Poupança: é a parte do rendimento que não é empregue em consumo, constituindo uma renúncia à satisfação imediata de necessidades, de modo a ser possível satisfazer necessidades no futuro. Poupar significa abdicar de uma certa quantia no momento presente, para a utilizar num momento posterior.
Principais razões que levam as famílias a poupar
Outro dos motivos que levam as famílias a poupar é o desejo de adquirir algo dispendioso, tornando-se necessário amealhar dinheiro durante um certo período de tempo até se perfazer a quantia total. Também podemos apontar o desejo de se efectuar um investimento posterior numa actividade considerada lucrativa como uma motivação para a poupança.

A incerteza quanto ao futuro pode ser outra razão para as famílias pouparem. Com efeito, o receio de não terem rendimentos no futuro ou, então, a vontade de se precaverem contra o aparecimento de despesas imprevistas leva-as a reservar uma quantia no presente, como meio de precaução.
Um outro factor que interfere no nível de poupança é o volume do rendimento, uma vez, que quanto maior for o rendimento mais probabilidade existe de haver remanescente depois de se deduzirem o consumo os impostos e os encargos sociais, deste modo existe uma maior propensão à poupança.
As expectativas quanto ao futuro são outro factor determinante da poupança, uma vez que, geralmente, há uma maior tendência para poupar nas situações em que é maior a incerteza quanto aos rendimentos futuros.

Por outro lado como vivemos numa sociedade de consumo, a poupança também depende do grau de consumismo das famílias. Pois muitas vezes a publicidade, as técnicas de venda agressivas e as facilidades de pagamento concedidas geram consumos exagerados e desnecessários.
Desta forma, as famílias, mesmo nos casos em que os rendimentos disponíveis são superiores aos gastos com o consumo, são tentadas a utilizar o excedente em bens de consumo, não reservando muito para situações futuras.

Contudo as famílias não são os únicos agentes económicos que efectuam poupança. As empresas também colocam parte dos seus lucros, poupando no presente para mais tarde investirem.

Destinos da poupança – a importância do Investimento
A fracção do rendimento disponível que é destinada à poupança pode ser aplicada de diferentes maneiras. Resumidamente podemos apresentar 3 destinos para a poupança: a colocação financeira, o entesouramento e o investimento.

Destinos da poupança – a importância do Investimento
Quando os detentores de um determinado capital decidem colocá-lo a render numa instituição financeira, diz-se que estão a aplicar a sua poupança. Uma das formas de aplicar a poupança é através da sua colocação em produtos financeiros.

Colocação financeira
A colocação financeira consiste então na aplicação da poupança em produtos financeiros disponibilizados por intermédio de instituições financeiros. Como exemplos de produtos financeiros podemos referir os depósitos a prazo, as acções, as obrigações, os certificados de aforro, os bilhetes do tesouro, os planos de poupança ou fundos de investimento

O montante a colocar e o período de tempo em que o aforrador está disposto a renunciar à utilização do capital são dois factores decisivos na escolha do produto financeiro. Mas a selecção do produto mais adequado para cada aforrador deve também ter em conta diversos factores.

Colocação Financeira
Factores a ter em conta:
Risco, se o produto garante, ou não, uma determinada rentabilidade ou se a taxa de rentabilidade é fixa ou variável;
Rentabilidade, se o rendimento esperado do produto é mais ou menos elevado;
Liquidez, se o título é mais ou menos facilmente convertível em moeda;
Fiscalidade, se existem benefícios fiscais associados ao produto e o tipo de tributação que incide sobre os rendimentos daí derivados.

Entesouramento
Outro destino possível para a poupança é o Entesouramento. Diz-se que há entesouramento quando a poupança fica à guarda dos seus proprietários ou, caso fique à guarda dos seus proprietários ou, caso fique à guarda de terceiros, cuja entrega não é feita com o objectivo de aumentar o valor do capital, pois o entesouramento não tem como intuito a rentabilização do património.

O entesouramento pode ser realizado através da guarda de valores em cofres ou outros locais semelhantes ou , então, através da aquisição, sem intenção de revenda, de bens que mão se depreciem com o tempo, com por exemplo, as joias.

Investimento
O investimento é outra alternativa para a utilização da poupança. Trata-se de canalizar a poupança para a actividade produtiva, de forma a possibilitar  a manutenção ou o aumento da sua capacidade. A poupança é, desta forma, utilizada na aquisição ou substituição de equipamentos e na reposição dos stocks de matérias primas utilizadas no fabrico de bens.
O investimento também pode ser denominado formação de capital, que por sua vez, se divide em duas componentes.

Formação de Capital:
FBCF;
Variação de existências

Investimento

Formação de Capital – FBCF
A formação bruta de capital fixo (FBCF), que designa o valor do investimento líquido realizado com a aquisição de bens duradouros (capital fixo) juntamente com o valor do capital fixo que foi consumido (amortizações), isto é, engloba o valor total que foi investido em bens de equipamento, edifícios,etc.

No primeiro caso, quando o investimento se relaciona com a aquisição de bens novos, estamos perante o investimento de capacidade; no segundo caso, trata-se de um investimento de substituição (ou renovação).

Investimento – Formação de Capital
A variação de existência, que representa as oscilações dos stocks de existências entre dois períodos diferentes. Normalmente, considera-se o período de um ano, sendo o seu cálculo efectuado pela subtracção do valor das matérias-primas, produtos semi-acabados e produtos acabados existentes no início do ano (no dia 1 de Janeiro) ao valor existente no final no ano (em 31 de Dezembro).

Existem várias classificações do investimento. Quando à sua natureza, o investimento pode ser classificado em três categorias:
Investimento material: quando diz respeito à aquisição de bens tangíveis, isto é, a compra de bens com existência física, bens corpóreos.

Investimento imaterial: quando se refere à aquisição de bens intangíveis, bens não corpóreos, como a prestação de serviços relacionados com a formação de I&D (Investigação e Desenvolvimento), a aquisição de marcas, patentes ou software informático, as despesas com publicidade,etc.

Investimento financeiro, se envolve a aquisição de activos financeiros, como por exemplo, acções ou obrigações.

Investimento quanto à função
O investimento também pode ser classificada de acordo com as suas funções principais:
Assegurar a manutenção da capacidade produtiva através da reposição do capital à medida que este vai sendo utilizado – investimento de substituição ou renovação e aquisição de existências.

Investimento quanto à função
Manter os equipamentos e os processos de fabrico tecnologicamente actualizados para garantir a eficiência e competitividade das unidades produtivas – investimento de inovação.
Possibilitar o aumento da capacidade produtiva da unidade de produção através da aquisição de mais bens de equipamento – investimento de capacidade.

Investimento quanto à função
Não são só as empresas que investem, pois também o Estado realiza investimento ao construir infra-estruturas públicas, como vias de comunicação, pontes, escolas ou hospitais. O investimento pode, assim, ser classificado em público ou privado. Conforme é efectuado pelo Estado ou Agentes privados.

Inovação tecnológica e desenvolvimento (I&D)
O Investimento em inovação tem vindo a ganhar cada vez mais importância nas sociedades actuais, desempenhando a tarefas fundamental de dinamizar a actividade económica.

Actualmente a investigação assume um papel decisivo na competitividade das empresas, pois é graças a ela que os produtos e processos de fabrico vão sendo sistematicamente inovados. Assim devem-se distinguir as inovações de processo, conforme se trate de alterações ao nível do produto ou do processo de fabrico.

Papel importante da inovação
Não são apenas as empresas  que apostam na inovação. Também o Estado procura estimular a descoberta mediante a atribuição de verbas para a investigação em Universidades, laboratórios, etc. e a concessão de patentes aos autores das descobertas. Portugal nos últimos anos tem feito vários progressos nessa área  aumentando o nº de bolsas de mestrados e doutoramentos concedidos, o nº de artigos científicos.

Distinção entre invenção e inovação
Importa distinguir os conceitos de inovação e invenção. A invenção tem como resultado a criação de um novo produto ou descoberta de uma nova técnica de fabrico ainda não existente. A inovação resulta de um melhoramento de um produto ou técnica já existentes. A lógica da sociedade de consumo baseia-se na necessidade de criar constantemente novos produtos no mercado, fruto da inovação , pois apenas são alteradas algumas das suas características ou funções – inovação aparente.

Financiamento da actividade económica – auto financiamento e financiamento externo
As empresas precisam de capital para se manterem em funcionamento, dado que têm de suportar encargos com existências, equipamentos, recursos humanos, etc. Entretanto, como nem sempre dispõem do total necessário para cobrir as despesas com a sua actividade, nalgumas situações, as empresas têm necessidade de recorrer a capital alheio. Assim, o financiamento das empresas pode ser efectuado por meio de fundos próprios ou alheios, tratando-se, no primeiro caso, de financiamento interno e, no segundo, de financiamento externo.

Financiamento da actividade económica – auto financiamento e financiamento externo
O financiamento externo pode ser obtido por dois processos: através de um financiamento indirecto, recorrendo ao crédito das instituições financeiras, ou, então, por meio de um financiamento directo, acedendo ao mercado de títulos.

O crédito é fundamental para qualquer economia, pois permite potenciar o seu crescimento. O crédito estimula quer a produção viabilizando o investimento das empresas e possibilitando o seu financiamento pontual para resolução de problemas de tesouraria, quer o consumo das famílias, etc.

Financiamento externo indirecto – o crédito
As empresas quando necessitam de fundos de que não dispõem recorrem por vezes as instituições financeiras para obterem crédito. O crédito consiste na cedência temporária de uma determinada quantia tendo como contrapartida os juros. O acordo estabelecido entre o detentor do capital  mutuante e o beneficiário do crédito mutuário é feito por meio de um contrato, o contrato mutuo (empréstimo).

Captação de poupança e concessão de crédito
Os bancos são instituições que se dedicam à captação das poupanças de que dispõe de capital excedentário isto é, de quem não necessita de utilizar todo o seu dinheiro durante um determinado período e que, por essa razão, o pode entregar àquelas instituições, recebendo, em troca, uma remuneração, um juro.

Criação de moeda escritural
A moeda escritural é aquela que resulta da captação de depósitos, a concessão de crédito e a criação de moeda escritural são as principais fontes dos bancos. Mas os bancos também se dedicam à guarda e administração de valores e à prestação de serviços e consultoria.

Mercado de títulos
Mercado secundário: é o mercado onde são transaccionados os títulos emitidos no mercado primário que já reúnem condições de admissão a cotação em bolsa

Acções
As acções são títulos representativos do capital social das sociedades anónimas.

Desmaterialização da moeda
A DESMATERIALIZAÇÃO DA MOEDA
Da moeda-mercadoria até aos nossos dias desenvolveu-se um longo processo de desmaterialização da moeda. Isto é,  a moeda foi perdendo o seu conteúdo material, pois passou a ser formada por pedaços de papel impressos, legalizados pelo Banco Central (papel-moeda) e, mais recentemente, por meros registos contabilísticos, efectuados pelos bancos, da circulação dos depósitos (moeda escritural), não tendo a moeda já nenhuma realidade material.
O incremento das trocas e o desenvolvimento da actividade económica são responsáveis pelo progressivo recurso à moeda escritural, que torna o processo de transacção fácil e mais rápido.
Actualmente, enormes quantias circulam entre contas bancárias no mesmo país, ou entre países, através de meios electrónicos, o que constitui mais um passo no  processo de desmaterialização da moeda – grande parte das transacções actuais são efectuadas através da movimentação contabilística dos depósitos por via informática.

Obrigações
As obrigações são títulos representativos de partes da dívida de uma empresa, pois correspondem a um empréstimo dos aforradores. Assim, o possuidor de obrigações, designado por obrigacionista é reembolsado pela cedência do seu capital num prazo e juro pre definido.

Joint Venture
Joint venture ou empreendimento conjunto é uma associação de empresas não definitiva e com fins lucrativos para explorar determinados negócios sem que nenhuma delas perca a sua personalidade jurídica.
As empresas têm um acordo temporário com vista à realização de um negocio que no final pode acabar em acordo.
Um exemplo do modelo típico do joint venture seria a transacção entre o proprietário de um terreno de excelente localização e uma empresa de construção civil interessada em levantar um prédio sobre o local

Questões de exame relacionadas