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Resumo teórico de apoio

Questões de revisão – Rendimentos e Repartição dos Rendimentos

Questões de revisão – Rendimentos e Repartição dos Rendimentos

Questões de revisão - Rendimentos e Repartição dos Rendimentos

Questões de revisão – Rendimentos e Repartição dos Rendimentos

  1. A remuneração pela cedência temporária de uma determinada quantia em dinheiro intitula-se…
    1. Juro.
    2. Taxa de câmbio.
    3. Credito.
    4. Unidade de participação
  2. A curva de Lorenz permite constatar…
    1. As desigualdades na repartição pessoal dos rendimentos.
    2. O rendimento médio anual recebido por cada habitante.
    3. A quantidade média de bens e serviços que cada habitante adquire.
    4. O peso do factor trabalho no valor do produto.
  3. O salário real…
    1. Corresponde ao total das remunerações do trabalhador depois de se deduzirem os impostos e contribuições sociais.
    2. Corresponde ao poder de compra do salário nominal.
    3. Corresponde ao rendimento pessoal disponível.
    4. Corresponde à quantidade de moeda que um indivíduo recebe em troca de trabalho.
  4. Sabendo que o leque salarial de um país representa a relação que existe entre o salário máximo e o salário mínimo desse país, através da sua análise podemos tirar conclusões sobre…
    1. A dispersão dos rendimentos primários;
    2. A convergência dos níveis de rendimento de diversos países.
    3. O número de vezes que o salário máximo é superior ao salário mínimo.
    4. A disparidade entre os rendimentos de capital.
  5. Os salários, as rendas, os juros e os lucros constituem…
    1. Rendimentos primários;
    2. Receitas correntes;
    3. Rendimentos secundários;
    4. Receitas extraordinárias.
  6. Sabendo que, o ano x, o índice de Preços no Consumidor foi 103 e que no ano seguinte passou a ser 105, calculando a taxa de inflação do ano (x+1), ficamos a saber que esta era aproximadamente…
    1. 0,019%
    2. 9,8%
    3. 1,9%
    4. 2%
  7. O processo que visa corrigir as desigualdades provocadas pela repartição dos rendimentos designa-se…
    1. Repartição primária;
    2. Redistribuição do rendimento.
    3. Leque salarial.
    4. Formação bruta de capital fixo.
  8. Os impostos indiretos…
    1. Recaem sobre a utilização do rendimento.
    2. Recaem sobre o rendimento.
    3. Recaem sobre a produção.
    4. Incidem sobre as vendas.
  9. O aumento dos salários nominais dos trabalhadores implica, necessariamente, um aumento do seu salário real. Esta afirmação é …
    1. Verdadeira, porque com o aumento dos salários nominais os trabalhadores recebem mais dinheiro.
    2. Falsa, porque a inflação pode ser superior ao aumento dos salários nominais.
    3. É verdadeira, porque o aumento dos salários nominais implica um aumentos do nível de vida.
    4. Falsa, porque não existe qualquer relação entre salário nominal e salário real.
  10. O leque salarial…
    1. Traduz o nível de concentração dos rendimentos de um país.
    2. Traduz a amplitude da variação entre o salário mínimo e máximo.
    3. Permite calcular o rendimento pessoal disponível das famílias.
    4. Permite calcular o salário real das famílias.

 

 

  1. O lucro é…
    1. A diferença entre o preço de venda e o valor dos impostos pagos.
    2. Uma forma de rendimento do dinheiro emprestado.
    3. O valor de venda dos bens pelas empresas.
    4. Uma das formas de remuneração do capital investido.
  2. Constituem formas de remuneração do fator capital…
    1. Os salários, as rendas e os juros;
    2. As rendas, os juros e os lucros;
    3. Os salários e os empréstimos;
    4. Os impostos e as contribuições para a Segurança Social
  3. A remuneração que é considerada antes de se descontarem os impostos e as contribuições para a Segurança Social que os indivíduos têm que pagar ao Estado é…
    1. Salário ilíquido;
    2. Salário real;
    3. O rendimento disponível;
    4. O salário líquido.

 

  1. A repartição funcional do rendimento…
    1. Permite analisar a composição dos rendimentos por agregado familiar.
    2. Considera a divisão do rendimento segundo a profissão do agente.
    3. É a distribuição do rendimento que ocorre de acordo com as funções desempenhadas por cada interveniente na atividade económica.
    4. Considera a divisão do rendimento segundo o estrato social do agente.
  2. O salário que resulta depois de se deduzirem os impostos e as contribuições sociais ao salário bruto denomina-se salário…
    1. Ilíquido.
    2. Líquido.
    3. Real .
    4. Nominal.

 

 

 

 

  1. Os impostos que recaem diretamente sobre o rendimento e o património designam-se por…
    1. Impostos diretos;
    2. Impostos indiretos;
    3. Taxa social única;
    4. Contribuições para a Segurança Social.
  2. O conjunto de operações, realizadas numa lógica social, com o objetivo de corrigir as desigualdades decorrentes da repartição primária dos rendimentos designa-se…
    1. Justiça social.
    2. Redistribuição dos rendimentos.
    3. Estado de direito.
    4. Estado – providência.
  3. O salário real…
    1. É superior ao salário nominal.
    2. Representa a quantidade recebida em troca da força de trabalho.
    3. É inferior ao salário nominal.
    4. Traduz o nível de vida e o poder de compra dos indivíduos.

 

 

  1. Consideram-se rendimentos primários…
    1. Os impostos e as contribuições para a Segurança Social.
    2. Os salários, as rendas, os juros e os lucros.
    3. As transferências sociais.
    4. As reformas dos emigrantes.

 

 

  1. A repartição pessoal do rendimento…
    1. Permite analisar a composição dos rendimentos por agregado familiar.
    2. Considera a divisão do rendimento segundo a profissão do agente
    3. É a distribuição do rendimento que ocorre de acordo com as funções desempenhadas por cada interveniente na atividade económica.
    4. Considera a divisão do rendimento segundo o estrato social do agente.
  2. A curva de Lorenz..
    1. Permite comparar a repartição pessoal dos rendimentos de um país em várias épocas ou com países diferentes.
    2. Serve para analisar a repartição funcional do rendimento.
    3. Permite analisar a evolução da formação bruta de capital fixo durante um ano.
    4. Serve para comparar o investimento direto estrangeiro com o investimento direto português no estrangeiro.
  3. A forma de salário que representa a quantidade de moeda que um indivíduo recebe em troca do seu trabalho designa-se…
    1. Salário nominal
    2. Salário bruto.
    3. Salário real.
    4. Salário ilíquido.

 

 

  1. O rendimento pessoal disponível resulta…
    1. Da remuneração auferida pelas famílias pela sua participação na atividade económica.
    2. Da soma dos rendimentos primários com os secundários deduzida dos impostos e das contribuições sociais.
    3. Do rendimento pessoal deduzido dos impostos e das contribuições sociais.
    4. Dos rendimentos primários acrescidos das transferências sociais.
  2. As curvas de Lorenz permite estudar…
    1. O grau de concentração dos rendimentos.
    2.  O impacto da inflação no poder de compra de uma população.
    3. O nível de endividamento dos indivíduos de uma região.
    4. A evolução dos stocks de existências ao longo de um ano.

 

  1. O leque salarial permite medir…
    1. O salário médio de um país.
    2. O valor do salário real.
    3. A desigualdade nos salários.
    4. A desigualdade entre países.
  2. O instrumento de análise estatística que permite comparar a repartição pessoal dos rendimentos de um país, em diferentes épocas ou com outros países, designa-se…
    1. Leque salarial.
    2. Curva de Lorenz
    3. Orçamento de Estado.
    4. Salário mínimo
  3. É exemplo de um imposto direto…
    1. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS).
    2. Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
    3. Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP).
    4. Imposto sobre o Tabaco (IT).
  4. Contabilizam-se como parcelas positivas no cálculo do Rendimento Pessoal Disponível…
    1. Os rendimentos primários e as remessas dos emigrantes.
    2. As quotizações sociais e os impostos diretos.
    3. Os impostos diretos e os rendimentos primários.
    4. As remessas dos emigrantes e as quotizações sociais.
  5. Os salários reais aumentam se…
    1. Os salários nominais subirem o mesmo que os preços.
    2. Os salários nominais subirem menos do que os preços.
    3. Os salários nominais se mantiverem e os preços descerem.
    4. Os salários nominais se mantiverem e os preços estagnarem.
  6. A remuneração que os proprietários recebem por cederem terrenos para a atividade produtiva designa-se por…
    1. Salário.
    2. Lucro.
    3. Juro.
    4. Renda.

 

 

  1. Os rendimentos primários, recebidos pelos agentes económicos em consequência da sua participação no processo produtivo, são constituídos por…
    1. Rendas, juros, lucros e salários.
    2. Rendas, lucros, remessas e transferências.
    3. Salários, juros, subsídios e remessas.
    4. Salários, rendas, subsídios e lucros.
  2. O rendimento disponível das famílias aumenta (permanecendo tudo o resto constante) se…
    1. Diminuir a taxa de juro dos empréstimos.
    2. Diminuir o valor dos impostos diretos.
    3. Aumentar o valor dos impostos indiretos.
    4. Aumentar a taxa de inflação.
  3. O leque salarial é um indicador…
    1. Do nível dos salários reais.
    2. Da desigualdade nos salários.
    3. De relação entre salários de diferentes países.
    4. Do valor do salário médio.
  4. O poder de compra das famílias resulta da relação do seu rendimento disponível com…
    1. O tipo de bens que adquirem.
    2. O nível geral dos preços no consumidor.
    3. A sua capacidade de poupança.
    4. O grau de satisfação das suas necessidades.
  5. O pagamento de lucros aos acionistas de uma empresa de transporte integra-se na atividade económica designada por:
    1. Distribuição;
    2. Repartição dos rendimentos;
    3. Produção;
    4. Redistribuição de rendimentos.

 

 

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 - Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

  1. Comércio – noção e tipos
  2. A evolução da moeda – formas de moeda
  3. A nova moeda portuguesa – o euro
  4. O preço de um bem – noção e componentes
  5. A inflação
  6. A inflação em Portugal e na União Europeia

1 – Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio está relacionado com a atividade da distribuição.

Distribuição inclui o transporte, publicidade, venda (comércio).

É o elo entre o produtor e o consumidor.

A distribuição é a atividade que estabelece o elo entre a produção e o consumo, abrangendo o conjunto de operações que fazem deslocar os produtos desde a fase final da sua produção até às mãos do comprador.

Comércio é a atividade intermediária de troca na qual os produtores conseguem escoar a sua produção para estar acessível ao consumidor final.

Produção, Distribuição e Consumo

Produção, Distribuição e Consumo

Existem várias formas de comércio:

Circuito ultra-curto: Produtor —– Consumidor ( venda direta na internet).

comércio online

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Caracteriza-se por estabelecer uma ligação direta entre o produtor e o consumidor final, eliminando-se, assim, qualquer intermediário no processo de distribuição.

Circuito Curto

Produtor —- Retalhista —– Consumidor

Caracteriza-se por ser o produtor a assumir o papel de grossista, vendendo os seus produtos ao retalhista, que, por sua vez, os comercializa ao consumidor final.

Circuito Longo

Produtor — Grossista —– Retalhista —– Consumidor

A globalização e a mundialização das trocas vieram mudar a lógica do comércio global.

circuitos distribuição

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Proliferam as grandes superfícies ou centros comerciais, o comércio tradicional foi obrigado a reformular a sua posição no mercado,

Passaram a desenvolverem-se negócios em franchising, no qual uma empresa tem um modelo de negócio e concede a outra o direito de utilizar a sua marca e vender os seus produtos e serviços.

Temos também a venda à distância, venda automática e o comércio eletrónico (via internet).

Comércio noções e tipos

2 – A evolução da moeda – formas de moeda

A evolução da moeda - formas de moeda

A evolução da moeda – formas de moeda

Evolução das trocas

Troca direta: nas sociedades primitivas não existia moeda a troca era efetuada de acordo com o interesse comum. O entendimento não era fácil e os bens não eram divisíveis.

Troca direta

Troca direta

inconvenientes da troca direta

inconvenientes da troca direta

Troca indireta: inclui a moeda com intermediário de troca

Moeda mercadoria: era algo que era valorizado pela comunidade.

 

Não tinham valor de uso, para além de decorativo (ouro e prata).

Moeda metálica: tem inconveniente de os metais preciosos serem escassos.

Atualmente a moeda metálica é a moeda de trocos.

A moeda aumentou as trocas por que estas se tornam mais fáceis. Economia Mercantilista.

Moeda representativa: representa o seu valor em bens preciosos, ouro ou prata.

Moeda fiduciária: que é uma moeda que tem como base a confiança, ela não vale o seu valor representativo.

O Estado teve que intervir e propor o curso forçado das notas e a sua inconvertibilidade.

Criação da moeda escritural

A moeda escritural é a moeda criada pelo sistema bancário.

Temos no sistema bancário o multiplicador de crédito que possibilita a criação de moeda.

Um valor depositado implica uma reserva %, mas o restante, pode ser emprestado a outro cliente e entrar no sistema bancário daí que se consiga criar moeda pela utilização pelo próprio bancário.

 

Criação de moeda pelo sistema bancário

Funções da moeda

1 – meio de pagamento geral e definitivo – forma de aceitação generalizada.

2 – Medida de valor: o valor dos bens e serviços é medido através do seu valor em dinheiro numa determinada unidade conta.

3 – Instrumento de reserva de valor: pode-se guardar moeda por um determinado período de tempo, conservando-se assim um valor.

Definições – diferentes tipos de moeda

Moeda: Bem utilizado como intermediário nas trocas, de aceitação generalizada, que serve de meio de reserva de valor e para medir o valor dos bens.

Moeda de papel: Engloba a moeda representativa, a moeda fiduciária e o papel. moeda.

Moeda eletrónica: cartões bancários de débito ou de crédito (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda escritural: depósitos bancários movimentados através de cheques, transferências, ordens de pagamento ou cartões de multibanco.

Moeda fiduciária: notas convertíveis emitidas num montante superior ao valor efetivamente depositado.

Moeda informática: utilização do computador para movimentar depósitos bancários, como as transferências ou ordens de pagamento efetuadas através da internet (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda mercadoria: Bem de aceitação generalizada que servia na fase inicial da moeda como intermediário nas trocas. Qualquer bem considerado útil por uma comunidade poderia servir como moeda de troca.

Moeda representativa: Notas em circulação que correspondem ao valor exato depositado em metal precioso nos cofres dos bancos.

Papel moeda: Notas inconvertíveis de curso forçado imposto pelo Estado.

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Desmaterialização da moeda

Cada vez mais se assiste a uma gradual substituição dos pagamentos em papel moeda e moeda metálica por outros tipos de pagamentos que não apresentam a forma material da moeda, daí falarmos da desmaterialização da moeda.

Depreciação do valor da moeda

Processos de destruição de moeda

Criação de moeda pelo sistema bancário

3 – A nova moeda portuguesa o Euro

Moeda Euro

Em 1999, Portugal passou a ter como moeda oficial o euro.  Em 2002 entrou em circulação em paralelo com o escudo.

A partir de 1999, a política monetária portuguesa passou a ser conduzida pelo Banco Central Europeu (BCE).

Existe uma instituição supranacional. Os países que entraram na Zona Euro tinha que cumprir os critérios associados no Tratado de Maastricht, que estabelece as condições.

Vantagens e desvantagens do euro

Vantagens

Facilita as trocas entre os vários países, pois passam a ter a mesma moeda, eliminando os encargos com as diferenças cambiais.

Por outro lado permite uma maior estabilidade de preços, que possibilita uma redução das taxas de juro que beneficia as famílias e as empresas.

Desvantagens

Perda de autonomia em matéria da política monetária. Os Estados deixaram de poder usar a desvalorização da moeda como estratégia que permitia em épocas de crise, aumentar a competitividade das exportações.

A maior transparência de mercado também pode gerar choques assimétricos entre regiões.

Outro inconveniente restrições em matéria orçamental, critérios de convergência, dificultam a política económica (limites ao défice orçamental, limites à dívida pública).

4 – O preço de um bem

Preço de um bem – noção e componentes

O preço representa a quantidade de moeda que é necessária para adquirir um bem ou serviço.

O preço reflete os encargos com a produção. Os custo de produção incluem os custos diretos e os custos indiretos.

Custos directos: custos ou encargos relacionados com a produção dos bens e serviços como as matérias primas ou a remuneração dos trabalhadores.

Os custos indiretos são  encargos que a unidade produtiva tem que suportar, mas que não estão diretamente relacionados com a produção, água, rendas, telecomunicações.

Influencia entre o preço e a procura. O nº de compradores pode influenciar o preço e vice versa (lei da oferta de da procura).

A tecnologia também pode influenciar o preço dos bens e serviços. A tecnologia incorpora valor um ganho de produtividade tecnológico pode influenciar o preço de um bem ou serviço.

5 – A Inflação

  • De uma maneira geral, chama-se inflação, à subida contínua, persistente e generalizada dos preços.

Para se poder falar de inflação, torna-se necessário que as subidas dos preços sejam suficientemente generalizadas e permaneçam no tempo, provocando outras subidas, num processo auto-sustentado

Inflação – é a subida generalizada de preços.

Contínua, inesperada, generalizada

Comércio e inflação

Consequências da inflação:

Desvalorização da moeda, havendo mais inflação temos que dar mais moeda para adquirir os mesmos produtivos.

Perda de poder de compra: se o valor da inflação superar o aumento dos salários num determinado ano, significa que o poder de compra será reduzido porque o salário real irá diminuir.

Preços correntes e preços constantes.

Para calcular o valor de produção de bens e serviços posso utilizar preços correntes ou preços constantes.

Com os preços correntes estou a incluir a inflação no cálculo do produto.

Com os preços constantes a inflação na interfere no cálculo do produto.

O índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) é o indicador que permite comparar a inflação de diferentes países da União Europeia.

Em Portugal, o principal índice utilização é o índice de preços no consumidor (IPC), que indica a média ponderada de preços de um cabaz de bens,

  • A inflação é medida através do IPC, mede o preço de um cabaz de bens que varia de país para país.
  • Taxa de inflação mensal Tim = ((IPC mês X/ IPC mês X-1) – 1)x100
  • Taxa de inflação homóloga = ((IPC mês ano X/ IPC mês ano X-1) – 1)x100

A taxa de inflação é a taxa de crescimento do índice de preços no consumidor entre duas datas.

A taxa de inflação mensal: compara o valor da inflação entre dois meses consecutivos.

A taxa de inflação homóloga: compara a inflação de um determinado mês com o mesmo mês do ano anterior.

A taxa de inflação média dos últimos 12 meses (Tim 12) que é a média simples das últimas doze taxas comparada com a média das 12 taxas homólogas.

Deflação, representa o contrário da inflação, descida generalizada e inesperada e contínua dos preços. Está associada a uma baixa da procura, da produção e do emprego.

Desinflação: é uma diminuição da taxa de inflação, mas contínua a existir aumento de preços só que é mais ligeiro.

Estagflação: é um conceito que relaciona a inflação com a estagnação da atividade económica. Este efeito ocorre quando temos uma subida galopante do nível dos preços que é acompanha por um nível de desemprego, o que pode levar à estagnação da economia.

categorias inflação

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Índice de preços no consumidor

causas explicativas da inflação

causas explicativas da inflação

poder de compra

poder de compra

Relação entre inflação e o valor da moeda
Relação entre inflação e o valor da moeda

Relação entre inflação e o valor da moeda

A inflação representa o aumento generalizado dos  preços dos bens e serviços.

Se a inflação é elevada, significa que vamos ter que despender de mais moeda para adquirir os bens e serviços.

Aumentando o volume de moeda por transação significa que a moeda perde o seu valor, aquilo que chamamos “inchaço da moeda”.

Em processos de deflação, isto é, uma descida generalizada dos preços normalmente existe a situação inversa.

6 – Inflação em Portugal e na União Europeia

Antes de Portugal entrar na UE, a taxa de inflação portuguesa era muito elevada, em 1984, chegou a atingir 29,3%. A inflação baixou de forma acentuada a partir do momento da adesão à UE. Mais tarde, contribuíram para esta situação os esforços que Portugal teve que realizar no sentido de cumprir os critérios de adesão à moeda única em particular a estabilidade de preços.

Atualmente, a taxa de inflação portuguesa tem valores baixos, que estão ao nível da média europeia. A análise destes valores é feita através do índice de preços no consumidor (IPC) e no comparativo com os outros países da zona euro através do índice harmonizado de preços no consumidor.

O índice Harmonizado de preços no consumidor é um instrumento muito importante na medição económica, sendo frequentemente utilizado como meio de comparação de flutuações no poder de compra dos consumidores da UE. O IHPC de Portugal uma vezes tem-se apresentado superior ao IHPC da área Euro outras vezes inferior.

Preparação para Exame Nacional

Capítulo 4 – Comércio e moeda

Questões de Exame – Comércio e moeda  

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Preparação para os Exames Nacionais (online, centro de estudos e domicílio, Kids.com, Aulasaodomicilio.com) – 91 818 70 95

Fundos Comunitários

Fundos Comunitários

Fundos de Coesão Económica e Social

São fundos comunitários que visam uma aproximação entre os países menos desenvolvidos e os mais desenvolvidos da União Europeia.

Temos por exemplo o FEDER e o FSE

Fundos Estruturais revertem a favor da criação de infraestruturas, pontes, estradas, etc.

Temos os fundos estruturais como o FEOGA com apoio do Banco Europeu e mecanismos financeiros.