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Preparação Exame Economia 2017

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Preparação Exames Nacionais 2017

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Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

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Financiamento da atividade económica

Financiamento da atividade económica

Auto financiamento e financiamento externo

As empresas precisam de capital para financiarem a sua atividade, nem sempre possuem capitais próprios necessários daí a necessidade de recorrerem a capitais alheios.

Nas situações em que as empresas detêm capitais suficientes para financiamento da sua atividade optam pelo chamado – autofinanciamento.

Noutras situações têm de financiarem a sua atividade recorrendo ao financiamento externo.

O financiamento externo pode ser obtido por dois processos :

Financiamento indireto, recorrendo ao crédito das instituições financeiras.

Financiamento direto, acedendo ao mercado de títulos.

Só as grandes empresas é que normalmente acedem ao mercado de títulos.

Por exemplo a emissão de obrigações é uma forma de financiamento.

A venda de ações também de financiamento das empresas.

Financiamento da atividade económica

Financiamento interno (autofinanciamento) – Fundos da própria empresa;

Financiamento externo:

Indireto – crédito

Direto – Mercado de títulos

Criação de moeda escritural

Criação de moeda escritural

Os bancos desempenham uma função muito importante na atividade económica: a criação de moeda escritural.

Estas instituições, quando permitem que parte das poupanças por si captadas voltem a entrar no mercado pela via do crédito, estão a criar moeda. Este efeito é denominado efeito multiplicador do crédito.

Os bancos são obrigados a constituir uma reserva. Desta forma guardam uma percentagem dos valores captados nos depósitos, pelo que não podem aplicar todas as poupanças em crédito. Mas a parte que se destina a crédito faz com que o capital que estaria guardado possa ser utilizado para financiar outro agente, que, por sua vez, o pode aplicar de novo, fazendo aumentar a moeda escritural sem que, na prática, tenha havido um aumento de notas e moedas em circulação.

A captação de depósitos, a concessão de crédito e a criação de moeda escritural são as principais funções dos bancos. Mas os bancos também se dedicam à guarda e administração de valores mobiliários e à gestão de meios de pagamento, como cartões ou cheques, entre outras atividades devidamente reguladas.

 

Financiamento externo indireto – o crédito

Financiamento externo indireto – o crédito

As empresas, quando necessitam de fundos que não dispõem, recorrem, por vezes, às instituições financeiras com o intuito de obterem crédito. O crédito consiste na cedência temporária de uma determinada quantia tendo como contrapartida os juros. O acordo estabelecido entre o detentor do capital (mutuante) e o beneficiário do crédito (mutuário) é realizado por meio de um contrato: o contrato de mútuo (empréstimo). Esse empréstimo pressupõe que o montante cedido seja devolvido ao seu proprietário nas condições acordadas, assim como os juros devidos devidos lhe devem ser pagos nas datas previamente acordadas.

O crédito tem uma grande importância para a economia, permite potenciar o seu crescimento. O crédito estimula a produção, viabilizando o investimento das empresas e possibilitando o seu financiamento pontual para a resolução de problemas de tesouraria, quer o consumo das famílias, ao permitir-lhes adquirir antecipadamente os bens que desejam.

Diferentes tipos de crédito

Quanto à duração:

Curto prazo: quando o período de crédito concedido é inferior a um ano;

Médio prazo: quando o período de crédito concedido está compreendido entre um e cinco anos;

Longo prazo: quando o período de crédito concedido é superior a cinco anos;

Quanto ao beneficiário

Privado: quando o beneficiário do crédito é um individuo ou uma empresa particular;

Público: quando o beneficiário do crédito é o Estado;

Quanto à sua origem

Interno: quando a instituição que concede o crédito reside em território nacional;

Externo: quando a instituição que concede o crédito reside em território estrangeiro.

Quanto à finalidade

crédito à produção : crédito concedido às empresas

Existem 2 tipos principais:

Crédito ao funcionamento: crédito concedido para resolver necessidades pontuais de tesouraria, sendo, geralmente, de curta duração.

Crédito de financiamento: crédito para investimento, que, normalmente, é de longa duração.

Crédito ao consumo:

Tipo de crédito destinado às famílias para a aquisição de bens de consumo.

Diferentes tipos de garantias

Os bancos tendem a conceder créditos ou empréstimos quando consideram que os devedores oferecem confiança no que respeita ao cumprimento do contrato.

Em muitos casos eles pedem aos seus clientes a entrega de garantias adicionais como forma de assegurar o cumprimento integral dos contratos.

Garantias reais, se implicam uma entrega acessória de bens do património do devedor ou de terceiros, caso responsabilizem mais pessoas e as envolvam no pagamento da dívida, como acontece com os fiadores.

Os bancos são as instituições que se dedicam, por um lado à captação das poupanças daqueles que dispõe de capital excedentário, daqueles que estão disponíveis para não utilizar o seu dinheiro durante um determinado período de tempo e por esse motivo receberem em troca o juro.

Por outro lado, os banco utilizam parte das poupanças captadas para as disponibilizar aos indivíduos que necessitam de financiamento, concedendo-lhe, assim, crédito.

Fatores a considerar na produção de um bem

Fatores a considerar na produção de um bem

O que produzir? (O quê?)

Para quem produzir (Para quem?, procura);

Quanto produzir? (Quantidades produzidas)

Como produzir? (modo de produção, tecnologia, gestão de recursos, etc.)

Fatores que influenciam a oferta de um bem

Objetivo das empresas;

Preço que se pretende vender;

Preços dos outros bens, relacionados ou não

Custo dos fatores de produção

Nível de desenvolvimento tecnológico

Estrutura de mercado

Função de produção de uma empresa

Existe uma relação entre a quantidade necessária de fatores de produção e a quantidade de produto que podemos obter;

Quantidade máxima de produto que podemos produzir com uma dada quantidade de fatores de produção, é definida para um desenvolvimento técnico e um conhecimento tecnológico determinado.

Pressupõe:

Escolha do bem a produzir

Tecnologia a utilizar

Objetivos empresariais

Função produção F(v1,v2)

V1 – fatores variáveis

V2 – fatores fixos

Na função produção temos a fronteira das possibilidades de produção. Representa a quantidade máxima que podemos produzir utilizando ao máximo os fatores fixos.

Existe a relação com o conceito do custo de oportunidade porque para produzir mais do bem a, vou ter que abdicar do bem b.

Relação entre quantidade de produto e quantidade de recursos (capital, terra e trabalho)

Produto total: é a quantidade total do produto que podemos obter a partir da adição sucessiva de um ou vários fatores de produção

Varia com o aumento de um ou mais fatores de produção

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Produto marginal é o produto que deriva de cada acréscimo de uma unidade do fator de produção.

Produto médio: relação entre produto total e unidades do fator de produção.

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Decisões do consumidor

Decisão do consumidor

Partimos do conceito da utilidade que atribui a cada bem e que pressupóe que o consumidor vai efetuar escolhas racionais. Vai escolher a combinação de bens que lhe proporcione a maior satisfação, tendo em conta as restrições de rendimento e disponibilidade de bens.

O consumidor para atingir o máximo de satisfação deve fazer opções de consumo até atingir a utilidade marginal da unidade monetária de cada bem seja igual em todos os bens.

 

Curva consumo rendimento

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Curva que vai unir os ponto otimos para os diferentes níveis de rendimento.

Lugar geométrico dos pontos de consumo ótimo de dois bens, para certos níveis de preços e vários valores de rendimento.

Curvas de indiferença

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As curvas de indiferença representam o conjunto de pontos indiferentes ou com a mesma utilidade, em termos de decisões de consumo por parte do consumidor.

Curva é negativa porque à medida que se vão retirando unidades de um bem, é necessário introduzir utilidades de outro bem.

As curvas nunca se intersetam e quanto mais afastadas para o lado direito maior a sua utilidade.

Mapa de indiferença

Traça todas as curvas por pontos no espaço, por cada ponto no espaço representa uma combinação de quantidades de dois bens passa uma e só uma curva de indiferença.

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Cada uma das curvas acima representa níveis de utilidade superiores.

Taxa marginal de substituição (TMS)

Representa a relação ou rácio ao qual o consumidor está disposto a trocar um bem pelo outro.

Representa a utilidade relativa entre 2 bens.

Em cada ponto da curva de indiferença a TMS é dada pela tangente à curva nesse ponto.

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Modelo de equilíbrio parcial

Modelo de equilíbrio parcial

Atomicidade … existe um grande nº de consumidores e de produtores

(ex: os cafés existem em grande nº e também têm um grande nº de clientes).

Homogeneidade: Existe pouca diferenciação entre os vários produtores

(ex: os cafés ou pastelarias tendem a ter serviços muito idênticos).

Ausência de barreiras à entrada:

Qualquer pessoa pode ter livre iniciativa para investir num negócio…

Transparência do mercado: existe informação sobre todos os preços e a oferta de serviços e bens…

Mobilidade perfeita de fatores: os fatores capital e trabalho são móveis.

 

Comportamento dos agentes económicos

Quanto mais alto é o preço menores são as quantidades procuradas.

Existe uma relação inversa entre o preço e a procura.

Com a exceção dos bens de luxo ou de giffen

Determinantes da procura

Determinantes da procura

Gostos ou preferências; por ex: Moda, a publicidade

Rendimento: As opções vão alargar-se….

Informação: A informação proporciona uma melhor escolha

Expetativas: Teoria das expetativas, Se uma pessoa souber que no final do mês vai ter um aumento, ainda antes desse aumento já vai começar a gastar mais dinheiro.

Preços de outros bens: Efeito rendimento e o efeito substituição

Se o preço de um determinado bem complementar aumentar ou outro vai diminuir porque estão diretamente relacionados.

Efeito substituição: O preço de Macdonalds é muito mais caro que o KFC, então, vou substituir a minha opção do Mac para KFC.

Sazonalidade: Por ex: a procura de gelados é maior no verão. A procura de guarda chuvas é maior no inverno.

Oferta – Disponibilidade por parte do produtor para oferecer bens e serviços.

Oferta individual: Oferta de cada um dos produtores.

Oferta Global, agregada ou de mercado: Toda a disponibilidade que os produtores de uma determinada economia estão dispostos a produzir perante um determinado nível de preços.

 

Economia de Mercado e Economia centralizada

Economia de Mercado e Economia centralizada

Economia de Mercado: segue o modo de comportamento da oferta e da procura. Existe propriedade privada e livre iniciativa

Economia Planificada ou de Direção Central: é  o estado que dispõe de todos os recursos e não existe a propriedade privada.

 

Tipo de Agentes Económicos

Tipo de Agentes Económicos

Tipo de agentes económicos

Tipo de agentes económicos

Os agentes económicos

Famílias: incluem todos os agregados familiares de um país. As famílias constituem um agente económico porque representam uma função económica, o consumo.

Empresas – São os agentes económicos que se dedicam à produção de bens e serviços. Dividem em dois tipos diferentes:

Empresas não financeiras: são aquelas que produzem os bens e serviços não financeiros (por exemplo: um ginásio, um restaurante, etc.)

Empresas financeiras: são aquelas que comercializam produtos financeiros, como por exemplo os bancos ou as seguradoras.

Estado: neste agente incluímos a Administração Pública, esta tem como principal função promover a satisfação das necessidades coletivas. O Estado intervém na economia através da redistribuição dos rendimentos e do fornecimento de serviços, como a educação ou a saúde, de modo a satisfazer as necessidades da população.

Resto do Mundo: englobam-se todas as operações efetuadas entre um país e o Resto do Mundo. Registam-se as transações realizadas entre os agentes nacionais e os agentes estrangeiros. Atualmente, quase não se pode falar em economias fechadas, pelo que é praticamente impossível viver sem estabelecer relações de troca com outras nações. As maioria das nações estabelece relações económicas com outros países, estabelecendo assim um modelo de economia aberta.

Funções principais dos agentes económicos

Famílias: Função principal é consumir bens e serviços.

Empresas não financeiras: Produzir bens e serviços não financeiros

Empresas financeiras: Produzem serviços financeiros

Estado: O Agente económico que gere a aplicação das leis e arbitra o circuito económico.

Exterior ou Resto do Mundo: Relações com o resto do Mundo. Realização de transações com agentes estrangeiros