Tag Archives: Explicações Economia Loures

Explicações Economia Low Cost

Explicações Economia  Low Cost

Explicações Economia Low Cost

Explicações Economia Low Cost

temos um site de apoio para os alunos: http://www.explicacoeseconomia.com.pt

Explicações Economia Odivelas

Preparação para o Exame Nacional de Economia

Vais fazer exame Nacional de Economia?

A Kids.com tem um horário low cost para preparação intensiva para o Exame Nacional – Pack intensivo.

Por apenas 9,60€ + IVA por hora individual,

Terça, Quarta e Sexta das 16:00 -17:30, exclusivo para Odivelas.

Aulas personalizadas com apoio multimédia, também temos aulas online para alunos que estejam mais longe.

Ultimas reservas, aproveite já esta oportunidade e faça a preparação para o seu exame.

Local:

Rua Vieira da Silva, lote 11, loja b, Quinta Nova, 2675-209 Odivelas

visite-nos: www.explicacoesodivelas.pt

Contactos:

telem. 91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

Explicações de Economia  em Loures

Aulas personalizadas de preparação para Testes e Exame Nacional de Economia

Explicações de Economia na Pontinha

Explicações de Economia na Pontinha

Visite o nosso site de apoio: www.explicacoeseconomia.com.pt

Explicações de Economia 10º e 11º ano na Pontinha

Professores experientes e muito competentes.

Boa taxa de sucesso em anos anteriores

Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

Reserve já a sua inscrição

Preços

14,00€ + IVA por hora individual

Pack intensivo 10h +2h semana (3 horas semanais)

One + One

2 amigos = 50% de desconto para cada

(promoção não acumulável com outras existentes)

Estamos abertos todo o ano de Segunda a Sábado, inclusive durante o período de férias escolares.

Onde Estamos

Estamos agora em mais locais para estarmos mais próximos de si: Odivelas, Loures, Pontinha, Ramada,Colinas do Cruzeiro, Frielas, Santo António dos Cavaleiros, Santo António dos Cavaleiros,Póvoa Sto Adrião, Caneças e Casal de Cambra… Também temos aulas ao domicílio, Concelhos de Loures, Odivelas, Amadora e Lisboa.

Contactos

91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

visite-nos: www.explicacoesloures.pt

Explicações de Economia

Explicações de Economia

Explicações de Economia

Explicações de Economia

Soluções à sua medida

Aulas individuais

Aulas personalizadas = Melhores resultados

Aulas + Intensivas

Individuais ou em pequenos grupos

Aulas em grupo – One plus One

Happy Hour – horários económicos (exclusivo para Odivelas)

Pacotes intensivos de aulas

Equipa de professores

Experientes

Com bons resultados comprovados

Locais de Formação:

Domicílio (grande Lisboa e arredores)

Odivelas

Pontinha

Loures

Santo António dos Cavaleiros

Póvoa Sto Adrião

Caneças

Casal de Cambra

Disciplinas

Todas as disciplinas

Secundário

3º Ciclo

Preparação Maiores 23 Anos

A kids.com tem uma equipa de professores experientes que apoiam os alunos no processo de exame para acesso aos Maiores 23 anos

Onde Estamos

Locais abrangidos:

  • Salas Kids  Caneças, Casal de Cambra, Colinas do Cruzeiro (Odivelas), Frielas, Loures, Quinta Nova (Odivelas), Pontinha, Póvoa de Santo Adrião, Ramada, Santo António dos Cavaleiros.
  • Formação ao Domicílio– Benfica, Carnide, Loures, Lumiar, Moscavide, Odivelas, Olival Basto, Parque das Nações, Ramada, Telheiras.

http://kids.com.pt/quem-somos/contatos/locais-de-formacao/

http://kids.com.pt/quem-somos/contatos/como-chegar-ate-nos/

Funcionamos durante todo o ano inclusive durante o período de férias escolares.

Contacte-nos:

Telm. 91 818 70 95, tel. 21 931 23 97 email: info@kids.com.pt

visite-nos: www.kids.com.pt

 

Explicações Economia Loures

Explicações Economia Loures

Explicações Economia Loures

Explicações Economia Loures

Preparação Exames 1ª Fase Loures

Preparação Exames Nacionais 2017 1ª Fase

A kids.com apresenta uma série de soluções para a sua preparação para os Exames Nacionais:

Explicações Odivelas

Soluções à sua medida

Aulas individuais

Aulas em grupo – One plus One

Happy Hour – horários económicos

Pacotes intensivos de aulas

Equipa de professores

Experientes

Com bons resultados comprovados

Locais de Formação:

Domicílio (grande Lisboa e arredores)

Odivelas

Pontinha

Loures

Santo António dos Cavaleiros

Póvoa Sto Adrião

Caneças

Casal de Cambra

Disciplinas

Todas as disciplinas

Secundário

3º Ciclo

Preparação Maiores 23 Anos

A kids.com tem uma equipa de professores experientes que apoiam os alunos no processo de exame para acesso aos Maiores 23 anos

Onde Estamos

http://kids.com.pt/quem-somos/contatos/locais-de-formacao/

http://kids.com.pt/quem-somos/contatos/como-chegar-ate-nos/

Funcionamos durante todo o ano inclusive durante o período de férias escolares.

Contacte-nos:

Telm. 91 818 70 95, tel. 21 931 23 97 email: info@kids.com.pt

www.explicacoesloures.pt

Questões revisão – intervenção do Estado na Economia

Questões revisão – intervenção do Estado na Economia

1  – Leia o texto que se segue

O destino que o mercado dá aos resultados da atividade económica é, por vezes influenciado por fatores estranhos ao próprio mercado. Por essa razão, a repartição feita pelo mercado pode não ser justa. Assim, o Estado pode intervir no sentido de alcançar uma maior equidade.

João César das Neves, Princípios de Economia Política (adaptado)

Justifique, tendo em conta o texto, a necessidade de intervenção do Estado, nas esferas económica e social, com vista a alcançar uma maior equidade.

(Exame Nacional Economia A – 2009, 2ª fase)

 

2 – Leia o texto.

Os impostos diretos progressivos penalizam mais quem ganha mais e menos quem ganha menos, contribuindo para a promoção da equidade. Pelo contrário, os impostos indiretos sobre um dado bem são pagos, na mesma medida, tanto por alguém que ganha muito como por alguém que apenas recebe o rendimento social de inserção. Como política fiscal, o recurso aos impostos indiretos, sobretudo quando se trate de bens de consumo essencial, pode comprometer a promoção da equidade.

Baseado em: Catarina de Albuquerque, entrevista à Visão, in http://visao.sapo.pt  (consultado em outubro de 2015)

Explicite, com base no texto, as diferenças entre a utilização de impostos diretos progressivos e a utilização de impostos indiretos, no que respeita à promoção da equidade. Na sua resposta, comece por distinguir impostos diretos de impostos indiretos.

3 – O Estado deve …

a) assegurar a obtenção de receitas públicas e privadas;

b) promover a eficiência, a equidade e a estabilidade;

c) garantir a maximização do lucro;

d) promover a eliminação das desigualdades setoriais.

4 – Uma política intervencionista…

a) permite

4 – Um dos objetivos da intervenção do Estado na redistribuição do rendimento é garantir uma maior…

a) produtividade.

b) autonomia.

c) eficiência.

d) equidade.

6 – Os impostos diretos incidem…

a) sobre os rendimentos das famílias e sobre os rendimentos das empresas.

b) apenas sobre os rendimentos das famílias.

c)  apenas sobre as despesas das empresas.

d) sobre as despesas das empresas e sobre as despesas das famílias.

7 – No âmbito das suas funções económicas e sociais, o Estado, ao aplicar políticas de redistribuição dos rendimentos pretende essencialmente garantir a eficiência.

Esta afirmação é …

a) verdadeira, porque o Estado, ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende essencialmente diminuir os custos de produção das empresas.

b) verdadeira porque o Estado ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende essencialmente promover a estabilidade.

c) falsa, porque o Estado ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende essencialmente promover a equidade.

d) falsa, porque o Estado ao reduzir as desigualdades na repartição dos rendimentos, pretende essencialmente assegurar uma aumento das exportações.

8- O imposto sobre o valor acrescentado (IVA) é classificado como um …

a) imposto direto, constituindo uma das receitas correntes do Estado.

b) imposto direto, constituindo uma das receitas de capital do Estado,

c) imposto indireto, constituindo uma das receitas correntes do Estado.

d) imposto indireto, constituindo uma das receitas de capital do Estado.

9 – Num determinado país, em 2014, o Estado solicitou um empréstimo ao resto do mundo no valor de 100 milhões de euros. Os juros de dívida pública, relativos a esse empréstimo e pagos em 2015, constituem para esse país, uma.

a) despesa corrente do Estado.

b) despesa de capital do Estado.

c) receita corrente do Estado.

d) receita de capital do Estado.

10 – No âmbito de uma política comercial, a regulamentação das condições de acondicionamento, rotulagem e transporte dos produtos alimentares importados, adotada por um dado país, constitui uma medida

 (A) não equitativa.

(B) não tarifária.

 (C) anti dumping.

 (D) livre-cambista

11 – Num dado país, existe uma única empresa produtora e distribuidora de pão. Em 2012, essa empresa decidiu aumentar o preço do pão em 30%, tendo-se mantido tudo o resto constante. Esta situação levou o Estado a intervir, limitando esse aumento a 10%.

Então, podemos afirmar que a intervenção do Estado no mercado do pão desse país possibilitou

 (A) a eliminação de uma externalidade negativa.

(B) a limitação dos lucros do monopolista.

(C) o acesso a um bem público.

(D) o recurso a um bem primário

12 – As diversas repartições de finanças de um dado país decidiram melhorar a qualidade dos serviços prestados e, para isso, adquiriram novas fotocopiadoras e novas esferográficas. Os valores de compra das fotocopiadoras e das esferográficas são inscritos no Orçamento do Estado como

 (A) despesas correntes, em ambos os casos.

(B) despesas de capital, em ambos os casos.

(C) despesas de capital e correntes, respetivamente.

 (D) despesas correntes e de capital, respetivamente

13 – Um imposto direto progressivo

 (A) caracteriza-se pela taxa de imposto idêntica para os diversos níveis de rendimentos dos contribuintes.

(B) tem como objetivo o agravamento das desigualdades na repartição do rendimento.

 (C) é um dos instrumentos utilizados pela política de redistribuição do rendimento.

 (D) assegura que os contribuintes com diferentes rendimentos brutos pagam o mesmo valor de imposto.

14 – A política monetária, em Portugal, é atualmente definida pelo…

  1. a) Banco de Portugal
  2. b) Governo da República
  3. c) Parlamento Europeu
  4. d) Banco Central Europeu

15 – Um dos objetivos do Estado, no exercício das suas funções económicas e sociais, consiste em

 (A) assegurar preços baixos para todos os bens.

(B) fixar o valor dos lucros a atingir pelas empresas.

(C) promover a eficiência na utilização dos recursos.

(D) implementar políticas estruturais de curto prazo.

16 – Na definição das suas políticas económicas, o Estado utiliza diversos instrumentos, como, por exemplo, …

  1. a) a taxa de inflação
  2. b) os lucros obtidos pelas empresas
  3. c) os impostos
  4. d) a taxa de desemprego.

17 – O Estado intervencionista defende…

a) a livre iniciativa e a livre concorrência.

b) a propriedade privada dos meios de produção.

c) que deve intervir na vida em sociedade, mas apenas nas áreas em que o setor privado não atua.

d) que deve ter um papel ativo na redistribuição do rendimento.

18 – O Orçamento do Estado

a) constitui uma previsão anual das despesas do Estado e do setor privado.

b) constitui uma previsão anual das despesas e receitas do Estado.

c) constitui uma previsão semestral das despesas e receitas extraordinárias do Estado.

d) corresponde ao total de empréstimos contraídos pelo Estado para fazer face às despesas correntes da Administração Pública.

19 – A Administração pública inclui…

a) os agentes que prestam serviços gratuitos às famílias.

b) as unidades institucionais de um país que produzem bens e serviços não comercializáveis.

c) os organismos da Administração Central e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias.

d) as unidades produtivas de um país que produzem bens e serviços comercializáveis destinados a uma comunidade.

20 – Uma política intervencionista…

a) permite o funcionamento dos mecanismos de mercado.

b) impõe barreiras à livre circulação de mercadorias.

c) regula o comércio externo.

d) aplica impostos como medidas sancionatórias.

21- As despesas públicas podem ser…

a) correntes ou de capital

b) creditícias.

d) patrimoniais ou voluntárias.

d) tributárias ou coativas.

22 – Caraterize o conceito de Estado-providência.

23 – A contingentação é uma das barreiras protecionistas impostas pelo Estado. Comente a afirmação anterior apresentando outras formas de protecionismo estatal.

24 – Explique em que consiste o rendimento disponível dos particulares justificando a importância da redistribuição do rendimento.

25 – Numa situação de défice das contas do Estado, um aumento de impostos, permanecendo tudo o resto constante, levará…

a) à diminuição do défice orçamental.

b) ao crescimento da dívida pública.

c) ao aumento das taxas de juro,

d) à manutenção do saldo orçamental.

 

26 – As políticas económicas e sociais conjunturais têm como horizonte temporal…

O médio e o longo prazos

O longo prazo

O curto e o longo prazos

O curto prazo

27 – Justifica a distribuição de “eletricidade” como um bem público.

28 – “O Welfare State (Estado- Providência) é um sistema fundado num contrato social, tácito e explicito, que garante e promove a segurança social e individual e coletiva, a justiça social e as formas efetivas de sociedade humana e intergeracional.”                                   A.AW, Grupo de Lisboa, Limites à Competição. Publicações Europa- América, 1994

28.1 – Apresente algumas diferenças entre o Estado Liberal e o Estado intervencionista.

28.2 Justifique a importância das políticas sociais.

29 – O saldo orçamental está em equilíbrio quando:

a – a receita é igual à despesa;

b – a receita é menor que a despesa;

c -a receita é maior que a despesa.

d – a receita pública é igual à dívida pública.

30 – O saldo orçamental corrente corresponde:

a – à diferença entre o total de receitas (menos a emissão de dívida pública) e o total das despesas (menos as amortizações da dívida).

b – a subtração ao saldo global as despesas com o pagamento dos juros

c – à diferença entre as receitas e as despesas correntes.

d – nenhumas das anteriores.

31 – Atualmente, em vários países da Europa, os sistemas de Segurança Social correm risco de rutura financeira. Um dos fatores responsáveis por esse facto pode ser…

a – o aumento da população empregada.

b – a diminuição da população inativa.

c – o aumento da população residente.

d – a diminuição da população empregada.

32 – As políticas económicas e sociais conjunturais têm como horizonte temporal…

a – o médio e o longo prazos.

b – o longo prazo.

c – o curto e o longo prazos.

d – o curto prazo.

 

A Intervenção do Estado na Economia

A Intervenção do Estado na Economia

A Intervenção do Estado na Economia

Funções e organização do Estado

Consideramos Estado uma entidade dotada de soberania, composta por uma comunidade com uma estrutura organizada num determinado território.

O conceito de Estado engloba 3 elementos fundamentais: o povo, o território e a soberania.

Povo: conjunto de pessoas que são unidas pelo vinculo de nacionalidade ou cidadania

Território: considera-se o espaço geográfico sob o poder do Estado, inclui o solo e subsolo terrestres e os espaços aéreo e marítimo

Soberania: considera-se o poder supremo do Estado sobre o povo e o território.

Ao Estado são tradicionalmente atribuidas 3 funções:

Legislativa: consiste na elaboração das leis

Executiva: consiste na execução das leis pondo-as em prática

Judicial: ocupa-se da resolução de conflitos

O Estado na atualidade tem também em consideração a satisfação dos interesses coletivos. Desta forma o Estado tem 2 áreas fundamentais de intervenção, a social e a económica.

Na sua função social: O Estado procura garantir o bem-estar de todos os indivíduos, dando importância aos mais desfavorecidos, fornecendo os serviços essenciais, como a saúde ou a educação, e concedendo subsídios.

Função económica: atua como dinamizador ou regulador da atividade económica da nação.

Os poderes e competências do estado são atribuidos aos seus órgãos de soberania. De acordo com o artigo 110º da Consituição da República, os órgãos de soberania que exercem as funções legislativa, executiva, judicial e politica são:

  • o Presidente da República;
  • a Assembleia da República
  • o Governo
  • os Tribunais

Segundo o artigo 118º da CRP, que define o princípio da renovação, ninguém pode exercer a título vitalício qualquer cargo político. O artigo 123º da mesma Constituição define um limite máximo de 2 mandatos no que se refere à reeligibilidade dos órgãos de soberania, Por outro lado, o artigo 111º menciona a necessidade de separação de poderes e interdependência.

Sector Público

O Sector publico é  que trata dos assuntos de interesse geral do pais, tendo como objetivo a maxima satisfação das necessidades coletivas sem ter fins lucrativos.

O Estado desenvolve essencialmente dois tipos de tarefas.

As atividades clássicas relacionadas com a satisfação das necessidades coletivas como a justiça, a segurança, saúde e educação e as atividades de produção de bens e serviços que se equipara ao sector produtivo privado.

Desta forma o sector público decompoe-se em dois.

O Setor Público Administrativo (SPA) e o Sector Empresarial do Estado (SEE).

O Sector Público Administrativo ou Administração Pública trata os assuntos de interesse geral do país, visando a máxima satisfação das necessidades coletivas e não tendo fins lucrativos. O SPA procede à redistribuição do rendimento através da utilização dos impostos, taxas e contribuições obrigatórias entregues pelos cidadãos. Neste sector incluimos a Adiminstração Central com os ministérios e as direções gerais, a Administração Local autarquias e a Segurança Social

O Sector Empresarial do Estado é o sector produtivo do Estado, engloba as empresas por ele detidas total ou maioritariamente.

Funções económicas e sociais do estado

Funções económicas e sociais do estado – visam garantir:

  1. Eficiência
  2. equidade
  3. estabilidade

 

1. Eficiência– levar os agentes económicos a efectuar escolhas racionais e eficientes, que permitam elevado grau de satisfação a baixo custo.

MAS… existem FALHAS DE MERCADO…

Ô

a. concorrência imperfeita – impedir a formação de monopólios

b. externaliades – negativa -Ex: poluição; positiva (descobertas)

c. bens públicos – não rivalidade; não exclusividade. Ex: defesa nacional

 

2. Equidade – A repartição primária dos rendimentos gera desigualdades económicas e sociais. Face a isto, o Estado deve:

garantir equidade, isto é: proceder à redistribuição dos rendimentos.

Ex: dar subsídios aos mais carenciados. Rendimento Social de Inserção, pensões de reforma, invalidez.

 

3. Estabilidade – o Estado deve intervir na economia de forma a prevenir situações de instabilidade ou a minimizar os seus efeitos sobre a vida eco e social. Ex: subsídios de desemprego, medidas de combate à inflação…

INSTRUMENTOS DE INTERVENÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DO ESTADO

11.2.2 INSTRUMENTOS DE INTERVENÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DO ESTADO:

 

1- Planeamento – fixa objectivos que pretende alcançar a curto, médio e longo prazo.

– Imperativo – sector público

– Indicativo – sector privado

 

Orçamento de Estado – documento elaborado anualmente pelo Governo onde se prevêem as receitas e as despesas a efectuar pelo Estado, de acordo com os objectivos eco e socais fixados.

 

Despesas públicas – despesas efectuadas pelo Estado.

– Classificação de acordo com o critério funcional: despesas com:

 

– Funções gerais de soberania (Serviços Gerais da AP, Defesa Nacional, Segurança e Ordem Públicas)

         – Funções sociais – educação, saúde, …

         – Funções económicas – agricultura, indústria, transportes, …

 

As despesas públicas podem ser correntes ou de capital. As despesas correntes são aquelas que garantem o normal funcionamento da Administração Pública, como os vencimentos dos funcionários públicos, todos os bens de consumo utilizados habitualmente pela Administração Pública, etc.

        

Receitas públicas – podem ter várias origens:

         – Receitas coactivas: impostos, taxas, multas

                   Impostos – directos (IRS, IRC…) / indirectos (IVA, IA, ISP)

 

– Receitas patrimoniais: rendimentos gerados pelo património de que o Estado é proprietário

 

         – Receitas creditícias (empréstimos): dívida pública

 

 

Receitas/Despesas – classificação de acordo com o critério económico:

 

         – Receitas correntes – ex: impostos, taxas e multas

– Receitas de capital – podem não se repetir no ano seguinte. Ex: privatizações, venda de património do Estado, empréstimos…

O Banco de Portugal classifica as receitas públicas segundo um critério económico equivalente à classificação das despesas. Consideram-se os impostos, taxas e outras contribuições pagas pelos cidadãos como receitas correntes e integra a venda de património, bens de capital, aplicação da poupança ou a obtenção de empréstimos na categoria das receitas de capital.

 

         – despesas correntes – encargos permanentes do Estado no desempenho das suas funções ao longo do ano. Ex: vencimentos c/ funcionários.

         – despesas de capital – encargos assumidos num determinado ano mas cujos efeitos podem prolongar-se em anos seguintes. Ex: construção de pontes, aquisição de capital fixo,…

 

 

Saldo orçamental – diferença entre o total das receitas correntes e o total das despesas correntes.

 

         – défice orçamental corrente – empréstimos – dívida pública (dependendo dos financiadores, pode ser interna ou externa).

         – superavite orçamental corrente

 

Significado do saldo orçamental:

         – Através das receitas o Estado intervém nas esferas eco e social quando:

                   – aumenta ou diminui os impostos directos ou indirectos

         – Através das despesas o Estado intervém nas esferas eco e social quando:

                  – aumenta os salários dos funcionários públicos ou contrata mais

                   – aumenta a despesa do Estado em bens de consumo

                   – aumenta as transferências para as famílias

                   – aumenta as despesas de capital

 

Conclusão: o saldo orçamental é indicador utilizado na análise da situação económica de um país…

Estado Liberal e Estado Intervencionista

 Estado Liberal e Estado Intervencionista

Estado Liberal

 

O conceito de Estado liberal surge no século XVIII após as revoluções liberais ocorridas na Europa em França e Inglaterra. O liberalismo assentava em pressupostos como a propriedade privada, redução do poder político, ordem espontânea, igualdade perante a lei e funcionamento livre do mercado.

 

Este tipo de Estado – “Estado Liberal” entrou em crise no final do século XIX. Viu-se agravada a sua situação com a 1ª GM e a Grande Depressão de 1929. O mecanismo de mercado não conseguia resolver todos os problemas através da auto-regulação. A crise económica, originada nos EUA devido a um excesso de produção, que os produtores não conseguiam escoar o excesso de produção, o que provocou um grande volume de desemprego. John M. Keynes, economista, defende como resposta à crise que o Estado deveria alargar a sua intervenção a determinadas áreas de cariz social. Defende também que o investimento efectuado pelo Estado poderia contribuir para criar emprego e, assim, gerar mais rendimento.

 

Estado Intervencionista

No período que se segui à Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o Estado passou a ter um papel muito mais interventivo na vida dos cidadãos. Desta maneira, começou a nacionalização de vários sectores fulcrais da economia, nomeadamente, os sectores relacionados com bens essenciais para a sociedade, como a electricidade, o gás ou o carvão.

Processo de Integração Europeu

Processo de Integração Europeu

Na atualidade com o Brexit, saída do Reino Unido da UE, vivem-se muitas incertezas em relação ao processo de integração Europeu. Vamos ver o enquadramento histórico do processo de integração Europeu.

Assegurar a paz

  • A ideia de uma Europa unida começou por ser apenas um sonho de filósofos e visionários antes de se tornar um verdadeiro projeto político. Victor Hugo, por exemplo, imaginou uns “Estados Unidos da Europa” pacíficos e inspirados num ideal humanitário. O sonho foi desfeito pelos trágicos conflitos que assolaram o continente na primeira metade do século XX.
  • No entanto, foi das cinzas da Segunda Guerra Mundial que nasceu uma nova esperança. Os que haviam resistido ao totalitarismo durante a guerra estavam determinados a pôr fim aos antagonismos nacionais e a criar condições para uma paz duradoura. Entre 1945 e 1950, um punhado de estadistas corajosos, como Robert Schuman, Konrad Adenauer, Alcide de Gasperi e Winston Churchill, empenhou se em persuadir os seus povos a iniciarem uma nova era. Novas estruturas, baseadas em interesses comuns e assentes em tratados que garantissem o primado da lei e a igualdade das nações, iriam ser criadas na Europa Ocidental.
  • Robert Schuman (Ministro dos Negócios Estrangeiros francês) retomou uma ideia originalmente lançada por Jean Monnet e, em 9 de Maio de 1950, propôs a fundação de uma Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA). Colocar sob uma autoridade comum – a Alta Autoridade – a produção de carvão e de aço de países outrora inimigos era um ato pragmático mas simultaneamente de elevado valor simbólico. Com ele, as matérias primas da guerra transformavam se em instrumentos de reconciliação e de paz.

1947 – Pós Guerra

A Europa encontrava-se em ruínas após o fim da Segunda Guerra Mundial, a Europa necessitava de se revitalizar e renascer das cinzas. Nessa altura, os EUA ofereceram uma ajuda financeira através de um pacote intitulado Plano Marshall. Os Estados europeus fundaram, em 1947, a OECE – Organização Europeia de Cooperação Económica, para coordenar e administrar os capitais destinados a apoiar a reconstrução europeia. Esta organização passou a chamar-se OCDE.

1951 – Tratado de Paris

Em 1951, foi criado um mercado comum do carvão e do aço, através do Tratado de Paris, com objetivo de gerir conjuntamente dois bens essenciais às economias da época. Tratava-se da constituição da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), formada pelos 6 países: Bélgica, França, República Federal da Alemanha, Itália, Luxemburgo e Países Baixos.

1957 – Tratado de Roma

O tratado de Roma surgiu no seguimento do Tratado de Paris com os mesmos países membros e que originou a Comunidade Económica e Europeia (CEE), também na sequência deste tratado nasceu a Euratom – Comunidade Europeia da Energia Atómica.

A Euratom tinha como objetivo principal a utilização pacífica da energia atómica, numa época bastante conturbada no que se referia à utilização deste tipo de energia. Vivia-se a Guerra fria, num mundo bipolar disputado por duas esferas de influência dos EUA e da URSS, vivia-se na iminência de uma nova guerra mundial, existiu uma tremenda corrida ao armamento.

A CEE tinha como objetivo criar um mercado comum mais alargado, com livre circulação e adoção de uma pauta aduaneira comum relativamente a países terceiros, bem como a aplicação de políticas económicas e sociais comuns conducentes a uma integração económica total.

Década de 60

Na década de 60, os direitos aduaneiros foram abolidos entre os seis países fundadores da CEE, tendo a união aduaneira sido concluído em 1968. Na mesma década, os seis países também estipularam políticas comuns para as áreas do comércio e da agricultura.

Década de 70

Em 1973, mais três países decidiram aderir à CEE: a Dinamarca, o Reino Unido e a Irlanda. Este alargamento trouxe a definição de mais políticas comuns: passaram a ser privilegiados aspetos sociais e, dois anos mais tarde, era criado o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Década de 80

Em 1981, foi a vez de a Grécia se juntar aos noves países da CEE, logo seguida por Portugal e Espanha, em 1986.

Adesão de Portugal à CEE

Década de 90

Em Dezembro de 1997, foram iniciadas as negociações para um alargamento sem precedentes que incluía a Bulgária, a Polónia, a Roménia, a Hungria, a República Checa e a Eslováquia, antigos países do bloco soviético, a Estónia, a Letónia e a Lituânia, Estados Bálticos que estiveram integrados na URSS, os países mediterrânicos Chipre e Malta e a Eslovénia e Croácia, duas das repúblicas da antiga Jugoslávia.

Século XXI

Esta adesão concretizou-se em 3 fases: na primeira fase, ocorrida em 1 de Maio de 2004, aderiram à UE dez dos treze países; na segunda fase, a 1 de Janeiro de 2007 entraram a Bulgária e a Roménia. A 1 de Julho de 2013 aderiu à UE a Croácia.

Processo de Integração Europeu

Processo de Integração Europeu

 

 

Consequências para Portugal do Alargamento da UE

Consequências para Portugal do Alargamento da UE

O alargamento da União Europeia a 27 países fez com que Portugal ainda se torna-se mais periférico. O fosso entre países membros alargou-se quer em termos económicos quer em termos políticos.

Ameaças e Oportunidades

Portugal deve ver estas ameaças como uma oportunidade de mudança de paradigma e permitir melhorias na produtividade e potenciar o crescimento económico baseado numa economia mais eficiente e produtiva, promovendo a estabilidade da contas públicas e o crescimento do tecido empresarial e na formação dos seus recursos humanos.

Problemas de natureza social:

Portugal conta com diversos problemas de natureza social: por um lado, o envelhecimento da população é responsável por problemas relacionados com a manutenção da população ativa e a forma como possam financiadas as políticas de Segurança Social futuras, por outro lado, verifica-se um empobrecimento da população, que, durante a crise económica viu a sua situação agravar-se ainda mais.

Diminuição dos fundos comunitários

Com a entrada na UE dos novos países, Portugal enfrentou uma diminuição dos apoios comunitários concedidos, nomeadamente nas áreas relacionadas com a agricultura e as pescas.

Importância da aposta na produtividade e eficiência

É importante promover a produtividade e eficiência de Portugal:

  • Criando condições para atrais investimento estrangeiro, através da aplicação de reformas fiscais, da desburocratização dos processos administrativos e de melhorias ao nível da justiça.
  • Apoiando a formação dos cidadãos numa perspetiva de longo prazo (formação para a vida), permite melhorar a produtividade e em simultâneo combater o desemprego.
  • Reforçando a investigação e desenvolvimento nas áreas que podem permitir o aumento da competitividade, o surgimento de novas oportunidades de negócios e o desenvolvimento de projetos de maior valor acrescentado.

 

 

Preparação Exame de Economia 11º ano 1ª,2ª fases

Preparação Exame de Economia 11º ano 1ª,2ª fases

Preparação Exame de Economia 11º ano 1ª,2ª fases

Preparação Exame de Economia 11º ano 1ª,2ª fases

Preparação Exame de Economia 11º ano 1ª fase

Preparação Exame de Economia 11º ano 1ª fase

Fornecemos uma equipa de professores qualificados e experientes, motivados para dar em sua casa explicações individuais para cada aluno que seguem um plano individual de acordo com as suas necessidades específicas.
O apoio será dentro da intensidade e periodicidade desejada pelo aluno.
Preços económicos. Aproveite as nossas promoções.
O apoio será dentro da intensidade e periodicidade desejada pelo aluno.
Locais de formação: Odivelas, Loures, Pontinha, Famões, Ramada, Frielas,Santo António dos Cavaleiros,Caneças, Colinas do Cruzeiro, Benfica, Carnide, Alfornelos, Olivais, Moscavide,Alvalade, Parque das Nações, Moscavide, Lumiar e Telheiras
Packs Happy Hours descontos até 30%
Serviço de Gestor de cliente, apoio ao aluno e encarregado de educação.
Relatório mensal elaborado pelo gestor de cliente, contato personalizado com os encarregados de educação.
Apoio ao domicílio todos os anos e disciplinas
Preparação para todos os exames do 12º Ano
Professores experientes – Bons Resultados
Resolução de exames de anos anteriores
Traz um amigo e tenham ambos oferta de 10% de desconto
Contactos: 21 931 23 97 / 91 818 70 95 email: info@kids.com.pt
Contactos: 918187095
Email: info@kids.com.pt
Site: www.kids.com.pt

Preparação Exame Economia 11º ano 1ª Fase

Preparação Exame Economia 11º ano 1ª Fase

Pacote de aulas mais económico, exclusivo para unidade de Odivelas (Quinta Nova)

Explicações promoção 3º período – pack 3
Junta 2 amigos e tem aulas intensivas a um preço super económico.
Preparação Exame Matemática 12º ano, 10h +2h oferta por apenas, 69,90€ + IVA

Preparação Exame Economia 11º ano, 10h +2h oferta por apenas, 69,90€ + IVA

Preparação Exame Português 12º ano, 10h +2h oferta por apenas, 69,90€ + IVA

Preparação Exame Físico -Química 11º ano, 10h +2h oferta por apenas, 69,90€ + IVA

Preparação Exame Geografia 11º ano, 10h +2h oferta por apenas, 69,90€ + IVA

Preparação Exame História 12º ano, 10h +2h oferta por apenas, 69,90€ + IVA

Preparação Exame Geometria Descritiva 11º ano, 10h +2h oferta por apenas, 69,90€ + IVA

Prepara-te para os Exames
para mais informações contactos: 91 818 70 95, visite-nos em:www.kids.com.pt

Estamos abertos de Segunda a Sábado das 8:00 às 21:00, estamos abertos todo o ano inclusive no mês de Agosto