Tag Archives: Explicações de Economia

Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia SAC

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Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Santo António dos Cavaleiros

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Explicações de Economia  em SAC

Aulas personalizadas de preparação para Testes e Exame Nacional de Economia

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Explicações de Economia 10º e 11º ano em SAC

Professores experientes e muito competentes.

Boa taxa de sucesso em anos anteriores

Quem somos

A Kids.com é uma empresa especializada em aulas particulares nos nossos centros e ao domicílio.

Desde 2004 que ajudamos os nossos alunos a melhorarem o seu desempenho e a atingirem o sucesso escolar !

Sabemos bem como a aposta no futuro é necessária. Assim sendo, a Kids.com é um centro de ensino que promove explicações, cursos de informática e cursos de línguas para pessoas de todas as idades.

Os Centros de Estudos Kids.com dispõem de uma vasta equipa de professores multidisciplinares, que permite abranger várias áreas de ensino.

As aulas são realizadas individualmente no nosso espaço em frente à Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha, nas instalações da papelaria Cruza Rituais.

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Preços

14,00€ + IVA por hora individual

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Estamos abertos todo o ano de Segunda a Sábado, inclusive durante o período de férias escolares.

Onde Estamos

Estamos agora em mais locais para estarmos mais próximos de si: Odivelas, Loures, Pontinha, Ramada, Colinas do Cruzeiro, Frielas, Santo António dos Cavaleiros, Santo António dos Cavaleiros, Póvoa Sto Adrião, Caneças e Casal de Cambra… Também temos aulas ao domicílio, Concelhos de Loures, Odivelas, Amadora e Lisboa.

Contactos

91 818 70 95, 21 931 23 97

email: info@kids.com.pt

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Preparação 1ª Fase Exame Nacional de Economia Loures

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Explicações de Economia na Pontinha

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Caraterísticas das necessidades

Caraterísticas das necessidades

Necessidade definição

Uma necessidade é um sentimento de carência que resulta da privação de um bem ou serviço de que precisamos. O mal- estar gerado pela ausência desses bens e serviços pode ser suprimido através do consumo. Existem várias caraterísticas das necessidades que vamos especificar:

Multiplicidade: as necessidades existem em grande nº e são infinitas, pois estão constantemente a aparecer novas necessidades após outras serem satisfeitas, como é o caso da fome ou da sede. Por outro lado, o constante progresso tecnológico facilita o desenvolvimento de novos produtos e o aperfeiçoamento dos já existentes contribuindo para o aparecimento de novas necessidades.

Hierarquização: as necessidades podem ser ordenadas de acordo com a intensidade com que são sentidas, devendo satisfazer-se umas primeiro que as outras.

Saciabilidade: a intensidade com que se sentem as necessidades vai diminuindo à medida que estas se vão satisfazendo, acabando eventualmente por desaparecer. Se, por exemplo, quando sentimos fome, formos comendo alguns alimentos, esta vai-se reduzindo até ao momento em que ficamos completamente satisfeitos.

Substituibilidade: esta caraterística está relacionada com a possibilidade de existir mais do que um bem capaz de satisfazer a mesma necessidade, substituindo um pelo outro. Assim, é possível acabar com a sede bebendo um copo de água ou um refrigerante, por exemplo.

 

 

Diferentes Tipos de Consumo

Diferentes Tipos de Consumo

Diferentes Tipos de Consumo

Diferentes Tipos de Consumo

 

Consumo Privado – Consumo efetuado pelas famílias, que utilizam o seu rendimento que obtêm na atividade produtiva, na compra de bens e serviços que precisam para satisfazer as suas necessidades (alimentação, vestuário, habitação, divertimentos, etc.)

 

Consumo Público – Consumo efetuado pelo Estado, cujos valores são inferiores ao privado e caracterizam-se necessários à sua atividade

Consumo Intermédio e consumo final

Consumo Intermédio – quando os bens e serviços são utilizados para produzir outros bens e serviços, desaparecendo no processo produtivo, ocorrendo:

– quer pela incorporação desses bens nos produtos acabados (farinha no fabrico de pão)

– quer pela destruição desses bens no processo de produção (eletricidade no fabrico de pão)

 

Consumo Final – quando um bem ou serviço permite a satisfação direta e imediata das necessidades. (usar umas calças, beber um refrigerante, assistir um espetáculo)

 

Consumo individual – consumo que satisfaz as necessidades sentidas individualmente

 

Consumo Coletivo – Consumo de casos em que não se pode individualizar o consumidor, identificá-lo e obrigá-lo a pagar (educação, justiça)

 

 

Consumo e atividade económica

 

O consumo é fundamental para o desenvolvimento da atividade económica de qualquer sociedade. A produção só pode ser sustentada se for escoada, ou seja, se for vendida e consumida.

 

Assim a renovação da atividade produtiva depende do dinamismo do consumo. O consumidor é de facto o motor de qualquer economia.

Ver também:

Consumismo versus consumerismo

Sociedade de consumo

Consumo quanto à abrangência

Consumo quanto à natureza do agente

Sociedade de consumo e poupança

Exercícios de exame – consumo

Explicações de Economia

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Soluções à sua medida

Aulas individuais

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Aulas + Intensivas

Individuais ou em pequenos grupos

Aulas em grupo – One plus One

Happy Hour – horários económicos (exclusivo para Odivelas)

Pacotes intensivos de aulas

Equipa de professores

Experientes

Com bons resultados comprovados

Locais de Formação:

Domicílio (grande Lisboa e arredores)

Odivelas

Pontinha

Loures

Santo António dos Cavaleiros

Póvoa Sto Adrião

Caneças

Casal de Cambra

Disciplinas

Todas as disciplinas

Secundário

3º Ciclo

Preparação Maiores 23 Anos

A kids.com tem uma equipa de professores experientes que apoiam os alunos no processo de exame para acesso aos Maiores 23 anos

Onde Estamos

Locais abrangidos:

  • Salas Kids  Caneças, Casal de Cambra, Colinas do Cruzeiro (Odivelas), Frielas, Loures, Quinta Nova (Odivelas), Pontinha, Póvoa de Santo Adrião, Ramada, Santo António dos Cavaleiros.
  • Formação ao Domicílio– Benfica, Carnide, Loures, Lumiar, Moscavide, Odivelas, Olival Basto, Parque das Nações, Ramada, Telheiras.

http://kids.com.pt/quem-somos/contatos/locais-de-formacao/

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Funcionamos durante todo o ano inclusive durante o período de férias escolares.

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Ficha Preparação Exame Economia nº3

Ficha Preparação Exame Economia nº3

 

  1. O preço dos bens é um dos fatores económicos que influenciam o consumo. Apresente mais dois fatores económicos que também influenciem o consumo.
  2. Explique de que forma um aumento da produtividade no emprego pode contribuir para Portugal superar mais facilmente as dificuldades sentidas com os recentes alargamentos da União Europeia.
  3. Explique em que consiste o método dos valores acrescentados utilizado na resolução do problema da múltipla contagem do Produto.
  4. Justifique a necessidade de se complementar o investimento na transformação das infraestruturas produtivas com o investimento em formação e inovação tecnológica, levando em consideração o papel do sector privado e do Estado.
  5. Apresente as componentes da Despesa Interna.
  6. Estabeleça a diferença entre a taxa de crescimento do PIB em termos nominais e reais.
  7. Diga em que consiste uma União Aduaneira.
  8. Um grande nº de empresas comercializa bens diferenciados a um grande nº de consumidores. Caracterize o tipo de mercado a que se refere a afirmação anterior.
  9. Apresente dois problemas que o alargamento da União Europeia trouxe a Portugal.
  10. Diga o que entende por terciarização da economia.
  11. Explicite o conceito de empregabilidade explicando a importância da formação ao longo da vida.
  12. Os aumentos salariais muitas vezes são condicionados pela inflação. Explique de que modo a inflação pode influenciar o poder de compra dos cidadãos.

Ficha Preparação Exame Economia nº4

Ficha Preparação Exame Economia nº4

  1. O destino que o mercado dá aos resultados da atividade económica é, por vezes influenciado por fatores estranhos ao próprio mercado. Por essa razão, a repartição feita pelo mercado pode não ser justa. Assim, o Estado pode intervir no sentido de alcançar uma maior equidade.

Justifique, tendo em conta o texto, a necessidade de intervenção do Estado, nas esferas económica e social, com vista a alcançar uma maior equidade.

 

  1. Explique, quais os principais recursos que financiam as políticas da União Europeia.
  2. Explique em que consiste o Índice de Preços do Consumidor.
  3. Diferencie impostos diretos de impostos diretos
  4. O que são impostos progressivos, qual o seu papel na repartição do rendimento.
  5. Quais são os 3 pilares da União Europeia.
  6. Lê com atenção o seguinte texto:

“(…) Apesar de, em 2005, se ter registado um crescimento de 1,8% no nº de milionários, Portugal manteve-se abaixo da média europeia, que foi de 4,5% no ano passado. O estudo aponta alguns factores inibidores à criação de riqueza em Portugal, como elevado desemprego, aumento dos impostos e políticas fiscais mais apertadas, baixa confiança dos consumidores que resultou em menos investimento e fraco desempenho das exportações. (…)

De acordo com o relatório da Cap Gemini e da Merrill Lynch, a riqueza criada, que gera cada vez mais milionários, advém principalmente do facto de se ser dono de uma empresa ou da venda de um negócio (37%).

Em segundo lugar na criação de riqueza surge o rendimento, com 24% do total. Uma fatia importante (18%) representa a nova riqueza através das heranças, e menos de 10% advém da performance financeira.”

  1. Apresenta as razões que, de acordo com o texto, são consideradas “fatores inibidores à criação de riqueza em Portugal”.
  2. Relaciona a origem da “riqueza criada, que gera cada vez mais milionários”, com as razões da desigual repartição de rendimentos.
  3. Identifica a forma referida no texto que o Estado utilizou para combater as desigualdades na repartição primária de rendimentos, explicitando como atua.
Questões de escolha múltipla
  1. Os bens sucedâneos são ….
    1. Os bens que satisfazem a mesma necessidade
    2. Os bens que são utilizados em conjunto na satisfação de uma necessidade
    3. Os bens utilizados na transformação de outros bens
    4. Os bens relacionados com a prestação de serviços

2. O processo que visa corrigir as desigualdades provocadas pela repartição dos rendimentos designa-se ….

  1. Repartição primária
  2. Redistribuição do Rendimento
  3. Leque Salarial
  4. Formação bruta de capital fixo

3. O Estado Intervencionista defende ….

  1. A livre iniciativa e a livre concorrência
  2. A propriedade privada dos meios de produção
  3. Que deve intervir na vida em sociedade, mas apenas nas áreas em que o sector privado não actua
  4. Que deve ter um papel activo na redistribuição do rendimento.

4. Consideram-se barreiras alfandegárias ….

  1. Os direitos aduaneiros e os subsídios às importações
  2. Os postos fronteiriços
  3. Os direitos aduaneiros e a contingentação
  4. A contingentação e o imposto selo.

5. Em Portugal, habitualmente, para se medir a evolução dos preços ao longo do tempo utiliza-se ….

  1. O índice de preços no consumidor
  2. O índice harmonizado sintético
  3. O índice do Consumo
  4. O índice sintético dos preços

6. O Salário real ….

  1. Corresponde ao total das remunerações do trabalhador depois de se deduzirem os impostos e contribuições sociais
  2. Corresponde ao poder de compra do salário nominal
  3. Corresponde ao rendimento pessoal disponível
  4. Corresponde à quantidade de moeda que um indivíduo recebe em troca de trabalho.

7. A taxa de inflação ….

  1. É a taxa de crescimento dos juros
  2. É o preço do dinheiro
  3. É a taxa de crescimento dos preços no consumidor
  4. É a taxa de referência dos câmbios

8. Os recursos naturais constituem ….

  1. O capital natural
  2. As politicas ambientais
  3. Os fatores de produção de uma unidade artesanal
  4. Os bens imateriais

9. As sociedades de leasing ….

  1. Cobram créditos de terceiros
  2. Não concedem crédito mas criam moeda
  3. Concedem crédito mas não criam moeda
  4. Comercializam automóveis

10. Quando diminuem os custos unitários de uma unidade produtiva, devido ao aumento da sua dimensão, diz-se que há ….

  1. Economias de escala
  2. Poupança Bruta
  3. Redução de encargos
  4. Deseconomias de escala

11. A produtividade ….

  1. Mede a quantidade de horas de trabalho prestadas por cada indivíduo
  2. É a quantidade de bens que uma unidade produtiva consegue produzir num determinado período de tempo
  3. É um indicador económico que se destina a medir a eficiência na utilização dos factores de produção
  4. É a informação fornecida aos trabalhadores através de acções de formação.

12. O Estado deve ….

  1. Assegurar a obtenção de receitas públicas e privadas
  2. Promover a eficiência, a equidade e a estabilidade
  3. Garantir a maximização do lucro
  4. Promover a eliminação das desigualdades sociais

13. Os recursos naturais que não se esgotam num curto espaço de tempo e que vão sendo substituídos periodicamente designam-se ….

  1. Recursos ambientais
  2. Recursos renováveis
  3. Recursos não renováveis
  4. Recursos energéticos

14. Considera-se uma limitação da Contabilidade Nacional ….

  1. Discriminarem-se todos os bens e serviços
  2. Não se registarem as actividades de trabalho não remunerado
  3. A existência de uma economia paralela
  4. Registarem-se as externalidades negativas

15. Com a expressão «países da zona Euro», pretende-se designar todos os países que ….

  1. Pertenceram à Europa de Leste
  2. Integram a União Europeia
  3. Mantém relações económicas com a Europa
  4. Aderiram à moeda única europeia

16. O valor acrescentado de uma empresa corresponde….

  1. Á diferença ente o valor da produção e o valor dos consumos intermédios
  2. Ao lucro realizado pela empresa, depois de descontados os impostos directos.
  3. Á soma dos salários pagos aos trabalhadores com o valor dos encargos sociais
  4. Ao valor de todos os consumos intermédios realizados pela empresa.

17. O leque salarial é um indicador….

  1. Do nível dos salários reais
  2. De desigualdade nos salários
  3. De relação entre salários de diferentes países
  4. Do valor do salário médio

18. Um dos objetivos da intervenção do Estado na redistribuição do rendimento é garantir uma maior ….

  1. Produtividade
  2. Autonomia
  3. Eficiência
  4. Equidade

19. O consumismo pode definir-se como ….

  1. O aumento do preço de um bem leva à transferência do seu consumo de outros bens mais baratos
  2. Os padrões de consumo de determinados grupos sociais influenciam os níveis de consumo do resto da sociedade
  3. O aumento do preço de um bem faz diminuir a sua quantidade de consumo.
  4. O aumento do preço de um bem provoca a diminuição do consumo dos bens complementares.

20. As curvas de Lorenz permitem estudar ….

  1. O grau de concentração dos rendimentos
  2. O impacto da inflação no poder de compra de uma população
  3. O nível de endividamento dos indivíduos de uma região
  4. A evolução dos stocks de existências ao longo de um ano

21. A aquisição de bens tangíveis ….

  1. Investimento de substituição
  2. Investimento imaterial
  3. Investimento de capacidade
  4. Investimento material

22. A atividade que estabelece uma ligação entre a produção e o consumo denomina-se ….

  1. Publicidade
  2. Distribuição
  3. Comércio
  4. Transporte

23. A remuneração que os proprietários recebem por cederem terrenos para a actividade produtiva designa-se por ….

  1. Salário
  2. Lucro
  3. Juro
  4. Renda

24. Numa situação de oligopólio ….

  1. A oferta é superior à procura
  2. A procura é superior à oferta
  3. Existe um nº reduzido de vendedores
  4. Existe um único vendedor

25. O valor acrescentado de uma empresa corresponde ….

  1. Á diferença entre o valor da produção e o valor dos consumos intermédios
  2. Ao lucro realizado na empresa, depois de descontados os impostos diretos
  3. Á soma dos salários pagos aos trabalhadores com o valor dos encargos sociais
  4. Ao valor de todos os consumos intermédios realizados pela empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ato Único Europeu

Ato Único Europeu

A primeira revisão ao Tratado de Roma deu-se em 1987, com o Ato Único Europeu a estabelecer as seguintes prioridades:

Concretização da criação de um mercado comum até ao início de 1993;

Adoção de políticas comuns, necessárias à implementação do mercado único, que incluíssem novas preocupações como os aspetos relativos à solidariedades, investigação e desenvolvimento, política externa, proteção do ambiente, etc.

Redução das disparidades sociais e económicas a nível regional, reforçando-se a necessidade de coesão económica e social, de modo a promover a aproximação dos diferentes níveis de desenvolvimento dos países;

Cooperação monetária através da criação do Sistema Monetário

O Ato Único Europeu também previa uma utilização mais frequente da votação por maioria do Conselho de Ministros e um reforço dos poderes do Parlamento Europeu.

 

Fluxos entre agentes económicos

Fluxos entre agentes económicos

Os agentes económicos interagem entre si no desempenho das suas funções.

Fluxos entre agentes económicos

Fluxos entre agentes económicos

As famílias consomem os bens que as empresas não financeiras produzem e adquirem os serviços financeiros prestados pelas instituições financeiras.

Para produzirem  bens e serviços, as empresas necessitam de mão de obra. Assim, além de consumirem, as famílias também entregam a sua força de trabalho às empresas, pelo que são retribuídas com uma remuneração.

Os indivíduos que trabalham para a Administração Pública recebem do Estado os seus vencimentos.

No sentido contrário, as famílias entregam ao Estado os impostos que este cobra, bem como as respetivas quotizações sociais. O Estado aplica as verbas que recebe dos cidadãos tanto em políticas de redistribuição, através da atribuição de subsídios, como na produção de bens e prestação de serviços, procurando satisfazer o máximo de necessidades coletivas.

As empresas também estabelecem relações com a Administração Pública. O Estado consome bens e contrata serviços às empresas mediante o correspondente pagamento, mas, por outro lado, cobra-lhes impostos e contribuições sociais.

As empresas, quando compram ou vendem ao exterior, estabelecem laços comerciais com outro agente – O Resto do Mundo.

As relações que se estabelecem entre os diferentes agentes económicos chamam-se fluxos, este podem ser reais ou monetários, conforme dizem respeito à troca de bens e serviços ou ao valor monetário dos bens e serviços transacionados.

Falamos em fluxos reais, quando nos referimos ao conjunto de bens e serviços trocados entre os diferentes agentes económicos, e em fluxos monetários, quando as transações de bens e serviços são expressas em moeda.