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O comércio – noção e tipos

O comércio – noção e tipos

O comércio - noção e tipos

O comércio – noção e tipos

A distribuição é a atividade que é a ligação entre a produção e o consumo. Abrange um conjunto de operações que fazem deslocar os produtos desde a fase inicial da sua produção até às mãos do comprador.

A distribuição inclui o transporte e o comércio, são duas atividades complementares que aumentam a utilidade dos bens na medida em que os disponibilizam de forma prática aos seus compradores,

O comércio é a atividade intermediária de troca que facilita a tarefa de os produtores escoarem os seus produtos e permitindo que os consumidores tenham acesso aos bens que desejam.

Os intermediários dos circuitos de distribuição podem ser grossistas (ou armazenistas) ou retalhistas.

Os grossistas ou armazenistas são os comerciantes que compram grandes quantidades de bens, que são armazenados para posteriormente serem revendidos em quantidades menores.

Os retalhistas são os comerciantes que adquirem aos grossistas produtos que se destinam a ser vendidos aos consumidores em quantidades fracionáveis.

Existem 3 canais habituais de distribuição:

Circuito ultracurto ou direto: caracteriza-se por estabelecer uma ligação direta entre o produtor e o consumidor final, eliminando-se qualquer intermediário no processo de distribuição.

Circuito curto: caracteriza-se por ser o produtor a assumir o papel de grossista  (ou armazenista), vendendo os seus produtos, que por sua vez, os comercializa ao consumidor final.

Circuito longo: é o circuito clássico no qual o produtor vende os seus bens ao grossita que os revende ao retalhista que é quem finalmente comercializa os bens ao consumidor final.

 

 

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A taxa de inflação é um indicador que mede, em termos percentuais, a variação dos preços entre dois momentos de tempo,  calcula-se a partir do IPC ou do IHPC.

Taxa de inflação do ano X = IPC(ano 2) – IPC (ano 1) / IPC (ano 1) X100

A taxa de inflação de um determinado ano resulta do rácio entre a diferença dos IPC desse ano e do anterior e o IC deste último, rácio esse que depois é multiplicado por 100.

Diferentes taxas de inflação

inflação homóloga: mede a variação dos preços entre o mesmo mês de dois anos consecutivos, por exemplo, entre Fevereiro de 2004 e Fevereiro de 2005.

inflação média: mede a variação dos preços ao longo dos 12 meses de um ano e do ano seguinte ( é calculada com base em várias observações estatísticas)

inflação mensal, mede a variação dos preços entre dois meses consecutivos.

 

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

O consumo público é o que é realizado pelas administrações públicas, genericamente designadas por Estado.

O consumo privado é o que é realizado pelas famílias.

A análise da parte respetiva destes dois tipos de consumo constitui um índice muito significativo do papel desempenha pelo Estado numa economia.

 

População inativa

População inativa

População inativa

População inativa

A população inativa é constituída por todos os indivíduos com idades inferiores a 16 anos, todos os reformados e todos os que, tendo idade superior a 16 anos e não estejam reformados, não possuam capacidade para o exercício de uma atividade remunerada: deficientes, inválidos, estudantes com mais de 16 anos e donas de casa,

A idade a partir da qual se pode entrar no mercado do trabalho e a idade máxima para um trabalhador se reformar variam de país para país, estando relacionadas com o grau de desenvolvimento de cada país.

 

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

A produtividade indica a eficácia com a qual estamos a utilizar os diversos fatores de produção.

A produtividade mostra-nos a relação entre uma certa quantidade de produto e a quantidade de um ou mais fatores afetados à sua produção. A produtividade permite, conhecer o valor da produção por unidade de recurso utilizada.

Desta forma a produtividade mede-se pela quantidade produzida ou o seu valor em função da quantidade ou valor dos fatores utlizados.

Podemos falar em produtividade do trabalho, de uma máquina ou de uma superfície de terra.

A produtividade é um indicar muito importante para podermos analisar a saúde de uma economia.

Cálculo da produtividade

Produtividade média do trabalho = Quantidade de produto obtido / quantidade do fator trabalho utilizado (horas de trabalho ou nº de trabalhadores)

ou  (valor do produto obtido / valor do trabalho empregue)

Produtividade média do capital = quantidade de produto obtido / quantidade de capital técnico utilizado

ou

valor do produto obtido / valor do capital técnico utilizado

Quando estabelecemos a relação entre o valor total da produção e o valor total dos recursos para a obter, temos a produtividade total.

Quando se calcula a produtividade, sempre que se passa a usar mais uma unidade do fator trabalho ou do fator capital, obtemos a produtividade marginal.

 

Bens inferiores e Bens superiores

Bens inferiores e Bens superiores

Bens inferiores: aqueles cujo consumo diminui com o aumento do rendimento. Exemplo: pão, margarina, óleo, salsichas, refeições enlatadas.

bens inferiores

bens inferiores

Bens superiores: consideram-se  os bens para as quais um aumento do rendimento determina um aumento mais do que proporcional do consumo. Exemplo: lazer e saúde.

Bens superiores

Bens superiores

Balança de Transferências unilaterais

Balança de Transferências unilaterais

Balança de Transferências unilaterais

Balança de Transferências unilaterais

Na Balança de Transferências Unilaterais são registados as entradas e saídas de valores sem contrapartidas reais associadas como sejam os subsídios comunitários recebidos, as doações obtidas e concedidas e as remessas dos emigrantes obtidas e concedidas.

 

Economia Informal

Economia Informal  

Economia Informal

Economia Informal

  Este  sector da economia  representa uma parte importante da atividade produtiva especialmente dos países subdesenvolvidos e envolve atividades que escapam facilmente à contabilização. Incluímos as atividades cujos bens se destinam ao autoconsumo, a atividade das donas de casa, os trabalhos de bricolage ou pequenas atividades desenvolvidas de forma simples. Os bens produzidos são legais, o que permite distinguir este sector do sector ilegal. Já a diferenciação relativamente ao sector subterrâneo é mais ténue. Muitas vezes, as empresas não se encontram registadas, não é para fugir deliberadamente ao fisco, mas porque são familiares e de reduzida dimensão e preferem poupar custos nas formalidades

Produto Interno e Produto Nacional

Produto Interno e Produto Nacional

Produto Interno e Produto Nacional

Produto Interno e Produto Nacional

A questão da origem da produção é de especial relevância pois permite contabilizar o que é produzido em território económico nacional, Produto Interno, por agentes nacionais ou por agentes estrangeiros residentes em território nacional há mais de um ano. Nesta situação, o critério é o territorial, incluído desta forma toda a produção realizada em território nacional.

O Produto pode também ser classificado de acordo com o critério da unidade residente. Neste caso, calcula-se o Produto Nacional (N), este contabiliza toda a produção realizada por unidades institucionais residentes, independentemente de ter sido produzida em território nacional ou estrangeiro. Este agregado apura o valor do Produto que foi realizado por agentes nacionais, independentemente do local onde este tenha sido efetuado.

Por ex: um jogador de futebol português que atue em Espanha faz parte do PIB espanhol mas do PNB português.

PIB = PNB – Saldo dos rendimentos do Resto do Mundo

PNB = PIB + Saldo dos rendimentos do Resto do Mundo.

Produto Bruto e Produto Líquido

Produto Bruto e Produto Líquido

 

O processo produtivo de um bem implica um desgaste natural do capital fixo da unidade produtiva utilizada na sua produção. Os equipamentos e infraestruturas desatualizam-se e deterioram-se com o tempo, necessitando de ser reparados ou substituídos periodicamente.

Produto Bruto e Produto Líquido

Produto Bruto e Produto Líquido

Os encargos com as reparações e substituições de capital fixo são chamadas de amortizações ou consumo de capital fixo.

As umidades produtivas contabilizam o consumo de capital fixo como um custo uma vez que se as empresas não repusessem este consumo teriam uma desvalorização do seu património.

Desta forma, o Produto de um país considera-se Bruto (B) quando inclui o valor das amortizações e Líquido (L) quando não engloba o valor das amortizações.

PB = PL + Amortizações

O Produto Bruto é igual ao somatório do Produto Líquido com as amortizações.

PL = PB – Amortizações

O Produto Líquido é igual à subtração do Produto Bruto com as amortizações.