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Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 - Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

  1. Comércio – noção e tipos
  2. A evolução da moeda – formas de moeda
  3. A nova moeda portuguesa – o euro
  4. O preço de um bem – noção e componentes
  5. A inflação
  6. A inflação em Portugal e na União Europeia

1 – Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio está relacionado com a atividade da distribuição.

Distribuição inclui o transporte, publicidade, venda (comércio).

É o elo entre o produtor e o consumidor.

A distribuição é a atividade que estabelece o elo entre a produção e o consumo, abrangendo o conjunto de operações que fazem deslocar os produtos desde a fase final da sua produção até às mãos do comprador.

Comércio é a atividade intermediária de troca na qual os produtores conseguem escoar a sua produção para estar acessível ao consumidor final.

Produção, Distribuição e Consumo

Produção, Distribuição e Consumo

Existem várias formas de comércio:

Circuito ultra-curto: Produtor —– Consumidor ( venda direta na internet).

comércio online

comércio online

Caracteriza-se por estabelecer uma ligação direta entre o produtor e o consumidor final, eliminando-se, assim, qualquer intermediário no processo de distribuição.

Circuito Curto

Produtor —- Retalhista —– Consumidor

Caracteriza-se por ser o produtor a assumir o papel de grossista, vendendo os seus produtos ao retalhista, que, por sua vez, os comercializa ao consumidor final.

Circuito Longo

Produtor — Grossista —– Retalhista —– Consumidor

A globalização e a mundialização das trocas vieram mudar a lógica do comércio global.

circuitos distribuição

circuitos distribuição

Proliferam as grandes superfícies ou centros comerciais, o comércio tradicional foi obrigado a reformular a sua posição no mercado,

Passaram a desenvolverem-se negócios em franchising, no qual uma empresa tem um modelo de negócio e concede a outra o direito de utilizar a sua marca e vender os seus produtos e serviços.

Temos também a venda à distância, venda automática e o comércio eletrónico (via internet).

Comércio noções e tipos

2 – A evolução da moeda – formas de moeda

A evolução da moeda - formas de moeda

A evolução da moeda – formas de moeda

Evolução das trocas

Troca direta: nas sociedades primitivas não existia moeda a troca era efetuada de acordo com o interesse comum. O entendimento não era fácil e os bens não eram divisíveis.

Troca direta

Troca direta

inconvenientes da troca direta

inconvenientes da troca direta

Troca indireta: inclui a moeda com intermediário de troca

Moeda mercadoria: era algo que era valorizado pela comunidade.

 

Não tinham valor de uso, para além de decorativo (ouro e prata).

Moeda metálica: tem inconveniente de os metais preciosos serem escassos.

Atualmente a moeda metálica é a moeda de trocos.

A moeda aumentou as trocas por que estas se tornam mais fáceis. Economia Mercantilista.

Moeda representativa: representa o seu valor em bens preciosos, ouro ou prata.

Moeda fiduciária: que é uma moeda que tem como base a confiança, ela não vale o seu valor representativo.

O Estado teve que intervir e propor o curso forçado das notas e a sua inconvertibilidade.

Criação da moeda escritural

A moeda escritural é a moeda criada pelo sistema bancário.

Temos no sistema bancário o multiplicador de crédito que possibilita a criação de moeda.

Um valor depositado implica uma reserva %, mas o restante, pode ser emprestado a outro cliente e entrar no sistema bancário daí que se consiga criar moeda pela utilização pelo próprio bancário.

 

Criação de moeda pelo sistema bancário

Funções da moeda

1 – meio de pagamento geral e definitivo – forma de aceitação generalizada.

2 – Medida de valor: o valor dos bens e serviços é medido através do seu valor em dinheiro numa determinada unidade conta.

3 – Instrumento de reserva de valor: pode-se guardar moeda por um determinado período de tempo, conservando-se assim um valor.

Definições – diferentes tipos de moeda

Moeda: Bem utilizado como intermediário nas trocas, de aceitação generalizada, que serve de meio de reserva de valor e para medir o valor dos bens.

Moeda de papel: Engloba a moeda representativa, a moeda fiduciária e o papel. moeda.

Moeda eletrónica: cartões bancários de débito ou de crédito (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda escritural: depósitos bancários movimentados através de cheques, transferências, ordens de pagamento ou cartões de multibanco.

Moeda fiduciária: notas convertíveis emitidas num montante superior ao valor efetivamente depositado.

Moeda informática: utilização do computador para movimentar depósitos bancários, como as transferências ou ordens de pagamento efetuadas através da internet (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda mercadoria: Bem de aceitação generalizada que servia na fase inicial da moeda como intermediário nas trocas. Qualquer bem considerado útil por uma comunidade poderia servir como moeda de troca.

Moeda representativa: Notas em circulação que correspondem ao valor exato depositado em metal precioso nos cofres dos bancos.

Papel moeda: Notas inconvertíveis de curso forçado imposto pelo Estado.

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Desmaterialização da moeda

Cada vez mais se assiste a uma gradual substituição dos pagamentos em papel moeda e moeda metálica por outros tipos de pagamentos que não apresentam a forma material da moeda, daí falarmos da desmaterialização da moeda.

Depreciação do valor da moeda

Processos de destruição de moeda

Criação de moeda pelo sistema bancário

3 – A nova moeda portuguesa o Euro

Moeda Euro

Em 1999, Portugal passou a ter como moeda oficial o euro.  Em 2002 entrou em circulação em paralelo com o escudo.

A partir de 1999, a política monetária portuguesa passou a ser conduzida pelo Banco Central Europeu (BCE).

Existe uma instituição supranacional. Os países que entraram na Zona Euro tinha que cumprir os critérios associados no Tratado de Maastricht, que estabelece as condições.

Vantagens e desvantagens do euro

Vantagens

Facilita as trocas entre os vários países, pois passam a ter a mesma moeda, eliminando os encargos com as diferenças cambiais.

Por outro lado permite uma maior estabilidade de preços, que possibilita uma redução das taxas de juro que beneficia as famílias e as empresas.

Desvantagens

Perda de autonomia em matéria da política monetária. Os Estados deixaram de poder usar a desvalorização da moeda como estratégia que permitia em épocas de crise, aumentar a competitividade das exportações.

A maior transparência de mercado também pode gerar choques assimétricos entre regiões.

Outro inconveniente restrições em matéria orçamental, critérios de convergência, dificultam a política económica (limites ao défice orçamental, limites à dívida pública).

4 – O preço de um bem

Preço de um bem – noção e componentes

O preço representa a quantidade de moeda que é necessária para adquirir um bem ou serviço.

O preço reflete os encargos com a produção. Os custo de produção incluem os custos diretos e os custos indiretos.

Custos directos: custos ou encargos relacionados com a produção dos bens e serviços como as matérias primas ou a remuneração dos trabalhadores.

Os custos indiretos são  encargos que a unidade produtiva tem que suportar, mas que não estão diretamente relacionados com a produção, água, rendas, telecomunicações.

Influencia entre o preço e a procura. O nº de compradores pode influenciar o preço e vice versa (lei da oferta de da procura).

A tecnologia também pode influenciar o preço dos bens e serviços. A tecnologia incorpora valor um ganho de produtividade tecnológico pode influenciar o preço de um bem ou serviço.

5 – A Inflação

  • De uma maneira geral, chama-se inflação, à subida contínua, persistente e generalizada dos preços.

Para se poder falar de inflação, torna-se necessário que as subidas dos preços sejam suficientemente generalizadas e permaneçam no tempo, provocando outras subidas, num processo auto-sustentado

Inflação – é a subida generalizada de preços.

Contínua, inesperada, generalizada

Comércio e inflação

Consequências da inflação:

Desvalorização da moeda, havendo mais inflação temos que dar mais moeda para adquirir os mesmos produtivos.

Perda de poder de compra: se o valor da inflação superar o aumento dos salários num determinado ano, significa que o poder de compra será reduzido porque o salário real irá diminuir.

Preços correntes e preços constantes.

Para calcular o valor de produção de bens e serviços posso utilizar preços correntes ou preços constantes.

Com os preços correntes estou a incluir a inflação no cálculo do produto.

Com os preços constantes a inflação na interfere no cálculo do produto.

O índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) é o indicador que permite comparar a inflação de diferentes países da União Europeia.

Em Portugal, o principal índice utilização é o índice de preços no consumidor (IPC), que indica a média ponderada de preços de um cabaz de bens,

  • A inflação é medida através do IPC, mede o preço de um cabaz de bens que varia de país para país.
  • Taxa de inflação mensal Tim = ((IPC mês X/ IPC mês X-1) – 1)x100
  • Taxa de inflação homóloga = ((IPC mês ano X/ IPC mês ano X-1) – 1)x100

A taxa de inflação é a taxa de crescimento do índice de preços no consumidor entre duas datas.

A taxa de inflação mensal: compara o valor da inflação entre dois meses consecutivos.

A taxa de inflação homóloga: compara a inflação de um determinado mês com o mesmo mês do ano anterior.

A taxa de inflação média dos últimos 12 meses (Tim 12) que é a média simples das últimas doze taxas comparada com a média das 12 taxas homólogas.

Deflação, representa o contrário da inflação, descida generalizada e inesperada e contínua dos preços. Está associada a uma baixa da procura, da produção e do emprego.

Desinflação: é uma diminuição da taxa de inflação, mas contínua a existir aumento de preços só que é mais ligeiro.

Estagflação: é um conceito que relaciona a inflação com a estagnação da atividade económica. Este efeito ocorre quando temos uma subida galopante do nível dos preços que é acompanha por um nível de desemprego, o que pode levar à estagnação da economia.

categorias inflação

categorias inflação

Índice de preços no consumidor

causas explicativas da inflação

causas explicativas da inflação

poder de compra

poder de compra

Relação entre inflação e o valor da moeda
Relação entre inflação e o valor da moeda

Relação entre inflação e o valor da moeda

A inflação representa o aumento generalizado dos  preços dos bens e serviços.

Se a inflação é elevada, significa que vamos ter que despender de mais moeda para adquirir os bens e serviços.

Aumentando o volume de moeda por transação significa que a moeda perde o seu valor, aquilo que chamamos “inchaço da moeda”.

Em processos de deflação, isto é, uma descida generalizada dos preços normalmente existe a situação inversa.

6 – Inflação em Portugal e na União Europeia

Antes de Portugal entrar na UE, a taxa de inflação portuguesa era muito elevada, em 1984, chegou a atingir 29,3%. A inflação baixou de forma acentuada a partir do momento da adesão à UE. Mais tarde, contribuíram para esta situação os esforços que Portugal teve que realizar no sentido de cumprir os critérios de adesão à moeda única em particular a estabilidade de preços.

Atualmente, a taxa de inflação portuguesa tem valores baixos, que estão ao nível da média europeia. A análise destes valores é feita através do índice de preços no consumidor (IPC) e no comparativo com os outros países da zona euro através do índice harmonizado de preços no consumidor.

O índice Harmonizado de preços no consumidor é um instrumento muito importante na medição económica, sendo frequentemente utilizado como meio de comparação de flutuações no poder de compra dos consumidores da UE. O IHPC de Portugal uma vezes tem-se apresentado superior ao IHPC da área Euro outras vezes inferior.

Preparação para Exame Nacional

Capítulo 4 – Comércio e moeda

Questões de Exame – Comércio e moeda  

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

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Desmaterialização da moeda

Desmaterialização da moeda

A DESMATERIALIZAÇÃO DA MOEDA

Da moeda-mercadoria até aos nossos dias desenvolveu-se um longo processo de desmaterialização da moeda. Isto é,  a moeda foi perdendo o seu conteúdo material, pois passou a ser formada por pedaços de papel impressos, legalizados pelo Banco Central (papel-moeda) e, mais recentemente, por meros registos contabilísticos, efectuados pelos bancos, da circulação dos depósitos (moeda escritural), não tendo a moeda já nenhuma realidade material.

O incremento das trocas e o desenvolvimento da actividade económica são responsáveis pelo progressivo recurso à moeda escritural, que torna o processo de transacção fácil e mais rápido.

Actualmente, enormes quantias circulam entre contas bancárias no mesmo país, ou entre países, através de meios electrónicos, o que constitui mais um passo no  processo de desmaterialização da moeda – grande parte das transacções actuais são efectuadas através da movimentação contabilística dos depósitos por via informática.

 

Questões de Exame Comércio e Moeda

Questões de Exame Comércio e Moeda

  1. Em Portugal, habitualmente, para se medir a evolução dos preços ao longo do tempo utiliza-se…
    1. O índice de preços do consumidor
    2. o índice harmonizado sintético
    3. O índice do consumo
    4. o índice sintético de preços
  2. No dia 1 de Janeiro de 2009, a área do euro passou a ser composta por…
    1. 12 países.
    2. 13 países.
    3. 15 países.
    4. 16 países.
  3. taxa de inflação
    1. é a taxa de crescimento dos juros
    2. é o preço do dinheiro
    3. é a taxa de crescimento dos preços no consumidor
    4. é a taxa de referência dos câmbios
  4. Em 2007, um dado país registou uma taxa de inflação de 5%. Podemos dizer que, nesse país, nessa ano…
    1. a moeda nacional registou um aumento do seu valor face às moeda estrangeiras.
    2. as pessoas cujo salário nominal se manteve inalterado perderam poder de compra.
    3. os trabalhadores ganharam poder de compra, se os salários nominais também tiverem subido 5%.
    4. os preços de todos os bens e serviços subiram, necessariamente, 5%.
  5. O índice de preços no consumidor
    1. calcula-se através da análise dos preços de um cabaz composto por produtos representativos dos hábitos de consumo de uma população.
    2. permite comparar a evolução da inflação em diferentes países.
    3. indica o preço pelo qual os consumidores estão dispostos a adquirir um determinado produto.
    4. é calculado através da inflação.
  6. Ao efectuarmos o pagamento de uma mercadoria por intermédio de um cartão multibanco (cartão de débito)estamos a recorrer a…
    1. papel-moeda
    2. notas de banco
    3. moeda escritural
    4. moeda mercadoria
  7. Uma determinada empresa dedica-se à compra de batata aos pequenos produtores para revender aos supermercados. Então, essa empresa dedica-se ao comércio
    1. grossista
    2. retalhista
    3. tradicional
    4. tradicional
    5. electrónico
  8. A família Saraiva possui uma pequena empresa que se dedica à venda de flores aos consumidores, as quais são compradas directamente aos produtores, exerce a sua actividade no rés de chão do prédio onde habita e a empresa não emprega outros trabalhadores. Classificamos o tipo de comércio praticado pela família Saraíva como comércio..
    1. integrado
    2. grossista
    3. independente
    4. primário
  9. A moeda escritural é…
    1. criada pelo Banco Central Europeu
    2. anterior à moeda mercadoria
    3. anterior à moeda metálica
    4. criada pelo sistema bancário
  10. A empresa «RM, Lda» realizou o pagamento dos salários relativos ao mês de Janeiro através de uma ordem de transferência bancária. Neste caso, a empresa utilizou uma forma de movimentação da…
    1. moeda metálica
    2. moeda escritural
    3. moeda-papel
    4. moeda divisionária
  11. O papel moeda é uma forma de moeda
    1. convertível, a taxa fixa em metal precioso
    2. baseada em contas de depósitos à ordem
    3. de curso forçado, decretado pelo Estado
    4. de utilização generalizada na troca directa
  12. Num determinado mercado, os retalhistas compram aos produtores os bens disponibilizam aos consumidores. Neste caso, estamos perante um circuito de distribuição…
    1. curto
    2. longo
    3. ultra longo
    4. ultra curto
  13. Uma empresa produtora de sumos de fruta não dispõe de uma loja para comercializar e revender e recorre a equipamentos instalados em estações de comboios para efectuar as suas vendas. Estes equipamentos fornecem pacotes de sumo mediante o pagamento com moeda metálica. O método de distribuição utilizado por esta empresa na venda de sumos de fruta designa-se por
    1. comércio itinerante
    2. comércio electrónico
    3. venda automática
    4. venda directa
  14. A moeda de papel cuja circulação se faz tendo por base a confiança na sua convertibilidade intitula-se…
    1. moeda fiduciária
    2. moeda representativa
    3. papel moeda
    4. moeda cunhada
  15. A actividade que estabelece uma ligação entre a produção e o consumo denomina-se….
    1. publicidade
    2. distribuição
    3. comércio
    4. transporte
  16. São considerados tipos de moeda
    1. papel moeda e cheques
    2. notas de banco e cartões de débito
    3. as notas de banco e os cartões de crédito
    4. o papel moeda e a moeda escritural
  17. O processo de criação de moeda levado a cabo pelo sistema bancário…
    1. implica a indexação das taxas de juro
    2. desenrola-se no mercado secundário
    3. permite a redistribuição do rendimento de um país
    4. é feito através da concessão de novos empréstimos que voltam a ser, parcialmente aplicados.
  18. Actualmente, assiste-se a uma perda do conteúdo material da moeda…
    1. passando, muitas vezes os seus proprietários a deter apenas documentos comprovativos da sua posse
    2. verificando-se uma desvalorização monetária
    3. que corresponde a uma diminuição das prestações sociais do Estado
    4. patente na diminuição das remessas dos emigrantes.
  19. As taxas de inflação dos países da União Europeia podem ser comparadas através…
    1. do índice de preços no consumidor.
    2. da observação das suas taxas homólogas.
    3. do índice harmonizado de preços no consumidor.
    4. da paridade do poder de compra.
  20. A aplicação da poupança em produtos financeiros disponibilizados por intermédio de instituições financeiras denomina-se…
    1. financiamento
    2. investimento
    3. entesouramento
    4. colocação financeira
  21. A moeda escritural consiste…
    1. na circulação da moeda de papel
    2. na inconvertibilidade das notas de banco
    3. na circulação de depósitos à ordem
    4. na existência de múltiplas funções da moeda.
  22. A subida anormal, contínua e generalizada dos preços dos bens intitula-se…
    1. deflação.
    2. estagflação.
    3. desinflação.
    4. inflação.
  23. O aumento contínuo, inesperado e generalizado dos preços dos bens denomina-se…
    1. inflação.
    2. deflação.
    3. Índice de preços no consumidor.
    4. Índice Harmonizado de Preços no Consumidor.
  24. A moeda que representa a movimentação dos depósitos bancários através de cheques e ordens de pagamento denomina-se…
    1. moeda electrónica.
    2. moeda escritural.
    3. moeda fiduciária.
    4. papel-moeda
  25. Uma nota de 100€ é considerada…
    1. moeda.mercadoria.
    2. papel-moeda.
    3. moeda representativa.
    4. moeda escritural.
  26. Em 2014, num dado país, a taxa de variação anual do índice de preços no consumidor (IPC) foi positiva e superior à taca de variação anual do salário nominal das famílias. Considerando-se tudo o resto constante, podemos afirmar que, nesse país, em 2014, se verificou.
    1. uma valorização da moeda.
    2. um processo da deflação.
    3. uma redução do salário real das famílias.
    4. um aumento do poder de compra das famílias.
  27. A moeda representada através de um certificado correspondente a uma determinada quantia, em ouro ou prata, previamente depositada, denomina-se…
    1. moeda electrónica.
    2. moeda escritural.
    3. moeda fiduciária.
    4. moeda representativa.
  28. A quantidade de moeda que se dá em troca de uma unidade de um bem que se compra designa-se por…
    1. poder de compra.
    2. custo fixo.
    3. preço.
    4. utilidade.
  29. O índice Harmonizado de Preços no Consumidor permite comparar…
    1. a paridade do poder de compra entre duas regiões.
    2. as taxas de inflação entre os EUA , a UE e o Japão.
    3. as taxas de inflação dos países da UE.
    4. as taxas de juro de dois mercados diferentes.
  30. Os cartões de débito, quando utilizados para efetuar pagamento, são uma forma de movimentar…
    1. moeda escritural.
    2. papel-moeda.
    3. moeda -metálica.
    4. moeda-mercadoria.
  31. Suponha que, a par da taxa de inflação verificada em 2006 (3,1%), os salários nominais, em Portugal, subiram nesse mesmo ano, em média 2,5%. Explique como terão evoluído os salários reais, nesse ano, em Portugal.
  32. O comércio, a armazenagem e o transporte são actividades que integram a distribuição. Apresente três aspectos que justifiquem a importância da distribuição para os consumidores.

Exercícios sobre poupança e investimento

Exercícios sobre poupança e investimento

  1. O investimento que é realizado em Portugal por agentes económicos estrangeiros que investem directamente numa economia local é uma forma de …
    1. IPCH
    2. IDE
    3. IPC
    4. IDH
  2. Um dos motivos que pode levar uma família a realizar poupanças é…
    1. os salários
    2. o valor dos empréstimos concedidos
    3. os prémios de seguro
    4. o valor dos bens e serviços que consomem
  3. A parte do rendimento disponível dos particulares que é consagrada à poupança pode ser utilizada de várias formas, nomeadamente pode ser aplicada….
    1. na actividade produtiva e em acções públicas de solidariedade
    2. através de colocação financeira, entesouramento e investimento
    3. a longo prazo, na aquisição a crédito de bens imobiliários
    4. a curto prazo, na aquisição a crédito de bens de consumo duradouro
  4. A remuneração que é considerada antes de se descontarem os impostos e as contribuições para a Segurança Social que os indivíduos têm de pagar ao Estado é…
    1. salário iliquido
    2. salário real
    3. rendimento disponível
    4. salário líquido
  5. A canalização da poupança para a manutenção ou aumento da capacidade produtiva das unidades de produção denomina-se….
    1. financiamento
    2. investimento
    3. entesouramento
    4. colocação financeira
  6. a aquisição de bens tangíveis designa-se
    1. investimento de substituição
    2. investimento material
    3. investimento de capacidade
    4. investimento imaterial
  7. O investimento corresponde, em parte, à aplicação das poupanças das famílias, das administrações públicas e das sociedades na criação de novo capital fixo. Assim, constitui exemplo de investimento.
    1. a ampliação dos escritorios realizada pelas sociedades não financeiras
    2. a venda de obrigações no mercado de títulos realizada pelas sociedades financeiras
    3. a compra de um veículo automóvel utilitário realizada pelas famílias
    4. a constituição de um depósito, por um período de um ano, realizada pelas administrações públicas.
  8. Uma determinada empresa, para modernizar as suas instalações fabris, pretende solicitar um empréstimo bancário a uma instituição financeira nacional. A obtenção desse empréstimo pela empresa constitui um financiamento…
    1. externo directo da sua actividade
    2. externo indirecto da sua actividade
    3. interno indirecto da sua actividade
    4. interno directo da sua actividade
  9. Na atualidade a expressão «desmaterialização da moeda», aparece associada à:
    1. desvalorização da moeda em circulação
    2. perda do suporte físico da moeda
    3. subida generalizada dos preços
    4. diminuição do rendimento disponível
  10. Suponha que uma família possui em determinado momento, uma casa, um carro e uma certa quantia em dinheiro em depósitos bancários. O conjunto destes activos, que a familia possui neste momento é considerado como..
    1. riqueza
    2. investimento
    3. poupança
    4. capital
  11. O IDE resulta de:
    1. poupanças internas;
    2. poupanças do Estado nacional;
    3. poupanças nacionais aplicadas no estrangeiro
    4. poupanças externas aplicadas no território nacional.
  12. A bolsa de valores é um mercado onde podem ser transaccionados títulos
    1. imobiliários que garantem aos seus titulares o recebimento de dividendos
    2. representativos do capital social de várias empresas
    3. representativos de empréstimos emitidos apenas por empresas públicas
    4. imobiliários que garantem sempre aos seus titulares rendimentos elevados.
  13. Uma destas funções não pertence aos bancos comerciais
    1. emitir cartões de crédito;
    2. alugar cofres;
    3. emitir e gerir cartões de débito;
    4. produzir papel-moeda.
  14. Num dado país, em 2014, verificou-se uma subida das taxas de juro ativas praticadas pelos bancos. Mantendo-se tudo o resto constante, esta situação poderá contribuir para.
    1. um aumento dos depósitos a prazo dos particulares.
    2. uma diminuição do recurso ao crédito pelos particulares.
    3. um aumento dos juros recebidos pelos particulares.
    4. uma diminuição do rendimento disponível dos particulares.
  15. O Investimento só é possível se houver poupança
    1. A poupança é condição necessária e suficiente para a continuidade do processo produtivo;
    2. A poupança, seja qual for o seu destino, contribui para o crescimento económico;
    3. Ao conjunto das despesas efetuadas em bens de produção não duradouros chamamos Formação Bruta de Capital Fixo;
    4. O investimento é constituído pelo conjunto despesas em bens de capital, quer os bens sejam duradouros ou não duradouros.

 

Poupança e Investimento

Poupança e Investimento

http://explicacoeseconomia.com.pt/capitulo-7-poupanca-investimento/
A utilização dos rendimentos – o consumo e a poupança.
O rendimento gerado na actividade produtiva distribui-se pelos agentes nela intervenientes, procurando o Estado posteriormente, atenuar as desigualdades que ocorrem nessa repartição através de políticas de redistribuição dos rendimentos
O Rendimento Disponível corresponde à parte do rendimento auferido pelos particulares que fica disponível para consumo, ou seja, corresponde ao rendimento que resta após o pagamento de todos os impostos e contribuições obrigatórias para a Segurança Social.
O Rendimento Pessoal Disponível pode ser utilizado sob duas formas: em consumo e ou em poupança. O consumo é a parte do rendimento destinada a aquisição de bens e serviços que permitem satisfazer as necessidades.

A Poupança: é a parte do rendimento que não é empregue em consumo, constituindo uma renúncia à satisfação imediata de necessidades, de modo a ser possível satisfazer necessidades no futuro. Poupar significa abdicar de uma certa quantia no momento presente, para a utilizar num momento posterior.
Principais razões que levam as famílias a poupar
Outro dos motivos que levam as famílias a poupar é o desejo de adquirir algo dispendioso, tornando-se necessário amealhar dinheiro durante um certo período de tempo até se perfazer a quantia total. Também podemos apontar o desejo de se efectuar um investimento posterior numa actividade considerada lucrativa como uma motivação para a poupança.

A incerteza quanto ao futuro pode ser outra razão para as famílias pouparem. Com efeito, o receio de não terem rendimentos no futuro ou, então, a vontade de se precaverem contra o aparecimento de despesas imprevistas leva-as a reservar uma quantia no presente, como meio de precaução.
Um outro factor que interfere no nível de poupança é o volume do rendimento, uma vez, que quanto maior for o rendimento mais probabilidade existe de haver remanescente depois de se deduzirem o consumo os impostos e os encargos sociais, deste modo existe uma maior propensão à poupança.
As expectativas quanto ao futuro são outro factor determinante da poupança, uma vez que, geralmente, há uma maior tendência para poupar nas situações em que é maior a incerteza quanto aos rendimentos futuros.

Por outro lado como vivemos numa sociedade de consumo, a poupança também depende do grau de consumismo das famílias. Pois muitas vezes a publicidade, as técnicas de venda agressivas e as facilidades de pagamento concedidas geram consumos exagerados e desnecessários.
Desta forma, as famílias, mesmo nos casos em que os rendimentos disponíveis são superiores aos gastos com o consumo, são tentadas a utilizar o excedente em bens de consumo, não reservando muito para situações futuras.

Contudo as famílias não são os únicos agentes económicos que efectuam poupança. As empresas também colocam parte dos seus lucros, poupando no presente para mais tarde investirem.

Destinos da poupança – a importância do Investimento
A fracção do rendimento disponível que é destinada à poupança pode ser aplicada de diferentes maneiras. Resumidamente podemos apresentar 3 destinos para a poupança: a colocação financeira, o entesouramento e o investimento.

Destinos da poupança – a importância do Investimento
Quando os detentores de um determinado capital decidem colocá-lo a render numa instituição financeira, diz-se que estão a aplicar a sua poupança. Uma das formas de aplicar a poupança é através da sua colocação em produtos financeiros.

Colocação financeira
A colocação financeira consiste então na aplicação da poupança em produtos financeiros disponibilizados por intermédio de instituições financeiros. Como exemplos de produtos financeiros podemos referir os depósitos a prazo, as acções, as obrigações, os certificados de aforro, os bilhetes do tesouro, os planos de poupança ou fundos de investimento

O montante a colocar e o período de tempo em que o aforrador está disposto a renunciar à utilização do capital são dois factores decisivos na escolha do produto financeiro. Mas a selecção do produto mais adequado para cada aforrador deve também ter em conta diversos factores.

Colocação Financeira
Factores a ter em conta:
Risco, se o produto garante, ou não, uma determinada rentabilidade ou se a taxa de rentabilidade é fixa ou variável;
Rentabilidade, se o rendimento esperado do produto é mais ou menos elevado;
Liquidez, se o título é mais ou menos facilmente convertível em moeda;
Fiscalidade, se existem benefícios fiscais associados ao produto e o tipo de tributação que incide sobre os rendimentos daí derivados.

Entesouramento
Outro destino possível para a poupança é o Entesouramento. Diz-se que há entesouramento quando a poupança fica à guarda dos seus proprietários ou, caso fique à guarda dos seus proprietários ou, caso fique à guarda de terceiros, cuja entrega não é feita com o objectivo de aumentar o valor do capital, pois o entesouramento não tem como intuito a rentabilização do património.

O entesouramento pode ser realizado através da guarda de valores em cofres ou outros locais semelhantes ou , então, através da aquisição, sem intenção de revenda, de bens que mão se depreciem com o tempo, com por exemplo, as joias.

Investimento
O investimento é outra alternativa para a utilização da poupança. Trata-se de canalizar a poupança para a actividade produtiva, de forma a possibilitar  a manutenção ou o aumento da sua capacidade. A poupança é, desta forma, utilizada na aquisição ou substituição de equipamentos e na reposição dos stocks de matérias primas utilizadas no fabrico de bens.
O investimento também pode ser denominado formação de capital, que por sua vez, se divide em duas componentes.

Formação de Capital:
FBCF;
Variação de existências

Investimento

Formação de Capital – FBCF
A formação bruta de capital fixo (FBCF), que designa o valor do investimento líquido realizado com a aquisição de bens duradouros (capital fixo) juntamente com o valor do capital fixo que foi consumido (amortizações), isto é, engloba o valor total que foi investido em bens de equipamento, edifícios,etc.

No primeiro caso, quando o investimento se relaciona com a aquisição de bens novos, estamos perante o investimento de capacidade; no segundo caso, trata-se de um investimento de substituição (ou renovação).

Investimento – Formação de Capital
A variação de existência, que representa as oscilações dos stocks de existências entre dois períodos diferentes. Normalmente, considera-se o período de um ano, sendo o seu cálculo efectuado pela subtracção do valor das matérias-primas, produtos semi-acabados e produtos acabados existentes no início do ano (no dia 1 de Janeiro) ao valor existente no final no ano (em 31 de Dezembro).

Existem várias classificações do investimento. Quando à sua natureza, o investimento pode ser classificado em três categorias:
Investimento material: quando diz respeito à aquisição de bens tangíveis, isto é, a compra de bens com existência física, bens corpóreos.

Investimento imaterial: quando se refere à aquisição de bens intangíveis, bens não corpóreos, como a prestação de serviços relacionados com a formação de I&D (Investigação e Desenvolvimento), a aquisição de marcas, patentes ou software informático, as despesas com publicidade,etc.

Investimento financeiro, se envolve a aquisição de activos financeiros, como por exemplo, acções ou obrigações.

Investimento quanto à função
O investimento também pode ser classificada de acordo com as suas funções principais:
Assegurar a manutenção da capacidade produtiva através da reposição do capital à medida que este vai sendo utilizado – investimento de substituição ou renovação e aquisição de existências.

Investimento quanto à função
Manter os equipamentos e os processos de fabrico tecnologicamente actualizados para garantir a eficiência e competitividade das unidades produtivas – investimento de inovação.
Possibilitar o aumento da capacidade produtiva da unidade de produção através da aquisição de mais bens de equipamento – investimento de capacidade.

Investimento quanto à função
Não são só as empresas que investem, pois também o Estado realiza investimento ao construir infra-estruturas públicas, como vias de comunicação, pontes, escolas ou hospitais. O investimento pode, assim, ser classificado em público ou privado. Conforme é efectuado pelo Estado ou Agentes privados.

Inovação tecnológica e desenvolvimento (I&D)
O Investimento em inovação tem vindo a ganhar cada vez mais importância nas sociedades actuais, desempenhando a tarefas fundamental de dinamizar a actividade económica.

Actualmente a investigação assume um papel decisivo na competitividade das empresas, pois é graças a ela que os produtos e processos de fabrico vão sendo sistematicamente inovados. Assim devem-se distinguir as inovações de processo, conforme se trate de alterações ao nível do produto ou do processo de fabrico.

Papel importante da inovação
Não são apenas as empresas  que apostam na inovação. Também o Estado procura estimular a descoberta mediante a atribuição de verbas para a investigação em Universidades, laboratórios, etc. e a concessão de patentes aos autores das descobertas. Portugal nos últimos anos tem feito vários progressos nessa área  aumentando o nº de bolsas de mestrados e doutoramentos concedidos, o nº de artigos científicos.

Distinção entre invenção e inovação
Importa distinguir os conceitos de inovação e invenção. A invenção tem como resultado a criação de um novo produto ou descoberta de uma nova técnica de fabrico ainda não existente. A inovação resulta de um melhoramento de um produto ou técnica já existentes. A lógica da sociedade de consumo baseia-se na necessidade de criar constantemente novos produtos no mercado, fruto da inovação , pois apenas são alteradas algumas das suas características ou funções – inovação aparente.

Financiamento da actividade económica – auto financiamento e financiamento externo
As empresas precisam de capital para se manterem em funcionamento, dado que têm de suportar encargos com existências, equipamentos, recursos humanos, etc. Entretanto, como nem sempre dispõem do total necessário para cobrir as despesas com a sua actividade, nalgumas situações, as empresas têm necessidade de recorrer a capital alheio. Assim, o financiamento das empresas pode ser efectuado por meio de fundos próprios ou alheios, tratando-se, no primeiro caso, de financiamento interno e, no segundo, de financiamento externo.

Financiamento da actividade económica – auto financiamento e financiamento externo
O financiamento externo pode ser obtido por dois processos: através de um financiamento indirecto, recorrendo ao crédito das instituições financeiras, ou, então, por meio de um financiamento directo, acedendo ao mercado de títulos.

O crédito é fundamental para qualquer economia, pois permite potenciar o seu crescimento. O crédito estimula quer a produção viabilizando o investimento das empresas e possibilitando o seu financiamento pontual para resolução de problemas de tesouraria, quer o consumo das famílias, etc.

Financiamento externo indirecto – o crédito
As empresas quando necessitam de fundos de que não dispõem recorrem por vezes as instituições financeiras para obterem crédito. O crédito consiste na cedência temporária de uma determinada quantia tendo como contrapartida os juros. O acordo estabelecido entre o detentor do capital  mutuante e o beneficiário do crédito mutuário é feito por meio de um contrato, o contrato mutuo (empréstimo).

Captação de poupança e concessão de crédito
Os bancos são instituições que se dedicam à captação das poupanças de que dispõe de capital excedentário isto é, de quem não necessita de utilizar todo o seu dinheiro durante um determinado período e que, por essa razão, o pode entregar àquelas instituições, recebendo, em troca, uma remuneração, um juro.

Criação de moeda escritural
A moeda escritural é aquela que resulta da captação de depósitos, a concessão de crédito e a criação de moeda escritural são as principais fontes dos bancos. Mas os bancos também se dedicam à guarda e administração de valores e à prestação de serviços e consultoria.

Mercado de títulos
Mercado secundário: é o mercado onde são transaccionados os títulos emitidos no mercado primário que já reúnem condições de admissão a cotação em bolsa

Acções
As acções são títulos representativos do capital social das sociedades anónimas.

Desmaterialização da moeda
A DESMATERIALIZAÇÃO DA MOEDA
Da moeda-mercadoria até aos nossos dias desenvolveu-se um longo processo de desmaterialização da moeda. Isto é,  a moeda foi perdendo o seu conteúdo material, pois passou a ser formada por pedaços de papel impressos, legalizados pelo Banco Central (papel-moeda) e, mais recentemente, por meros registos contabilísticos, efectuados pelos bancos, da circulação dos depósitos (moeda escritural), não tendo a moeda já nenhuma realidade material.
O incremento das trocas e o desenvolvimento da actividade económica são responsáveis pelo progressivo recurso à moeda escritural, que torna o processo de transacção fácil e mais rápido.
Actualmente, enormes quantias circulam entre contas bancárias no mesmo país, ou entre países, através de meios electrónicos, o que constitui mais um passo no  processo de desmaterialização da moeda – grande parte das transacções actuais são efectuadas através da movimentação contabilística dos depósitos por via informática.

Obrigações
As obrigações são títulos representativos de partes da dívida de uma empresa, pois correspondem a um empréstimo dos aforradores. Assim, o possuidor de obrigações, designado por obrigacionista é reembolsado pela cedência do seu capital num prazo e juro pre definido.

Joint Venture
Joint venture ou empreendimento conjunto é uma associação de empresas não definitiva e com fins lucrativos para explorar determinados negócios sem que nenhuma delas perca a sua personalidade jurídica.
As empresas têm um acordo temporário com vista à realização de um negocio que no final pode acabar em acordo.
Um exemplo do modelo típico do joint venture seria a transacção entre o proprietário de um terreno de excelente localização e uma empresa de construção civil interessada em levantar um prédio sobre o local

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