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Sábados Low Cost –Economia 10º ano

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Ficha de Revisão Contabilidade Nacional

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Resumo teórico de apoio

A Contabilização da atividade económica

A Contabilização da atividade económica

A Contabilização da atividade económica

A Contabilização da atividade económica

A Contabilização da atividade económica

Os agentes económicos e o circuito económico

1. O circuito económico

A atividade económica corresponde a um conjunto de operações realizadas pelos agentes económicos que têm como objetivo criar bens e serviços suscetiveis de satisfazer as necessidades.

Assim a atividade económica

Produção — Distribuição — Repartição dos rendimentos(salários,rendas,juros,lucros)—utilização dos rendimentos(consumo,poupança).

Os agentes económicos são todas as entidades individuais ou coletivas que desempenham uma função na atividade económica.

Tipo de Agentes Económicos

Tipo de agentes económicos

Tipo de agentes económicos

Os agentes económicos

Famílias: incluem todos os agregados familiares de um país. As famílias constituem um agente económico porque representam uma função económica, o consumo.

Empresas – São os agentes económicos que se dedicam à produção de bens e serviços. Dividem em dois tipos diferentes:

Empresas não financeiras: são aquelas que produzem os bens e serviços não financeiros (por exemplo: um ginásio, um restaurante, etc.)

Empresas financeiras: são aquelas que comercializam produtos financeiros, como por exemplo os bancos ou as seguradoras.

Estado: neste agente incluímos a Administração Pública, esta tem como principal função promover a satisfação das necessidades coletivas. O Estado intervém na economia através da redistribuição dos rendimentos e do fornecimento de serviços, como a educação ou a saúde, de modo a satisfazer as necessidades da população.

Resto do Mundo: englobam-se todas as operações efetuadas entre um país e o Resto do Mundo. Registam-se as transações realizadas entre os agentes nacionais e os agentes estrangeiros. Atualmente, quase não se pode falar em economias fechadas, pelo que é praticamente impossível viver sem estabelecer relações de troca com outras nações. As maioria das nações estabelece relações económicas com outros países, estabelecendo assim um modelo de economia aberta.

Funções principais dos agentes económicos

Famílias: Função principal é consumir bens e serviços.

Empresas não financeiras: Produzir bens e serviços não financeiros

Empresas financeiras: Produzem serviços financeiros

Estado: O Agente económico que gere a aplicação das leis e arbitra o circuito económico.

Exterior ou Resto do Mundo: Relações com o resto do Mundo. Realização de transações com agentes estrangeiros

Desta maneira classificamos os agentes económicos de acordo com a sua função principal.

Desta maneira temos: as famílias, as empresas, o Estado e o Resto do Mundo.

As empresas: são os agentes económicos que se dedicam à produção de bens e serviços. Podemos ainda distinguir entre empresas financeiras e empresas não financeiras. As empresas não financeiras são aquelas que produzem os bens e serviços não financeiros (normalmente designamos apenas de empresas). As instituições financeiras são as que comercializam produtos financeiros, como os bancos ou as seguradoras.

Famílias: neste grupo incluem-se todos os agregados familiares de um país. As famílias  constituem um agente económico porque representam uma importante  função económica o consumo.

Estado: este agente económico inclui a administração pública que tem como principal função promover a satisfação das necessidades coletivas. O Estado intervém na economia através da redistribuição dos rendimentos e do fornecimento de serviços, como a educação ou a saúde, de modo a satisfazer as necessidades da população.

Resto do Mundo: englobam-se todas as operações efetuadas entre um país e os restantes (Resto do Mundo). Aqui registam-se as transações realizadas entre os agentes económicos nacionais e os agentes económicos estrangeiros. Nos dias de hoje é praticamente impossível falar em economias fechadas, é praticamente impossível viver sem estabelecer relações de troca com outros países. A maior parte das economicas (nações) vive num modelo de economia aberta.

Agentes económicos e principal função:

Familias – Consumo de bens e serviços

Empresas não financeiras – produção de bens e prestação de serviços não financeiros

Instituições financeiras – prestação de serviços financeiros

Estado – fornecimento de bens e serviços que visam a satisfação das necessidades coletivas e redistribuição do rendimento.

Resto do mundo: realização de transações com agentes económicos.

Definições a ter em conta:

Circuito económico: é a representação esquemática dos fluxos que se estabelecem entre os diferentes agentes económicos.

Economia aberta: economia que estabelece relações de troca com o resto do mundo

Economia fechada: economia que procura ser auto-suficiente, não efetuando transações comerciais com o exterior.

Os agentes económicos interagem uns com os outros no desempenho das suas funções.

As famílias consomem os bens que as empresas não financeiras produzem e adquirem os serviços financeiros prestados pelas instituições financeiras. As familias servem como fonte de mão de obra, constituido assim a força de trabalho das empresas em troca recebem a sua remuneração.

Os individuos que trabalham para a administração pública recebem do Estado os seus vencimentos. No sentido contrário os agregados familiares entregam ao Estado sobre a forma de impostos que este cobra e as quotizações sociais. O Estado por seu lado, aplica as verbas que recebe dos cidadãos em políticas de redistribuição, através da atribuição de subsidios como também na produção de bens e prestação de serviços, procurando assim satisfazer o máximo as necessidades coletivas.

As empresas também estabelecem relações com a administração pública. O Estado consome bens, contrata serviços às empresas mediante o correspondente pagamento, por outro lado, cobra-lhes impostos e contribuições sociais.

Por último, as empresas, quando compram ou vendem bens ao exterior, estabelecem laços comerciais com outro agentes – transações com o Resto do Mundo.

Complementaridade entre as atividades:

Depois de realizada a produção, procede-se à repartição dos seus resultados pelos diferentes intervenientes no processo produtivo;
Com os rendimento obtidos, as famílias irão utilizar os seus rendimentos em consumo ou poupança;
Raramente as famílias adquirem os bens e serviços de que necessitam directamente ao produtor, funcionando neste caso os distribuidores que asseguram a disponibilização dos bens nos locais de consumo.

As relações que se estabelecem entre os diferentes agentes, denominam-se fluxos, podem ser reais ou monetários, conforme dizem respeito à troca de bens e serviços ou ao valor monetário dos bens e serviços transaccionados.

Desta forma falamos de fluxos reais quando nos referimos ao conjunto dos bens e serviços trocados entre os diferentes tipos de agentes económicos e fluxos monetários quando as transações de bens e serviços são expressas em moeda.

fluxos reais e monetários

fluxos reais e monetários

Existe outra forma de análise que se prende com os recursos (recebimentos) e os empregos (pagamentos) de cada agente económico.

Assim para um agente económico

Empregos: registam-se os pagamentos, os fluxos que correspondem às saídas.

Recursos: aqui registam-se os recebimentos , os fluxos que correspondem às entradas.

Por exemplo o agente económico famílias:

Empregos (Pagamentos)

às empresas não financeiras:
Despesas de consumo
Investimento (cedência de capital)
às instituições financeiros
depósitos
amortização de empréstimos
juros de empréstimos
prémios de seguro
Ao Estado
impostos
contribuições para a segurança social

Recursos (recebimentos)

Das empresas não financeiras

salários (funcionários)
Rendas (proprietários de imóveis)
Lucros (empresários)

Das instituições financeiras

juros dos depósitos
ordenados (dos funcionários)
empréstimos concedidos
indemnizações (em caso de sinistro)

Do Estado

Vencimentos (funcionários públicos)
transferências sociais (pensões, subsídios)

Agente económico Empresas não financeiras

Empregos (pagamentos)

às familias

salários
rendas (cedência de imóveis)
lucros (retorno do investimentos)

As instituições financeiras

depósitos
juros de empréstimos
amortização de empréstimos
prémios de seguro
lucros (retorno do investimento)

Ao Estado

Impostos
Contribuições para a Segurança Social

Ao Resto do Mundo

Valor das importações (nacionais)

Recursos (recebimentos)

Das famílias

Despesas de Consumo
Investimento

Das instituições financeiras

investimento
juros de depósitos
empréstimos concedidos
indemnizações

Do Estado

Despesas de consumo
subsídios à produção

Do Resto do Mundo

Valor das exportações (nacionais)

Equilibrio económico

A existência do equilíbrio económico implica por um lado que os recursos de cada agente sejam simultaneamente empregos de outros agentes e que o total dos empregos dos agentes seja igual ao total dos seus recursos.

Em resumo

Equilibrio económico

Total dos empregos = Total dos recursos
Cada recurso de um agente é emprego de outro

Agregados macroeconómicos

também a nível macroeconómico se vai observar o equilíbrio económico sendo que o Produto Nacional iguala a Despesa Nacional e o Rendimento Nacional.

PN = DN = RN

Em resumo :

Produto Nacional é o somatório de todos os bens e serviços produzidos por uma nação durante um determinado período de tempo (geralmente 1 ano).

A atividade produtiva de 1 país permite gerar rendimentos como os salários, os lucros, as rendas ou os juros. Os rendimentos criados a partir do processo produtivo vão ser usados em consumo ou em investimento sendo efetivamente os gastos do país, ou seja, a Despesa Nacional

Desta forma podemos verificar que a igualdade entre os três agregados representa o equilíbrio económico.

Despesa Nacional = Produto Nacional = Rendimento Nacional.

A entrega dos fatores de produção permite a produção de bens e serviços (PN) que por seu lado vão ser consumidos pelos indivíduos de uma nação (DN) e também gera os rendimentos que serão distribuídos (RN) e utilizados (DN) pelos agentes.

Os agentes económicos e o circuito económico

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 - Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

  1. Comércio – noção e tipos
  2. A evolução da moeda – formas de moeda
  3. A nova moeda portuguesa – o euro
  4. O preço de um bem – noção e componentes
  5. A inflação
  6. A inflação em Portugal e na União Europeia

1 – Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio está relacionado com a atividade da distribuição.

Distribuição inclui o transporte, publicidade, venda (comércio).

É o elo entre o produtor e o consumidor.

A distribuição é a atividade que estabelece o elo entre a produção e o consumo, abrangendo o conjunto de operações que fazem deslocar os produtos desde a fase final da sua produção até às mãos do comprador.

Comércio é a atividade intermediária de troca na qual os produtores conseguem escoar a sua produção para estar acessível ao consumidor final.

Produção, Distribuição e Consumo

Produção, Distribuição e Consumo

Existem várias formas de comércio:

Circuito ultra-curto: Produtor —– Consumidor ( venda direta na internet).

comércio online

comércio online

Caracteriza-se por estabelecer uma ligação direta entre o produtor e o consumidor final, eliminando-se, assim, qualquer intermediário no processo de distribuição.

Circuito Curto

Produtor —- Retalhista —– Consumidor

Caracteriza-se por ser o produtor a assumir o papel de grossista, vendendo os seus produtos ao retalhista, que, por sua vez, os comercializa ao consumidor final.

Circuito Longo

Produtor — Grossista —– Retalhista —– Consumidor

A globalização e a mundialização das trocas vieram mudar a lógica do comércio global.

circuitos distribuição

circuitos distribuição

Proliferam as grandes superfícies ou centros comerciais, o comércio tradicional foi obrigado a reformular a sua posição no mercado,

Passaram a desenvolverem-se negócios em franchising, no qual uma empresa tem um modelo de negócio e concede a outra o direito de utilizar a sua marca e vender os seus produtos e serviços.

Temos também a venda à distância, venda automática e o comércio eletrónico (via internet).

Comércio noções e tipos

2 – A evolução da moeda – formas de moeda

A evolução da moeda - formas de moeda

A evolução da moeda – formas de moeda

Evolução das trocas

Troca direta: nas sociedades primitivas não existia moeda a troca era efetuada de acordo com o interesse comum. O entendimento não era fácil e os bens não eram divisíveis.

Troca direta

Troca direta

inconvenientes da troca direta

inconvenientes da troca direta

Troca indireta: inclui a moeda com intermediário de troca

Moeda mercadoria: era algo que era valorizado pela comunidade.

 

Não tinham valor de uso, para além de decorativo (ouro e prata).

Moeda metálica: tem inconveniente de os metais preciosos serem escassos.

Atualmente a moeda metálica é a moeda de trocos.

A moeda aumentou as trocas por que estas se tornam mais fáceis. Economia Mercantilista.

Moeda representativa: representa o seu valor em bens preciosos, ouro ou prata.

Moeda fiduciária: que é uma moeda que tem como base a confiança, ela não vale o seu valor representativo.

O Estado teve que intervir e propor o curso forçado das notas e a sua inconvertibilidade.

Criação da moeda escritural

A moeda escritural é a moeda criada pelo sistema bancário.

Temos no sistema bancário o multiplicador de crédito que possibilita a criação de moeda.

Um valor depositado implica uma reserva %, mas o restante, pode ser emprestado a outro cliente e entrar no sistema bancário daí que se consiga criar moeda pela utilização pelo próprio bancário.

 

Criação de moeda pelo sistema bancário

Funções da moeda

1 – meio de pagamento geral e definitivo – forma de aceitação generalizada.

2 – Medida de valor: o valor dos bens e serviços é medido através do seu valor em dinheiro numa determinada unidade conta.

3 – Instrumento de reserva de valor: pode-se guardar moeda por um determinado período de tempo, conservando-se assim um valor.

Definições – diferentes tipos de moeda

Moeda: Bem utilizado como intermediário nas trocas, de aceitação generalizada, que serve de meio de reserva de valor e para medir o valor dos bens.

Moeda de papel: Engloba a moeda representativa, a moeda fiduciária e o papel. moeda.

Moeda eletrónica: cartões bancários de débito ou de crédito (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda escritural: depósitos bancários movimentados através de cheques, transferências, ordens de pagamento ou cartões de multibanco.

Moeda fiduciária: notas convertíveis emitidas num montante superior ao valor efetivamente depositado.

Moeda informática: utilização do computador para movimentar depósitos bancários, como as transferências ou ordens de pagamento efetuadas através da internet (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda mercadoria: Bem de aceitação generalizada que servia na fase inicial da moeda como intermediário nas trocas. Qualquer bem considerado útil por uma comunidade poderia servir como moeda de troca.

Moeda representativa: Notas em circulação que correspondem ao valor exato depositado em metal precioso nos cofres dos bancos.

Papel moeda: Notas inconvertíveis de curso forçado imposto pelo Estado.

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Desmaterialização da moeda

Cada vez mais se assiste a uma gradual substituição dos pagamentos em papel moeda e moeda metálica por outros tipos de pagamentos que não apresentam a forma material da moeda, daí falarmos da desmaterialização da moeda.

Depreciação do valor da moeda

Processos de destruição de moeda

Criação de moeda pelo sistema bancário

3 – A nova moeda portuguesa o Euro

Moeda Euro

Em 1999, Portugal passou a ter como moeda oficial o euro.  Em 2002 entrou em circulação em paralelo com o escudo.

A partir de 1999, a política monetária portuguesa passou a ser conduzida pelo Banco Central Europeu (BCE).

Existe uma instituição supranacional. Os países que entraram na Zona Euro tinha que cumprir os critérios associados no Tratado de Maastricht, que estabelece as condições.

Vantagens e desvantagens do euro

Vantagens

Facilita as trocas entre os vários países, pois passam a ter a mesma moeda, eliminando os encargos com as diferenças cambiais.

Por outro lado permite uma maior estabilidade de preços, que possibilita uma redução das taxas de juro que beneficia as famílias e as empresas.

Desvantagens

Perda de autonomia em matéria da política monetária. Os Estados deixaram de poder usar a desvalorização da moeda como estratégia que permitia em épocas de crise, aumentar a competitividade das exportações.

A maior transparência de mercado também pode gerar choques assimétricos entre regiões.

Outro inconveniente restrições em matéria orçamental, critérios de convergência, dificultam a política económica (limites ao défice orçamental, limites à dívida pública).

4 – O preço de um bem

Preço de um bem – noção e componentes

O preço representa a quantidade de moeda que é necessária para adquirir um bem ou serviço.

O preço reflete os encargos com a produção. Os custo de produção incluem os custos diretos e os custos indiretos.

Custos directos: custos ou encargos relacionados com a produção dos bens e serviços como as matérias primas ou a remuneração dos trabalhadores.

Os custos indiretos são  encargos que a unidade produtiva tem que suportar, mas que não estão diretamente relacionados com a produção, água, rendas, telecomunicações.

Influencia entre o preço e a procura. O nº de compradores pode influenciar o preço e vice versa (lei da oferta de da procura).

A tecnologia também pode influenciar o preço dos bens e serviços. A tecnologia incorpora valor um ganho de produtividade tecnológico pode influenciar o preço de um bem ou serviço.

5 – A Inflação

  • De uma maneira geral, chama-se inflação, à subida contínua, persistente e generalizada dos preços.

Para se poder falar de inflação, torna-se necessário que as subidas dos preços sejam suficientemente generalizadas e permaneçam no tempo, provocando outras subidas, num processo auto-sustentado

Inflação – é a subida generalizada de preços.

Contínua, inesperada, generalizada

Comércio e inflação

Consequências da inflação:

Desvalorização da moeda, havendo mais inflação temos que dar mais moeda para adquirir os mesmos produtivos.

Perda de poder de compra: se o valor da inflação superar o aumento dos salários num determinado ano, significa que o poder de compra será reduzido porque o salário real irá diminuir.

Preços correntes e preços constantes.

Para calcular o valor de produção de bens e serviços posso utilizar preços correntes ou preços constantes.

Com os preços correntes estou a incluir a inflação no cálculo do produto.

Com os preços constantes a inflação na interfere no cálculo do produto.

O índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) é o indicador que permite comparar a inflação de diferentes países da União Europeia.

Em Portugal, o principal índice utilização é o índice de preços no consumidor (IPC), que indica a média ponderada de preços de um cabaz de bens,

  • A inflação é medida através do IPC, mede o preço de um cabaz de bens que varia de país para país.
  • Taxa de inflação mensal Tim = ((IPC mês X/ IPC mês X-1) – 1)x100
  • Taxa de inflação homóloga = ((IPC mês ano X/ IPC mês ano X-1) – 1)x100

A taxa de inflação é a taxa de crescimento do índice de preços no consumidor entre duas datas.

A taxa de inflação mensal: compara o valor da inflação entre dois meses consecutivos.

A taxa de inflação homóloga: compara a inflação de um determinado mês com o mesmo mês do ano anterior.

A taxa de inflação média dos últimos 12 meses (Tim 12) que é a média simples das últimas doze taxas comparada com a média das 12 taxas homólogas.

Deflação, representa o contrário da inflação, descida generalizada e inesperada e contínua dos preços. Está associada a uma baixa da procura, da produção e do emprego.

Desinflação: é uma diminuição da taxa de inflação, mas contínua a existir aumento de preços só que é mais ligeiro.

Estagflação: é um conceito que relaciona a inflação com a estagnação da atividade económica. Este efeito ocorre quando temos uma subida galopante do nível dos preços que é acompanha por um nível de desemprego, o que pode levar à estagnação da economia.

categorias inflação

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Índice de preços no consumidor

causas explicativas da inflação

causas explicativas da inflação

poder de compra

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Relação entre inflação e o valor da moeda
Relação entre inflação e o valor da moeda

Relação entre inflação e o valor da moeda

A inflação representa o aumento generalizado dos  preços dos bens e serviços.

Se a inflação é elevada, significa que vamos ter que despender de mais moeda para adquirir os bens e serviços.

Aumentando o volume de moeda por transação significa que a moeda perde o seu valor, aquilo que chamamos “inchaço da moeda”.

Em processos de deflação, isto é, uma descida generalizada dos preços normalmente existe a situação inversa.

6 – Inflação em Portugal e na União Europeia

Antes de Portugal entrar na UE, a taxa de inflação portuguesa era muito elevada, em 1984, chegou a atingir 29,3%. A inflação baixou de forma acentuada a partir do momento da adesão à UE. Mais tarde, contribuíram para esta situação os esforços que Portugal teve que realizar no sentido de cumprir os critérios de adesão à moeda única em particular a estabilidade de preços.

Atualmente, a taxa de inflação portuguesa tem valores baixos, que estão ao nível da média europeia. A análise destes valores é feita através do índice de preços no consumidor (IPC) e no comparativo com os outros países da zona euro através do índice harmonizado de preços no consumidor.

O índice Harmonizado de preços no consumidor é um instrumento muito importante na medição económica, sendo frequentemente utilizado como meio de comparação de flutuações no poder de compra dos consumidores da UE. O IHPC de Portugal uma vezes tem-se apresentado superior ao IHPC da área Euro outras vezes inferior.

Preparação para Exame Nacional

Capítulo 4 – Comércio e moeda

Questões de Exame – Comércio e moeda  

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

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Exercícios de Cálculo Financeiro

Exercícios de Cálculo Financeiro

Exercícios de Cálculo Financeiro

Exercícios de Cálculo Financeiro

  1. Determine, o valor do capital acumulado por uma unidade de 100 000€, durante 10 anos, à taxa de 10%.
  2. Determine o valor atual de uma renda de 50 000,00€, depositada à taxa de 7,59, durante 20 anos.
  3. Determine a taxa de uma renda anual de 100 000,00€ que, durante 30 anos se transforma no capital acumulado de 18 088 149, 425€
  4. Determine o período de investimento de uma renda anual de 60 000,00€ que à taxa de 20% tem o valor atual de 251 548,33€
  5. Determine o valor atual de uma renda antecipada de 15 000,00€, à taxa de 15%, durante 15 anos.
  6. Calcule, o valor acumulado de uma renda antecipada de 20 000,00€, à taxa de 20%, durante 20 anos.
  7. Considere uma renda de 25 termos mensais de 10 000,00€ cada, cujo primeiro vencimento se dá a 1/1/2017. Determine o valor atual relativo a 1/1/2915, considerando uma taxa de 20%.
  8. Determine o valor do capital acumulado por uma unidade de 400 000,00€ durante 20 anos à taxa de 15%.
  9. Determine o valor atual de uma renda de 25 000,00€, depositada à taxa de 20% durante 6 anos.
  10. Qual é o valor atual de uma renda antecipada de 28.000,00€  à taxa de 7%, durante 8 anos?
  11.  O José contraiu um empréstimo no valor de 32 000,00€, por um prazo de 8 meses, em regime de juro simples, à taxa de 6%.
    1. Qual o juro a pagar na data do reembolso do capital?
    2. Qual o montante do reembolso?
  12.  A sociedade Rodrigo e Diogo Lda, contraiu um empréstimo em 5 prestações em 5 de Janeiro, 5 de Abril, 5 de Agosto e 5 de Dezembro do ano n. Este 5 pagamentos constituem uma renda? Justifique.
  13.  Um comerciante, para poder alargar a sua atividade, precisava de 100 000,00€. Conseguiu que lhe emprestassem essa quantia, durante 2 anos, a juro antecipado à taxa anual de 20%. Determine a taxa real do empréstimo.
  14. Determinado indivíduo pagou 300 000,00€ de juros antecipados, à taxa anual de 18%, por um empréstimo com a duração de 4 meses.
    1. Determine, o capital recebido (capital atual)
    2. Determine, o capital pedido (capital nominal).

Métodos de distribuição

Métodos de distribuição

Métodos de distribuição

Métodos de distribuição

O método de distribuição é comum às várias modalidades de comércio, todas elas têm o comprador e o vendedor e estão em contacto, estão em contacto, encontram-se no mesmo espaço físico. Trata-se de uma venda direta.

Contudo existem situações onde esse contacto não ocorre, Venda indireta.

Venda automática, efetuada por máquinas, como, por exemplo na venda de bilhetes selos, etc.

Venda à distância por telefone ou por catálogo, onde os consumidores selecionam os produtos que, posteriormente, lhes são enviados pelo correio.

No comércio eletrónico, método mais recente, em que os compradores escolhem os produtos através da Internet,

 

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

O consumo público é o que é realizado pelas administrações públicas, genericamente designadas por Estado.

O consumo privado é o que é realizado pelas famílias.

A análise da parte respetiva destes dois tipos de consumo constitui um índice muito significativo do papel desempenha pelo Estado numa economia.

 

População inativa

População inativa

População inativa

População inativa

A população inativa é constituída por todos os indivíduos com idades inferiores a 16 anos, todos os reformados e todos os que, tendo idade superior a 16 anos e não estejam reformados, não possuam capacidade para o exercício de uma atividade remunerada: deficientes, inválidos, estudantes com mais de 16 anos e donas de casa,

A idade a partir da qual se pode entrar no mercado do trabalho e a idade máxima para um trabalhador se reformar variam de país para país, estando relacionadas com o grau de desenvolvimento de cada país.

 

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

A produtividade indica a eficácia com a qual estamos a utilizar os diversos fatores de produção.

A produtividade mostra-nos a relação entre uma certa quantidade de produto e a quantidade de um ou mais fatores afetados à sua produção. A produtividade permite, conhecer o valor da produção por unidade de recurso utilizada.

Desta forma a produtividade mede-se pela quantidade produzida ou o seu valor em função da quantidade ou valor dos fatores utlizados.

Podemos falar em produtividade do trabalho, de uma máquina ou de uma superfície de terra.

A produtividade é um indicar muito importante para podermos analisar a saúde de uma economia.

Cálculo da produtividade

Produtividade média do trabalho = Quantidade de produto obtido / quantidade do fator trabalho utilizado (horas de trabalho ou nº de trabalhadores)

ou  (valor do produto obtido / valor do trabalho empregue)

Produtividade média do capital = quantidade de produto obtido / quantidade de capital técnico utilizado

ou

valor do produto obtido / valor do capital técnico utilizado

Quando estabelecemos a relação entre o valor total da produção e o valor total dos recursos para a obter, temos a produtividade total.

Quando se calcula a produtividade, sempre que se passa a usar mais uma unidade do fator trabalho ou do fator capital, obtemos a produtividade marginal.

 

Explicações Economia Low Cost

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