Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Existem mercados que embora tenham um grande nº de vendedores, existe um deles que suscita a preferência dos consumidores relacionada com uma marca, pela novidade ou a apresentação do produto, etc. A este tipo de mercado chamamos concorrência monopolística.

Em concorrência monopolística os bens não são homogéneos.

É uma situação de concorrência imperfeita, porque tem alguma influência sobre o preço.

O mercado de concorrência perfeita caracteriza-se pelo grande nº de compradores e vendedores e pela liberdade de atuação, não sendo objeto de qualquer regulação.

O modelo de concorrência pura ou perfeita é definida pelas seguintes características:

Atomicidade: compradores e vendedores são em grande nº e de pequena dimensão. Nenhum dos compradores ou vendedores tem qualquer influência no mercado nem na atuação dos outros.

Homogeneidade do produto: o produto transacionado terá que apresentar as mesmas qualidades físicas. O bem produzido por cada um dos produtores é exatamente igual, sendo substituíveis.

Livre entrada no mercado: não existe qualquer barreira que impeça novos compradores ou novos vendedores de entrarem no mercado.

transparência do mercado: todos os intervenientes devem estar devidamente informados, isto é, todos têm acesso às informações sobre os preços praticados e a qualidade dos bens.

Mobilidade dos fatores de produção: os fatores de produção devem poder deslocar-se de uma produções para outras, procurando as produções que dão maior remuneração.

 

 

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

O consumo público é o que é realizado pelas administrações públicas, genericamente designadas por Estado.

O consumo privado é o que é realizado pelas famílias.

A análise da parte respetiva destes dois tipos de consumo constitui um índice muito significativo do papel desempenha pelo Estado numa economia.

 

Consumo final e consumo intermédio

Consumo final e consumo intermédio

O consumo final representa a utilização de bens ou serviços diretamente para a satisfação de uma necessidade individual ou coletiva.

Por exemplo: comer um Hambúrguer.

Consumo final e consumo intermédio

Consumo final e consumo intermédio

O consumo intermédio é constituído pelos bens ou serviços utilizados no processo de fabrico e transformados ou destruídos no decurso desse processo.

Por exemplo: fiar o algodão que irá ser utilizado no fabrico de uma camisola ou a fatia de carne que servirá para fazer um hambúrguer.  É  considerado um bem de produção ou um consumo intermédio.

Utilizam-se consumos intermédios no processo produtivo dos bens, quer esses bens se destinem ao consumo final, quer a produção de outros bens.

 

População inativa

População inativa

População inativa

População inativa

A população inativa é constituída por todos os indivíduos com idades inferiores a 16 anos, todos os reformados e todos os que, tendo idade superior a 16 anos e não estejam reformados, não possuam capacidade para o exercício de uma atividade remunerada: deficientes, inválidos, estudantes com mais de 16 anos e donas de casa,

A idade a partir da qual se pode entrar no mercado do trabalho e a idade máxima para um trabalhador se reformar variam de país para país, estando relacionadas com o grau de desenvolvimento de cada país.

 

Taxa de atividade e taxa de desemprego

Taxa de atividade e taxa de desemprego

Taxa de atividade e taxa de desemprego

Taxa de atividade e taxa de desemprego

Taxa de atividade – o cálculo desta taxa possibilita conhecer a percentagem de população ativa em relação à população total.

Taxa de atividade = (População ativa / População total) X100

Taxa de desemprego, indica a parte da população ativa que não se encontra empregada.

Taxa de desemprego = (População desempregada/ População ativa) X 100

Na população ativa incluem-se os desempregados Por isso, é importante conhecer qual a percentagem de indivíduos que, estando incluídos na população ativa, não exercem qualquer atividade por não encontrarem emprego.

Barreiras alfandegárias tarifárias e não tarifárias

Barreiras alfandegárias tarifárias e não tarifárias

Barreiras alfandegárias tarifárias e não tarifárias

Barreiras alfandegárias tarifárias e não tarifárias

As barreiras alfandegárias podem ser tarifárias ou não tarifárias.

As barreiras tarifárias são os direitos aduaneiros cobrados aos produtos importados. Através da aplicação de impostos alfandegários, os bens tornam-se mais dispendiosos para que os compra, fazendo, desta forma, diminuir as suas importações.

As barreiras não tarifárias são a contingentação e a implementação de regulamentos especiais. A contingentação consiste na fixação de limites máximos para a importação de determinados produtos. Estes limites podem ser fixados em função do valor ou da quantidade de bens importados. Existem ainda outras barreiras técnicas que se podem utilizar como os regulamentes especiais, com exigências no que respeita a segurança, higiene, etc., que dificultam a entrada de produtos vindos do exterior que não cumpram as condições exigidas.

O que são Economias de Escala?

O que são Economias de Escala?

O que são Economias de Escala?

O que são Economias de Escala?

Um dos objetivos dos empresários é a redução dos custos de produção.

Esta redução permite uma maior competitividade no mercado e ao mesmo tempo aumentar a margem de lucro.

Quando as economias provêm do aumento da dimensão da empresa são chamadas de economias de escala.

A Longo prazo à medida que aumenta a quantidade produzida, verifica-se uma redução do custo total médio ou a quantidade produzida aumenta mais que os custos totais médios.

às grandes dimensões das unidades económicas encontram-se associados custos de produção mais baixos, uma vez que a grande escala permite obter mais produção, maior produtividade e mais riqueza.

As economias de escala poderão estar associadas a melhor gestão ou a uma maior especialização do trabalho ou a possibilidade de recurso a tecnologias inovadoras mais eficientes.

Lei das economias de escala: dentro de certos limites, é possível reduzir os custos médios quando se aumenta a dimensão da unidade produtiva, permitindo-lhe, assim, fazer poupanças, ou seja, realizar economias.

É a procura de economias de escala que frequentemente explica as fusões de empresas.

 

 

 

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

A produtividade indica a eficácia com a qual estamos a utilizar os diversos fatores de produção.

A produtividade mostra-nos a relação entre uma certa quantidade de produto e a quantidade de um ou mais fatores afetados à sua produção. A produtividade permite, conhecer o valor da produção por unidade de recurso utilizada.

Desta forma a produtividade mede-se pela quantidade produzida ou o seu valor em função da quantidade ou valor dos fatores utlizados.

Podemos falar em produtividade do trabalho, de uma máquina ou de uma superfície de terra.

A produtividade é um indicar muito importante para podermos analisar a saúde de uma economia.

Cálculo da produtividade

Produtividade média do trabalho = Quantidade de produto obtido / quantidade do fator trabalho utilizado (horas de trabalho ou nº de trabalhadores)

ou  (valor do produto obtido / valor do trabalho empregue)

Produtividade média do capital = quantidade de produto obtido / quantidade de capital técnico utilizado

ou

valor do produto obtido / valor do capital técnico utilizado

Quando estabelecemos a relação entre o valor total da produção e o valor total dos recursos para a obter, temos a produtividade total.

Quando se calcula a produtividade, sempre que se passa a usar mais uma unidade do fator trabalho ou do fator capital, obtemos a produtividade marginal.

 

Papel do consumo

Papel do consumo

Papel do consumo

Papel do consumo

O consumo é o ato económico através do qual as pessoas utilizam bens e serviços com o objetivo de satisfazerem as suas necessidades.

O Consumo representa a parte do rendimento disponível que é utilizada para a aquisição de bens e serviços de imediato.

O consumo constitui um importante indicador do nível de vida de uma população.

Toda a parte do rendimento disponível que não é aplicada no Consumo representa a poupança.

Os fatores económicos que influenciam o consumo são o preço dos bens, o rendimento dos consumidores e a inovação tecnológica.

O consumo também é influenciado por fatores extra-económicos de natureza sociocultural.

A estrutura do consumo indica a forma como as famílias repartem o seu  rendimento pelas diversas categorias de bens de consumo.

A estrutura de consumo tem evoluído ao longo dos tempos, pelo aumento da oferta de novos produtos e pelo aumento do rendimento dos consumidores,

O coeficiente orçamental exprime o “peso” que a despesa com cada classe de bens representa no coeficiente orçamental dos consumidores.

Consumo de massas é uma das características das sociedades modernas.

A sociedade de consumo é caracterizada pelo recurso a técnicas agressivas de estimulação do consumo que originam o consumismo.

A denúncia dos problemas associados ao consumismo, em parte devido aos movimentos dos consumidores originou o consumerismo.

O consumerismo promove os interesses dos consumidores, o aprofundamento dos seus direitos e a defesa da qualidade de vida e dos valores sociais.

A responsabilidade social dos consumidores exige a mudança de hábitos e o cumprimento de deveres cívicos.

 

 

Rendimento nominal versus Rendimento real

Rendimento nominal versus Rendimento real

Rendimento nominal versus Rendimento real

Rendimento nominal versus Rendimento real

Muitas vezes falamos em Rendimento real mas este não corresponde ao valor nominal do nosso rendimento.

O Rendimento nominal corresponde à quantidade de moeda de que o consumidor dispõe.

O Rendimento real quantidade de bens e serviços que pode adquirir com a quantidade de moeda disponível. O rendimento real mede o nosso poder de compra

 

Explicações de economia 918187095