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Preparação para os Exames Nacionais 2015 Odivelas

Preparação para os Exames Nacionais 2015 Odivelas

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Exercícios de revisão preparação Exame Economia

Exercícios de revisão preparação Exame Economia

  1. Os aumentos salariais muitas vezes são condicionados pela inflação. Explique de que modo a inflação pode influenciar o poder de compra dos cidadãos.
  2. Explicite o sentido da seguinte afirmação: ” Uma das limitações da Contabilidade Nacional, é o facto, de, no cálculo do valor da produção, não se ter em conta nem as externalidades positivas nem as externalidades negativas.”
  3. Considere o seguintes valores (em milhares), relativos a Portugal, em 2005. População total 10563, empregados 5 123, Desempregados 422, População inactiva 5 018.
    1. Calcule a taxa de actividade em Portugal, em 2005. Apresente  as fórmulas e os cálculos que efectuar.
  4. Leia o texto que se segue. O Estado pode intervir na economia, nomeadamente, como estabilizador macroeconómico, como prestador de serviços, como incentivador da actividade privada e como redistribuidor do rendimento. Para exercer a sua actividade, o Estado cobra receitas e realiza despesas. As principais receitas que o Estado cobra são os impostos, quer directos, quer indirectos.
    1. Distinga impostos directos de impostos indirectos.
  5. Segundo dados divulgados pelo INE, a taxa de desemprego em Portugal, em 2005, foi de 7,6%. Explicite o significado deste valor.

Questões Revisão preparação Exame Economia 11º ano

  1. Indique quais são os factores económicos que influenciam o consumo
  2. De que forma um aumento da produtividade poderá ajudar Portugal a recuperar do problemas decorrentes do alargamento ocorrido nos últimos anos
  3. Explique a importância do método dos valores acrescentados no problema de contagem do produto
  4. Explica a necessidade de complementar o investimento de transformação com o investimento de I&D
  5. Identifique as componentes da Despesa Interna
  6. Caracteriza a taxa de crescimento do PIB
  7. O que representa a forma de integração económica, União Aduaneira?
  8. Um mercado em que os concorrentes se tendem a diferenciar através da I&D, caracteriza-se por ser?
  9. Em que medida Portugal se viu prejudicado com os últimos alargamentos da UE.
  10. Em que consiste a terciarização da economia
  11. Explica de que forma podemos afirmar que actualmente a questão da empregabilidade está directamente relacionada com a formação ao longo de toda a vida
  12. Relaciona a questão da inflação com o poder de compra e respectivamente com o nível de vida.
  13. Leia o texto que se segue. A maioria das pessoas não poupa pondo dinheiro debaixo do colchão;  pelo contrário, efectua aplicações em contas a prazo, que espera venham a traduzir-se num bom rendimento.
    1. Identifique os destinos da poupança a que se refere o texto.
  14. Leia o texto que se segue.  Nas economias industriais modernas, a concorrência entre as empresas leva-as, geralmente, a efetuar elevados investimentos em investigação e desenvolvimento. Por exemplo, nas indústrias de computadores e de produtos farmaceuticos, as empresas procuram lucros através da introdução de novos e melhores produtos, ou através de métodos de produção mais baratos.Parte dos lucros obtidos irão ser aplicados em novos processos de investigação e desenvolvimento.
    1. Explique com base no texto, a importância do investimento em investigação e desenvolvimento para a actividade económica.

Disparidades na repartição dos rendimentos

Disparidades na repartição dos rendimentos

Existem vários factores que explicam a existência de disparidades nos rendimentos.

Por um lado, o factor capital é melhor remunerado que o factor trabalho, pelo que quem depende exclusivamente de rendimentos do trabalho (rendimento linear) fica em desvantagem.

Por outro lado, existem famílias que acumulam várias fontes de rendimento e outras que apenas possuem uma única fonte de rendimento.

Outra causa explicativa é a de que os níveis de remuneração sejam dispares, sendo as principais causas as diferentes habilitações e qualificações profissionais, a maior ou menor antiguidade e experiência profissional, o tipo de profissão,o ramo de actividade, o género masculino ou feminino, as diferenças entre as várias regiões, idade, nacionalidade, etc.

Existem alguns indicadores que nos auxiliam a analisar as disparidades existentes na repartição dos rendimentos. Os indicadores usados com mais frequência são o leque salarial, a curva de Lorenz e o rendimento per capita.

 

Questões de Exame Comércio e Moeda

Questões de Exame Comércio e Moeda

  1. Em Portugal, habitualmente, para se medir a evolução dos preços ao longo do tempo utiliza-se…
    1. O índice de preços do consumidor
    2. o índice harmonizado sintético
    3. O índice do consumo
    4. o índice sintético de preços
  2. No dia 1 de Janeiro de 2009, a área do euro passou a ser composta por…
    1. 12 países.
    2. 13 países.
    3. 15 países.
    4. 16 países.
  3. taxa de inflação
    1. é a taxa de crescimento dos juros
    2. é o preço do dinheiro
    3. é a taxa de crescimento dos preços no consumidor
    4. é a taxa de referência dos câmbios
  4. Em 2007, um dado país registou uma taxa de inflação de 5%. Podemos dizer que, nesse país, nessa ano…
    1. a moeda nacional registou um aumento do seu valor face às moeda estrangeiras.
    2. as pessoas cujo salário nominal se manteve inalterado perderam poder de compra.
    3. os trabalhadores ganharam poder de compra, se os salários nominais também tiverem subido 5%.
    4. os preços de todos os bens e serviços subiram, necessariamente, 5%.
  5. O índice de preços no consumidor
    1. calcula-se através da análise dos preços de um cabaz composto por produtos representativos dos hábitos de consumo de uma população.
    2. permite comparar a evolução da inflação em diferentes países.
    3. indica o preço pelo qual os consumidores estão dispostos a adquirir um determinado produto.
    4. é calculado através da inflação.
  6. Ao efectuarmos o pagamento de uma mercadoria por intermédio de um cartão multibanco (cartão de débito)estamos a recorrer a…
    1. papel-moeda
    2. notas de banco
    3. moeda escritural
    4. moeda mercadoria
  7. Uma determinada empresa dedica-se à compra de batata aos pequenos produtores para revender aos supermercados. Então, essa empresa dedica-se ao comércio
    1. grossista
    2. retalhista
    3. tradicional
    4. tradicional
    5. electrónico
  8. A família Saraiva possui uma pequena empresa que se dedica à venda de flores aos consumidores, as quais são compradas directamente aos produtores, exerce a sua actividade no rés de chão do prédio onde habita e a empresa não emprega outros trabalhadores. Classificamos o tipo de comércio praticado pela família Saraíva como comércio..
    1. integrado
    2. grossista
    3. independente
    4. primário
  9. A moeda escritural é…
    1. criada pelo Banco Central Europeu
    2. anterior à moeda mercadoria
    3. anterior à moeda metálica
    4. criada pelo sistema bancário
  10. A empresa «RM, Lda» realizou o pagamento dos salários relativos ao mês de Janeiro através de uma ordem de transferência bancária. Neste caso, a empresa utilizou uma forma de movimentação da…
    1. moeda metálica
    2. moeda escritural
    3. moeda-papel
    4. moeda divisionária
  11. O papel moeda é uma forma de moeda
    1. convertível, a taxa fixa em metal precioso
    2. baseada em contas de depósitos à ordem
    3. de curso forçado, decretado pelo Estado
    4. de utilização generalizada na troca directa
  12. Num determinado mercado, os retalhistas compram aos produtores os bens disponibilizam aos consumidores. Neste caso, estamos perante um circuito de distribuição…
    1. curto
    2. longo
    3. ultra longo
    4. ultra curto
  13. Uma empresa produtora de sumos de fruta não dispõe de uma loja para comercializar e revender e recorre a equipamentos instalados em estações de comboios para efectuar as suas vendas. Estes equipamentos fornecem pacotes de sumo mediante o pagamento com moeda metálica. O método de distribuição utilizado por esta empresa na venda de sumos de fruta designa-se por
    1. comércio itinerante
    2. comércio electrónico
    3. venda automática
    4. venda directa
  14. A moeda de papel cuja circulação se faz tendo por base a confiança na sua convertibilidade intitula-se…
    1. moeda fiduciária
    2. moeda representativa
    3. papel moeda
    4. moeda cunhada
  15. A actividade que estabelece uma ligação entre a produção e o consumo denomina-se….
    1. publicidade
    2. distribuição
    3. comércio
    4. transporte
  16. São considerados tipos de moeda
    1. papel moeda e cheques
    2. notas de banco e cartões de débito
    3. as notas de banco e os cartões de crédito
    4. o papel moeda e a moeda escritural
  17. O processo de criação de moeda levado a cabo pelo sistema bancário…
    1. implica a indexação das taxas de juro
    2. desenrola-se no mercado secundário
    3. permite a redistribuição do rendimento de um país
    4. é feito através da concessão de novos empréstimos que voltam a ser, parcialmente aplicados.
  18. Actualmente, assiste-se a uma perda do conteúdo material da moeda…
    1. passando, muitas vezes os seus proprietários a deter apenas documentos comprovativos da sua posse
    2. verificando-se uma desvalorização monetária
    3. que corresponde a uma diminuição das prestações sociais do Estado
    4. patente na diminuição das remessas dos emigrantes.
  19. As taxas de inflação dos países da União Europeia podem ser comparadas através…
    1. do índice de preços no consumidor.
    2. da observação das suas taxas homólogas.
    3. do índice harmonizado de preços no consumidor.
    4. da paridade do poder de compra.
  20. A aplicação da poupança em produtos financeiros disponibilizados por intermédio de instituições financeiras denomina-se…
    1. financiamento
    2. investimento
    3. entesouramento
    4. colocação financeira
  21. A moeda escritural consiste…
    1. na circulação da moeda de papel
    2. na inconvertibilidade das notas de banco
    3. na circulação de depósitos à ordem
    4. na existência de múltiplas funções da moeda.
  22. A subida anormal, contínua e generalizada dos preços dos bens intitula-se…
    1. deflação.
    2. estagflação.
    3. desinflação.
    4. inflação.
  23. O aumento contínuo, inesperado e generalizado dos preços dos bens denomina-se…
    1. inflação.
    2. deflação.
    3. Índice de preços no consumidor.
    4. Índice Harmonizado de Preços no Consumidor.
  24. A moeda que representa a movimentação dos depósitos bancários através de cheques e ordens de pagamento denomina-se…
    1. moeda electrónica.
    2. moeda escritural.
    3. moeda fiduciária.
    4. papel-moeda
  25. Uma nota de 100€ é considerada…
    1. moeda.mercadoria.
    2. papel-moeda.
    3. moeda representativa.
    4. moeda escritural.
  26. Em 2014, num dado país, a taxa de variação anual do índice de preços no consumidor (IPC) foi positiva e superior à taca de variação anual do salário nominal das famílias. Considerando-se tudo o resto constante, podemos afirmar que, nesse país, em 2014, se verificou.
    1. uma valorização da moeda.
    2. um processo da deflação.
    3. uma redução do salário real das famílias.
    4. um aumento do poder de compra das famílias.
  27. A moeda representada através de um certificado correspondente a uma determinada quantia, em ouro ou prata, previamente depositada, denomina-se…
    1. moeda electrónica.
    2. moeda escritural.
    3. moeda fiduciária.
    4. moeda representativa.
  28. A quantidade de moeda que se dá em troca de uma unidade de um bem que se compra designa-se por…
    1. poder de compra.
    2. custo fixo.
    3. preço.
    4. utilidade.
  29. O índice Harmonizado de Preços no Consumidor permite comparar…
    1. a paridade do poder de compra entre duas regiões.
    2. as taxas de inflação entre os EUA , a UE e o Japão.
    3. as taxas de inflação dos países da UE.
    4. as taxas de juro de dois mercados diferentes.
  30. Os cartões de débito, quando utilizados para efetuar pagamento, são uma forma de movimentar…
    1. moeda escritural.
    2. papel-moeda.
    3. moeda -metálica.
    4. moeda-mercadoria.
  31. Suponha que, a par da taxa de inflação verificada em 2006 (3,1%), os salários nominais, em Portugal, subiram nesse mesmo ano, em média 2,5%. Explique como terão evoluído os salários reais, nesse ano, em Portugal.
  32. O comércio, a armazenagem e o transporte são actividades que integram a distribuição. Apresente três aspectos que justifiquem a importância da distribuição para os consumidores.

Exercícios relações económicas com o resto do mundo

Exercícios relações económicas com o resto do mundo

  1. Um país detém uma vantagem absoluta na produção de um bem…
    1. quando produz esse bem com um custo relativo inferior a outro país.
    2. quando a sua elevada produtividade lhe permite produzir esse bem ao menor custo possível
    3. quando se especializa na produção de muitos bens
    4. quando produz uma grande quantidade desse bem.
  2. O peso do comércio externo de um país
    1. traduz a evolução das exportações desse país ao longo do tempo
    2. traduz o grau de abertura desse país ao exterior
    3. permite averiguar se o valor das exportações é suficiente para cobrir o valor das importações
    4. traduz as oscilações cambiais
  3. A taxa de cobertura de um país é inferior a 100% quando…
    1. o valor das suas importações é superior ao valor das suas exportações
    2. o valor das suas importações é inferior ao valor das suas exportações
    3. o total das importações e das exportações é inferior ao PIBpm
    4. o valor das suas exportações é inferior ao seu PIBpm
  4. As receitas provenientes do turismo registam-se na Balança de…
    1. mercadorias
    2. capitais
    3. rendimentos
    4. serviços
  5. Um dos principiais objectivos da Organização Mundial do Comércio (OMC) é…
    1. facilitar a integração económica europeia
    2. abrandar o processo de globalização económica
    3. reduzir o preço das exportações de bens
    4. Liberalizar as trocas internacionais
  6. A taxa de câmbio exprime a relação de troca entre…
    1. as moeda de 2 países
    2. os preços de dois produtos
    3. as importações e as exportações
    4. os bens e a moeda em circulação
  7. Na Balança de serviços registam entre outros, os fluxos relativos a…
    1. transferências correntes da UE
    2. transações de titulos entre residentes e não residentes
    3. seguros transportes e direitos de utilização
    4. cedência de activos não produzidos não financeiros
  8. O Investimento directo estrangeiro é registado na Balança…
    1. de capital
    2. de rendimentos
    3. financeira
    4. comercial

Exercícios Exame Aspectos fundamentais da actividade Económica

Exercícios Exame Aspectos fundamentais da actividade Económica

Exercícios Exame Aspectos fundamentais da actividade Económica

Exercícios Exame Aspectos fundamentais da actividade Económica

  1. Consumismo e consumerismo são conceitos diferentes. Podemos associar o consumerismo
    1. às práticas que tornam os consumidores dependentes  da publicidade
    2. aos movimentos e organizações de defesa dos consumidores
    3. aos comportamentos impulsivos e irracionais dos consumidores atuais
    4. às medidas promotoras do consumo em massa
  2. Em 2014, num dado país, as famílias efetuaram uma poupança de 10% do seu rendimento disponível médio. No mesmo período, as famílias apresentaram como coeficientes orçamentais das despesas em alimentação e em transportes, respetivamente, 30% e 15%. Nestas condições, em 2014, por cada 100 euros do seu rendimento disponível as famílias despenderam, em média.
    1. 30 euros em alimentação e 13,5 euros em transportes.
    2. 30 euros em alimentação e 15 euros em transportes.
    3. 27 euros em alimentação e 15 euros em transportes.
    4. 27 euros em alimentação e 13,5 euros em transportes.
  3. O facto de as necessidades humanas serem ilimitadas e de os recursos aptos a satisfazê-las serem escassos expressa…
    1. o custo de oportunidade.
    2. o problema económico.
    3. A Lei de Engel.
    4. a racionalidade económica.
    5. A Economia é a ciência que estuda as escolhas entre utilizações alternativas dos recursos. Essas escolhas decorrem do facto de…
      1. os bens serem livres.
      2. o Homem ter liberdade de decisão.
      3. os bens serem escassos.
      4. o Homem ter necessidades primárias.
  4. É consumo intermédio
    1. a utilização de um tear para fazer um tecido;
    2. a utilização de leite para fazer iogurtes;
    3. a utilização de compota para barrar o pão.
  5. Em Economia, o custo de oportunidade é um conceito que:
    1. traduz o sacrifício que temos que fazer quando escolhemos entre dois ou mais recursos;
    2. é exclusivo dos consumidores;
    3. está na base de todo o ato que envolve tempo e meios escassos para atingir uma dada finalidade e que obrigue a escolhas
    4. Se refere aos sacrifícios impostos pela escassez de estados de insatisfação.
  6. Uma das caraterísticas da «sociedade de consumo» é que nela
    1. se verifica o fenómeno do consumo de massas;
    2. o consumo público é superior ao consumo privado
    3. a moeda perde, gradualmente, importância;
    4. se constata a negação da Lei de Engel
  7. De uma forma simplificada, pode afirmar-se que o objeto de estudo da ciência económica é o problema…
    1. da escolha num contexto de escassez de recursos
    2. do crescimento demográfico nos países em desenvolvimento
    3. da evolução tecnológica no contexto da mundialização
    4. do desequilibro ambiental nos países desenvolvidos
  8. O uso de tonner da fotocopiadora da Escola Secundária da Fonte constitui um consumo…
    1. público e intermédio
    2. público e final
    3. colectivo e privado
    4. colectivo e final
  9. O valor de uso de um bem depende…
    1. das carateristicas físicas do bem;
    2. da apreciação que o consumidor dele faça
    3. da sua escassez
  10. As necessidades que se classificam quanto à abrangência como colectivas são…
    1. as necessidades que não implicam qualquer dispêndio, para os bens que as satisfazem existem em quantidade suficiente
    2. as necessidades que se consideram supérfluas e que normalmente estão associadas ao consumo de bens de luxo
    3. aquelas que resultam da vida em sociedade e que são sentidas em conjunto por todos os indivíduos
    4. as necessidades relacionadas com a individualidade das pessoas, com os seus gostos ou interesses particulares
  11. A sociedade de consumo caracteriza-se….
    1. pela forma racional com que os bens de consumo são utilizados
    2. pela forma abundante com que os bens duradouros são colocados à disposição de todos os consumidores
    3. pela existência de movimentos de pessoas cujo objectivo é promover o consumo sustentável de bens
    4. pela existência de leis que consagram os direitos dos produtores de bens de consumo.
  12. Um dos factores de natureza económica que exercem influência direta sobre o consumo em Portugal é…
    1. a produtividade do país;
    2. a inflação internacional
    3. o rendimento dos portugueses
    4. a dívida pública
  13. A caracteristica das necessidades que deriva da sua existência em grande número, de serem infinitas, e de, na maioria das vezes, poderem reaparecer passado algum tempo, denomina-se…
    1. multiplicidade
    2. abrangência
    3. interconetividade
    4. saciabilidade
  14. Quando se hierarquizam as necessidades e se opta pela satisfação de uma, as que são sacrificadas representam uma perda, denominada….
    1. custo operacional
    2. custo de mercado
    3. custo indireto
    4. custo de oportunidade
  15. A Lei de Engel relaciona…
    1. A despesa total das famílias com o rendimento do país
    2. O rendimento das famílias com a satisfação das suas necessidades
    3. A despesa total das famílias com a satisfação das suas necessidades;
    4. O rendimento das famílias com as suas estruturas de consumo.
  16. Os bens complementares….
    1. são os bens substituíveis
    2. são aqueles que são usados em conjunto no cumprimento das suas funções
    3. são os bens que cumprem a mesma função podendo ser substituídos uns pelos outros
    4. são os bens que podem ser utilizados mais do que uma vez na satisfação das necessidades
  17. Na lei de Engel….
    1. quando os rendimentos diminuem, aumentam as despesas com bens essenciais
    2. quando os rendimentos aumentam, aumenta a proporção das despesas com bens essenciais
    3. quando os rendimentos diminuem, diminui a proporção das despesas com bens essenciais
    4. quando os rendimentos aumentam, diminui a proporção das despesas com bens essenciais
  18. Uma das consequências do consumismo é …
    1. A preservação dos recursos naturais;
    2. o aumento da taxa de atividade;
    3. a diminuição do rendimento pessoal;
    4. o endividamento das Famílias;
  19.  São atividades económicas…
    1. a Produção, a Distribuição e o Desemprego.
    2. as Famílias, as Empresas e o Estado.
    3. a Produção, a Distribuição e o Consumo.
    4. as famílias, as Empresas e as Instituições Financeiras.
  20. A ciência económica tem como objeto de estudo
    1. Os fenómenos específicos dos seres humanos e das interacções que entre eles se estabelecem;
    2. as realidades social e natural
    3. o conjunto de fenómenos que se produzem e reproduzem no interior de uma sociedade
    4. a ótima gestão dos recursos escassos de forma a maximizar o bem-estar de uma sociedade.
  21.  Em Economia, a utilização de rendimentos é a atividade económica que integra
    1. o consumo e a produção.
    2. o consumo e a poupança.
    3. a distribuição e a produção.
    4. a distribuição e a poupança.
  22. O problema da escassez resulta do fato de…
    1. As necessidades serem limitadas no tempo e os bens disponíveis serem ilimitados no espaço;
    2. As necessidades serem ilimitadas e os recursos e os recursos disponíveis serem escassos;
    3. As necessidades serem escassas, bem como os recursos disponíveis
    4. As necessidades serem ilimitadas, bem como os recursos disponíveis
  23. A responsabilidade social do consumidor, traduz-se…
    1. No reconhecimento, por parte da sociedade, dos direitos fundamentais dos consumidores;
    2. Num conjunto de deveres sociais como o da consciência critica, o da consciência do meio ambiente e o de solidariedade, no sentido da defesa comum dos consumidores, entre outros;
    3. Na participação, nomeadamente nos órgãos consultivos do Governo, na definição da política de consumo.
  24. É um exemplo de um recurso natural renovável
    1. o petróleo utilizado na produção de gasolina
    2. o trabalho humano utilizado na produção de bens
    3. a força do vento utilizada na produção de eletricidade
    4. a farinha utilizada na produção de pão.
  25. As necessidades que exigem algum dispêndio designam-se….
    1. económicas
    2. sociais
    3. coletivas
    4. primárias
  26. O Consumo intitula-se intermédio quando….
    1. os bens consumidos já se encontram totalmente transformados
    2. incide sobre bens essenciais
    3. os bens ainda vão ser objeto de transformações
    4. incide sobre bens não essenciais
  27. A utilização de papel e de tinta pela impressora dos serviços administrativos da empresa «Bom Dia», propriedade de dois amigos, constitui um consumo
    1. intermédio e privado
    2. final e público
    3. final e privado
    4. intermédio e público
  28. No âmbito da sua responsabilidade social, compete ao consumidor
    1. utilizar produtos com dupla embalagem
    2. aplicar a poupança em bens secundários
    3. preferir produtos reciclados e recicláveis
    4. incentivar o consumo de bens descartáveis
  29. Os bens sucedâneos são…
    1. Os bens que satisfazem a mesma necessidade;
    2. Os bens que são utilizados em conjunto na satisfação de uma necessidade;
    3. Os bens utilizados na transformação de outros bens;
    4. Os bens relacionados com a prestação de serviços
  30. A sociedade de consumo caracteriza-se…
    1. pela grande variedade de marcas de produtos
    2. pela produção de bens susceptíveis de satisfazerem as necessidades
    3. pela abundância e variedade de bens e serviços colocados à disposição dos consumidores
    4. pelos comportamentos responsáveis dos consumidores.
  31. Consideram-se características das necessidades….
    1. a substituibilidade e a racionalidade
    2. a susceptibilidade e a escassez
    3. a abundância e a variedade
    4. a saciabilidade e a multiplicidade
  32. A utilização de algodão, por uma fábrica, para produzir pijamas, classifica-se como um…
    1. consumo final
    2. consumo intermédio
    3. bem de produção
    4. bem de consumo
  33. O custo do bem A não se traduz apenas no seu preço, mas também nos benefícios a que é necessário renunciar para o obter. Então, dizemos que o custo de abandonar a melhor das alternativas para obter o bem A traduz o
    1. custo de oportunidade
    2. custo marginal
    3. custo de substituição
    4. custo médio
  34. No âmbito do consumerismo, os cidadãos enquanto consumidores gozam, nomeadamente, do direito
    1. a um salário justo
    2. à qualidade dos bens e serviços
    3. a um consumo elevado
    4. à qualidade do emprego e da formação
  35. O uso pelo João de uma camisa que comprou recentemente constitui um consumo
    1. colectivo
    2. individual
    3. público
    4. intermédio
  36.  Em economia é necessário fazer escolhas porque ….
    1. se deve poupar
    2. os recursos são escassos
    3. nem todos os bens têm as mesmas características
    4. os recursos são dispendiosos
  37. A acção dos grupos que promovem a defesa dos interesses dos consumidores define-se por…
    1. consumismo
    2. consumerismo
    3. consumo ético
    4. sociedade de consumo
  38. O custo de oportunidade...
    1. representa o total dos encargos suportados com um negócio
    2. corresponde ao valor que os consumidores estão dispostos a pagar por um bem material
    3. mede-se através da melhor alternativa que foi sacrificada quando se efectuou uma escolha
    4. calcula-se em função dos rendimentos gerados no acto produtivo
  39. As necessidades e os bens têm diferentes classificações. Assim, o ar atmosférico…
    1. é um bem económico e satisfaz uma necessidade primária
    2. é um bem duradouro
    3. nenhuma das hipóteses é correta
  40. As entidades que exercem, como função principal, a produção mercantil de serviços de reparação de equipamentos informáticos são integradas no agente económico.
    1. administrações públicas.
    2. instituições sem fim lucrativo ao serviço das famílias.
    3. empresas não financeiras.
    4. empresas financeiras prestadoras de serviços.
  41.  Os comportamentos consumistas podem ter como consequência…
    1. uma desigual repartição do rendimento
    2. o endividamento das famílias
    3. a alteração da Lei de Engel.
    4. um menor consumo de bens intermédios.
  42. Designa-se coeficiente orçamental
    1. a percentagem de dívidas cobertas pelas receitas
    2. o peso de cada rubrica de despesa no total do orçamento de uma família
    3. a percentagem do défice orçamental
    4. o total das despesas consagradas às necessidades primárias

Exercícios sobre poupança e investimento

Exercícios sobre poupança e investimento

  1. O investimento que é realizado em Portugal por agentes económicos estrangeiros que investem directamente numa economia local é uma forma de …
    1. IPCH
    2. IDE
    3. IPC
    4. IDH
  2. Um dos motivos que pode levar uma família a realizar poupanças é…
    1. os salários
    2. o valor dos empréstimos concedidos
    3. os prémios de seguro
    4. o valor dos bens e serviços que consomem
  3. A parte do rendimento disponível dos particulares que é consagrada à poupança pode ser utilizada de várias formas, nomeadamente pode ser aplicada….
    1. na actividade produtiva e em acções públicas de solidariedade
    2. através de colocação financeira, entesouramento e investimento
    3. a longo prazo, na aquisição a crédito de bens imobiliários
    4. a curto prazo, na aquisição a crédito de bens de consumo duradouro
  4. A remuneração que é considerada antes de se descontarem os impostos e as contribuições para a Segurança Social que os indivíduos têm de pagar ao Estado é…
    1. salário iliquido
    2. salário real
    3. rendimento disponível
    4. salário líquido
  5. A canalização da poupança para a manutenção ou aumento da capacidade produtiva das unidades de produção denomina-se….
    1. financiamento
    2. investimento
    3. entesouramento
    4. colocação financeira
  6. a aquisição de bens tangíveis designa-se
    1. investimento de substituição
    2. investimento material
    3. investimento de capacidade
    4. investimento imaterial
  7. O investimento corresponde, em parte, à aplicação das poupanças das famílias, das administrações públicas e das sociedades na criação de novo capital fixo. Assim, constitui exemplo de investimento.
    1. a ampliação dos escritorios realizada pelas sociedades não financeiras
    2. a venda de obrigações no mercado de títulos realizada pelas sociedades financeiras
    3. a compra de um veículo automóvel utilitário realizada pelas famílias
    4. a constituição de um depósito, por um período de um ano, realizada pelas administrações públicas.
  8. Uma determinada empresa, para modernizar as suas instalações fabris, pretende solicitar um empréstimo bancário a uma instituição financeira nacional. A obtenção desse empréstimo pela empresa constitui um financiamento…
    1. externo directo da sua actividade
    2. externo indirecto da sua actividade
    3. interno indirecto da sua actividade
    4. interno directo da sua actividade
  9. Na atualidade a expressão «desmaterialização da moeda», aparece associada à:
    1. desvalorização da moeda em circulação
    2. perda do suporte físico da moeda
    3. subida generalizada dos preços
    4. diminuição do rendimento disponível
  10. Suponha que uma família possui em determinado momento, uma casa, um carro e uma certa quantia em dinheiro em depósitos bancários. O conjunto destes activos, que a familia possui neste momento é considerado como..
    1. riqueza
    2. investimento
    3. poupança
    4. capital
  11. O IDE resulta de:
    1. poupanças internas;
    2. poupanças do Estado nacional;
    3. poupanças nacionais aplicadas no estrangeiro
    4. poupanças externas aplicadas no território nacional.
  12. A bolsa de valores é um mercado onde podem ser transaccionados títulos
    1. imobiliários que garantem aos seus titulares o recebimento de dividendos
    2. representativos do capital social de várias empresas
    3. representativos de empréstimos emitidos apenas por empresas públicas
    4. imobiliários que garantem sempre aos seus titulares rendimentos elevados.
  13. Uma destas funções não pertence aos bancos comerciais
    1. emitir cartões de crédito;
    2. alugar cofres;
    3. emitir e gerir cartões de débito;
    4. produzir papel-moeda.
  14. Num dado país, em 2014, verificou-se uma subida das taxas de juro ativas praticadas pelos bancos. Mantendo-se tudo o resto constante, esta situação poderá contribuir para.
    1. um aumento dos depósitos a prazo dos particulares.
    2. uma diminuição do recurso ao crédito pelos particulares.
    3. um aumento dos juros recebidos pelos particulares.
    4. uma diminuição do rendimento disponível dos particulares.
  15. O Investimento só é possível se houver poupança
    1. A poupança é condição necessária e suficiente para a continuidade do processo produtivo;
    2. A poupança, seja qual for o seu destino, contribui para o crescimento económico;
    3. Ao conjunto das despesas efetuadas em bens de produção não duradouros chamamos Formação Bruta de Capital Fixo;
    4. O investimento é constituído pelo conjunto despesas em bens de capital, quer os bens sejam duradouros ou não duradouros.

 

Poupança e Investimento

Poupança e Investimento

http://explicacoeseconomia.com.pt/capitulo-7-poupanca-investimento/
A utilização dos rendimentos – o consumo e a poupança.
O rendimento gerado na actividade produtiva distribui-se pelos agentes nela intervenientes, procurando o Estado posteriormente, atenuar as desigualdades que ocorrem nessa repartição através de políticas de redistribuição dos rendimentos
O Rendimento Disponível corresponde à parte do rendimento auferido pelos particulares que fica disponível para consumo, ou seja, corresponde ao rendimento que resta após o pagamento de todos os impostos e contribuições obrigatórias para a Segurança Social.
O Rendimento Pessoal Disponível pode ser utilizado sob duas formas: em consumo e ou em poupança. O consumo é a parte do rendimento destinada a aquisição de bens e serviços que permitem satisfazer as necessidades.

A Poupança: é a parte do rendimento que não é empregue em consumo, constituindo uma renúncia à satisfação imediata de necessidades, de modo a ser possível satisfazer necessidades no futuro. Poupar significa abdicar de uma certa quantia no momento presente, para a utilizar num momento posterior.
Principais razões que levam as famílias a poupar
Outro dos motivos que levam as famílias a poupar é o desejo de adquirir algo dispendioso, tornando-se necessário amealhar dinheiro durante um certo período de tempo até se perfazer a quantia total. Também podemos apontar o desejo de se efectuar um investimento posterior numa actividade considerada lucrativa como uma motivação para a poupança.

A incerteza quanto ao futuro pode ser outra razão para as famílias pouparem. Com efeito, o receio de não terem rendimentos no futuro ou, então, a vontade de se precaverem contra o aparecimento de despesas imprevistas leva-as a reservar uma quantia no presente, como meio de precaução.
Um outro factor que interfere no nível de poupança é o volume do rendimento, uma vez, que quanto maior for o rendimento mais probabilidade existe de haver remanescente depois de se deduzirem o consumo os impostos e os encargos sociais, deste modo existe uma maior propensão à poupança.
As expectativas quanto ao futuro são outro factor determinante da poupança, uma vez que, geralmente, há uma maior tendência para poupar nas situações em que é maior a incerteza quanto aos rendimentos futuros.

Por outro lado como vivemos numa sociedade de consumo, a poupança também depende do grau de consumismo das famílias. Pois muitas vezes a publicidade, as técnicas de venda agressivas e as facilidades de pagamento concedidas geram consumos exagerados e desnecessários.
Desta forma, as famílias, mesmo nos casos em que os rendimentos disponíveis são superiores aos gastos com o consumo, são tentadas a utilizar o excedente em bens de consumo, não reservando muito para situações futuras.

Contudo as famílias não são os únicos agentes económicos que efectuam poupança. As empresas também colocam parte dos seus lucros, poupando no presente para mais tarde investirem.

Destinos da poupança – a importância do Investimento
A fracção do rendimento disponível que é destinada à poupança pode ser aplicada de diferentes maneiras. Resumidamente podemos apresentar 3 destinos para a poupança: a colocação financeira, o entesouramento e o investimento.

Destinos da poupança – a importância do Investimento
Quando os detentores de um determinado capital decidem colocá-lo a render numa instituição financeira, diz-se que estão a aplicar a sua poupança. Uma das formas de aplicar a poupança é através da sua colocação em produtos financeiros.

Colocação financeira
A colocação financeira consiste então na aplicação da poupança em produtos financeiros disponibilizados por intermédio de instituições financeiros. Como exemplos de produtos financeiros podemos referir os depósitos a prazo, as acções, as obrigações, os certificados de aforro, os bilhetes do tesouro, os planos de poupança ou fundos de investimento

O montante a colocar e o período de tempo em que o aforrador está disposto a renunciar à utilização do capital são dois factores decisivos na escolha do produto financeiro. Mas a selecção do produto mais adequado para cada aforrador deve também ter em conta diversos factores.

Colocação Financeira
Factores a ter em conta:
Risco, se o produto garante, ou não, uma determinada rentabilidade ou se a taxa de rentabilidade é fixa ou variável;
Rentabilidade, se o rendimento esperado do produto é mais ou menos elevado;
Liquidez, se o título é mais ou menos facilmente convertível em moeda;
Fiscalidade, se existem benefícios fiscais associados ao produto e o tipo de tributação que incide sobre os rendimentos daí derivados.

Entesouramento
Outro destino possível para a poupança é o Entesouramento. Diz-se que há entesouramento quando a poupança fica à guarda dos seus proprietários ou, caso fique à guarda dos seus proprietários ou, caso fique à guarda de terceiros, cuja entrega não é feita com o objectivo de aumentar o valor do capital, pois o entesouramento não tem como intuito a rentabilização do património.

O entesouramento pode ser realizado através da guarda de valores em cofres ou outros locais semelhantes ou , então, através da aquisição, sem intenção de revenda, de bens que mão se depreciem com o tempo, com por exemplo, as joias.

Investimento
O investimento é outra alternativa para a utilização da poupança. Trata-se de canalizar a poupança para a actividade produtiva, de forma a possibilitar  a manutenção ou o aumento da sua capacidade. A poupança é, desta forma, utilizada na aquisição ou substituição de equipamentos e na reposição dos stocks de matérias primas utilizadas no fabrico de bens.
O investimento também pode ser denominado formação de capital, que por sua vez, se divide em duas componentes.

Formação de Capital:
FBCF;
Variação de existências

Investimento

Formação de Capital – FBCF
A formação bruta de capital fixo (FBCF), que designa o valor do investimento líquido realizado com a aquisição de bens duradouros (capital fixo) juntamente com o valor do capital fixo que foi consumido (amortizações), isto é, engloba o valor total que foi investido em bens de equipamento, edifícios,etc.

No primeiro caso, quando o investimento se relaciona com a aquisição de bens novos, estamos perante o investimento de capacidade; no segundo caso, trata-se de um investimento de substituição (ou renovação).

Investimento – Formação de Capital
A variação de existência, que representa as oscilações dos stocks de existências entre dois períodos diferentes. Normalmente, considera-se o período de um ano, sendo o seu cálculo efectuado pela subtracção do valor das matérias-primas, produtos semi-acabados e produtos acabados existentes no início do ano (no dia 1 de Janeiro) ao valor existente no final no ano (em 31 de Dezembro).

Existem várias classificações do investimento. Quando à sua natureza, o investimento pode ser classificado em três categorias:
Investimento material: quando diz respeito à aquisição de bens tangíveis, isto é, a compra de bens com existência física, bens corpóreos.

Investimento imaterial: quando se refere à aquisição de bens intangíveis, bens não corpóreos, como a prestação de serviços relacionados com a formação de I&D (Investigação e Desenvolvimento), a aquisição de marcas, patentes ou software informático, as despesas com publicidade,etc.

Investimento financeiro, se envolve a aquisição de activos financeiros, como por exemplo, acções ou obrigações.

Investimento quanto à função
O investimento também pode ser classificada de acordo com as suas funções principais:
Assegurar a manutenção da capacidade produtiva através da reposição do capital à medida que este vai sendo utilizado – investimento de substituição ou renovação e aquisição de existências.

Investimento quanto à função
Manter os equipamentos e os processos de fabrico tecnologicamente actualizados para garantir a eficiência e competitividade das unidades produtivas – investimento de inovação.
Possibilitar o aumento da capacidade produtiva da unidade de produção através da aquisição de mais bens de equipamento – investimento de capacidade.

Investimento quanto à função
Não são só as empresas que investem, pois também o Estado realiza investimento ao construir infra-estruturas públicas, como vias de comunicação, pontes, escolas ou hospitais. O investimento pode, assim, ser classificado em público ou privado. Conforme é efectuado pelo Estado ou Agentes privados.

Inovação tecnológica e desenvolvimento (I&D)
O Investimento em inovação tem vindo a ganhar cada vez mais importância nas sociedades actuais, desempenhando a tarefas fundamental de dinamizar a actividade económica.

Actualmente a investigação assume um papel decisivo na competitividade das empresas, pois é graças a ela que os produtos e processos de fabrico vão sendo sistematicamente inovados. Assim devem-se distinguir as inovações de processo, conforme se trate de alterações ao nível do produto ou do processo de fabrico.

Papel importante da inovação
Não são apenas as empresas  que apostam na inovação. Também o Estado procura estimular a descoberta mediante a atribuição de verbas para a investigação em Universidades, laboratórios, etc. e a concessão de patentes aos autores das descobertas. Portugal nos últimos anos tem feito vários progressos nessa área  aumentando o nº de bolsas de mestrados e doutoramentos concedidos, o nº de artigos científicos.

Distinção entre invenção e inovação
Importa distinguir os conceitos de inovação e invenção. A invenção tem como resultado a criação de um novo produto ou descoberta de uma nova técnica de fabrico ainda não existente. A inovação resulta de um melhoramento de um produto ou técnica já existentes. A lógica da sociedade de consumo baseia-se na necessidade de criar constantemente novos produtos no mercado, fruto da inovação , pois apenas são alteradas algumas das suas características ou funções – inovação aparente.

Financiamento da actividade económica – auto financiamento e financiamento externo
As empresas precisam de capital para se manterem em funcionamento, dado que têm de suportar encargos com existências, equipamentos, recursos humanos, etc. Entretanto, como nem sempre dispõem do total necessário para cobrir as despesas com a sua actividade, nalgumas situações, as empresas têm necessidade de recorrer a capital alheio. Assim, o financiamento das empresas pode ser efectuado por meio de fundos próprios ou alheios, tratando-se, no primeiro caso, de financiamento interno e, no segundo, de financiamento externo.

Financiamento da actividade económica – auto financiamento e financiamento externo
O financiamento externo pode ser obtido por dois processos: através de um financiamento indirecto, recorrendo ao crédito das instituições financeiras, ou, então, por meio de um financiamento directo, acedendo ao mercado de títulos.

O crédito é fundamental para qualquer economia, pois permite potenciar o seu crescimento. O crédito estimula quer a produção viabilizando o investimento das empresas e possibilitando o seu financiamento pontual para resolução de problemas de tesouraria, quer o consumo das famílias, etc.

Financiamento externo indirecto – o crédito
As empresas quando necessitam de fundos de que não dispõem recorrem por vezes as instituições financeiras para obterem crédito. O crédito consiste na cedência temporária de uma determinada quantia tendo como contrapartida os juros. O acordo estabelecido entre o detentor do capital  mutuante e o beneficiário do crédito mutuário é feito por meio de um contrato, o contrato mutuo (empréstimo).

Captação de poupança e concessão de crédito
Os bancos são instituições que se dedicam à captação das poupanças de que dispõe de capital excedentário isto é, de quem não necessita de utilizar todo o seu dinheiro durante um determinado período e que, por essa razão, o pode entregar àquelas instituições, recebendo, em troca, uma remuneração, um juro.

Criação de moeda escritural
A moeda escritural é aquela que resulta da captação de depósitos, a concessão de crédito e a criação de moeda escritural são as principais fontes dos bancos. Mas os bancos também se dedicam à guarda e administração de valores e à prestação de serviços e consultoria.

Mercado de títulos
Mercado secundário: é o mercado onde são transaccionados os títulos emitidos no mercado primário que já reúnem condições de admissão a cotação em bolsa

Acções
As acções são títulos representativos do capital social das sociedades anónimas.

Desmaterialização da moeda
A DESMATERIALIZAÇÃO DA MOEDA
Da moeda-mercadoria até aos nossos dias desenvolveu-se um longo processo de desmaterialização da moeda. Isto é,  a moeda foi perdendo o seu conteúdo material, pois passou a ser formada por pedaços de papel impressos, legalizados pelo Banco Central (papel-moeda) e, mais recentemente, por meros registos contabilísticos, efectuados pelos bancos, da circulação dos depósitos (moeda escritural), não tendo a moeda já nenhuma realidade material.
O incremento das trocas e o desenvolvimento da actividade económica são responsáveis pelo progressivo recurso à moeda escritural, que torna o processo de transacção fácil e mais rápido.
Actualmente, enormes quantias circulam entre contas bancárias no mesmo país, ou entre países, através de meios electrónicos, o que constitui mais um passo no  processo de desmaterialização da moeda – grande parte das transacções actuais são efectuadas através da movimentação contabilística dos depósitos por via informática.

Obrigações
As obrigações são títulos representativos de partes da dívida de uma empresa, pois correspondem a um empréstimo dos aforradores. Assim, o possuidor de obrigações, designado por obrigacionista é reembolsado pela cedência do seu capital num prazo e juro pre definido.

Joint Venture
Joint venture ou empreendimento conjunto é uma associação de empresas não definitiva e com fins lucrativos para explorar determinados negócios sem que nenhuma delas perca a sua personalidade jurídica.
As empresas têm um acordo temporário com vista à realização de um negocio que no final pode acabar em acordo.
Um exemplo do modelo típico do joint venture seria a transacção entre o proprietário de um terreno de excelente localização e uma empresa de construção civil interessada em levantar um prédio sobre o local

Questões de exame relacionadas

 

Raízes do Conflito 1ª Guerra Mundial

É natural afirmarmos que foi o atentado de 1914 em Sarajevo que desencadeou a 1ª GM, com a declaração de guerra da Áustria  à Servia. Existiam certamente razões mais profundas que tiveram este pretexto para o desencadear da Guerra.

Razões de natureza política:

Desagregação do império Otomano, deixou na dos Balcãs um vazio de poder;

Ascenção da Rússia como grande potência política desagradava sobretudo a Alemanha que procurava impor a sua esfera de influência na Europa Oriental.

O poder da Alemanha também incomodava a França com a questão das províncias da Alsácia e da Lorena.

Razões de natureza económica:

A Inglaterra sentia a sua hegemonia ameaçada com o crescimento económico de novas potências industriais com é o caso da Alemanha.

A participação dos Estados Unidos da América teve uma motivação estritamente económica;

O Japão também entrou na guerra para aproveitar a expansão na Ásia Oriental.

 

“Apesar da Primeira Guerra Mundial ter sido desencadeada após a cadeia de acontecimentos que se seguiram a este assassinato, as origens da guerra são muito mais profundas5 , envolvendo uma série de questões em torno de políticas nacionais, culturas, economia e uma teia de complexas alianças e contrabalanças que se desenvolveram entre as diferentes potências europeias ao longo do século XIX após a derrota final de Napoleão Bonaparte em 1815 e o Congresso de Viena4 .

Algumas das principais causas para o início do conflito foram:2

Imperialismo;
Partilha da África
Disputas prévias não resolvidas;
Um complexo sistema de alianças;
Governos não-unificados;
Atrasos e discrepâncias nas comunicações diplomáticas;
Corrida armamentista;
Planejamento militar rígido;
Movimentos Ultranacionalistas, como o Irredentismo;  ”

Fonte: wikipedia   http://pt.wikipedia.org/wiki/Causas_da_Primeira_Guerra_Mundial

 

Teatros de Guerra da 1ª Guerra Mundial