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A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A taxa de inflação é um indicador que mede, em termos percentuais, a variação dos preços entre dois momentos de tempo,  calcula-se a partir do IPC ou do IHPC.

Taxa de inflação do ano X = IPC(ano 2) – IPC (ano 1) / IPC (ano 1) X100

A taxa de inflação de um determinado ano resulta do rácio entre a diferença dos IPC desse ano e do anterior e o IC deste último, rácio esse que depois é multiplicado por 100.

Diferentes taxas de inflação

inflação homóloga: mede a variação dos preços entre o mesmo mês de dois anos consecutivos, por exemplo, entre Fevereiro de 2004 e Fevereiro de 2005.

inflação média: mede a variação dos preços ao longo dos 12 meses de um ano e do ano seguinte ( é calculada com base em várias observações estatísticas)

inflação mensal, mede a variação dos preços entre dois meses consecutivos.

 

População inativa

População inativa

População inativa

População inativa

A população inativa é constituída por todos os indivíduos com idades inferiores a 16 anos, todos os reformados e todos os que, tendo idade superior a 16 anos e não estejam reformados, não possuam capacidade para o exercício de uma atividade remunerada: deficientes, inválidos, estudantes com mais de 16 anos e donas de casa,

A idade a partir da qual se pode entrar no mercado do trabalho e a idade máxima para um trabalhador se reformar variam de país para país, estando relacionadas com o grau de desenvolvimento de cada país.

 

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

O que é a produtividade?

A produtividade indica a eficácia com a qual estamos a utilizar os diversos fatores de produção.

A produtividade mostra-nos a relação entre uma certa quantidade de produto e a quantidade de um ou mais fatores afetados à sua produção. A produtividade permite, conhecer o valor da produção por unidade de recurso utilizada.

Desta forma a produtividade mede-se pela quantidade produzida ou o seu valor em função da quantidade ou valor dos fatores utlizados.

Podemos falar em produtividade do trabalho, de uma máquina ou de uma superfície de terra.

A produtividade é um indicar muito importante para podermos analisar a saúde de uma economia.

Cálculo da produtividade

Produtividade média do trabalho = Quantidade de produto obtido / quantidade do fator trabalho utilizado (horas de trabalho ou nº de trabalhadores)

ou  (valor do produto obtido / valor do trabalho empregue)

Produtividade média do capital = quantidade de produto obtido / quantidade de capital técnico utilizado

ou

valor do produto obtido / valor do capital técnico utilizado

Quando estabelecemos a relação entre o valor total da produção e o valor total dos recursos para a obter, temos a produtividade total.

Quando se calcula a produtividade, sempre que se passa a usar mais uma unidade do fator trabalho ou do fator capital, obtemos a produtividade marginal.

 

Diferença entre custo de fatores e preços de mercado

Diferença entre custo de fatores e preços de mercado

O preço a custo de fatores, reflete o custo de produção para o produtor.

O produtor não paga o IVA é o consumidor final que acresce o valor do IVA ao produto.

O produtor recebe subsídios à produção não o consumidor.

Desta forma o preço a custo fatores é igual ao preço de mercado – IVA  + Subsídios

Para passar de .custo de fatores para preço de mercado é + IVA – subsídios

Para passar de preços de mercado para custo de fatores – IVA + subsídios.

 

INSTRUMENTOS DE INTERVENÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DO ESTADO

INSTRUMENTOS DE INTERVENÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DO ESTADO

 

1- Planeamento – fixa objetivos que pretende alcançar a curto, médio e longo prazo.

– Imperativo – sector público

– Indicativo – sector privado

 

Orçamento de Estado – documento elaborado anualmente pelo Governo onde se preveem as receitas e as despesas a efetuar pelo Estado, de acordo com os objetivos eco e socais fixados.

 

Despesas públicas – despesas efetuadas pelo Estado.

– Classificação de acordo com o critério funcional: despesas com:

 

– Funções gerais de soberania (Serviços Gerais da AP, Defesa Nacional, Segurança e Ordem Públicas)

         – Funções sociais – educação, saúde, …

         – Funções económicas – agricultura, indústria, transportes, …

 

As despesas públicas podem ser correntes ou de capital. As despesas correntes são aquelas que garantem o normal funcionamento da Administração Pública, como os vencimentos dos funcionários públicos, todos os bens de consumo utilizados habitualmente pela Administração Pública, etc.

        

Receitas públicas – podem ter várias origens:

         – Receitas coativas: impostos, taxas, multas

                   Impostos – diretos (IRS, IRC…) / indiretos (IVA, IA, ISP)

 

– Receitas patrimoniais: rendimentos gerados pelo património de que o Estado é proprietário

 

         – Receitas creditícias (empréstimos): dívida pública

 

 

Receitas/Despesas – classificação de acordo com o critério económico:

 

         – Receitas correntes – ex: impostos, taxas e multas

– Receitas de capital – podem não se repetir no ano seguinte. Ex: privatizações, venda de património do Estado, empréstimos…

O Banco de Portugal classifica as receitas públicas segundo um critério económico equivalente à classificação das despesas. Consideram-se os impostos, taxas e outras contribuições pagas pelos cidadãos como receitas correntes e integra a venda de património, bens de capital, aplicação da poupança ou a obtenção de empréstimos na categoria das receitas de capital.

 

         – despesas correntes – encargos permanentes do Estado no desempenho das suas funções ao longo do ano. Ex: vencimentos c/ funcionários.

         – despesas de capital – encargos assumidos num determinado ano mas cujos efeitos podem prolongar-se em anos seguintes. Ex: construção de pontes, aquisição de capital fixo,…

 

 

Saldo orçamental – diferença entre o total das receitas correntes e o total das despesas correntes.

 

         – défice orçamental corrente – empréstimos – dívida pública (dependendo dos financiadores, pode ser interna ou externa).

         – superavite orçamental corrente

 

Significado do saldo orçamental:

         – Através das receitas o Estado intervém nas esferas eco e social quando:

                   – aumenta ou diminui os impostos directos ou indirectos

         – Através das despesas o Estado intervém nas esferas eco e social quando:

                  – aumenta os salários dos funcionários públicos ou contrata mais

                   – aumenta a despesa do Estado em bens de consumo

                   – aumenta as transferências para as famílias

                   – aumenta as despesas de capital

 

Conclusão: o saldo orçamental é indicador utilizado na análise da situação económica de um país…

Funções económicas e sociais do Estado

Funções económicas e sociais do Estado

Funções económicas e sociais do estado – visam garantir:

  1. Eficiência
  2. equidade
  3. estabilidade

 

1. Eficiência– levar os agentes económicos a efectuar escolhas racionais e eficientes, que permitam elevado grau de satisfação a baixo custo.

MAS… existem FALHAS DE MERCADO…

Ô

a. concorrência imperfeita – impedir a formação de monopólios

b. externaliades – negativa -Ex: poluição; positiva (descobertas)

c. bens públicos – não rivalidade; não exclusividade. Ex: defesa nacional.

 

2. Equidade – A repartição primária dos rendimentos gera desigualdades económicas e sociais. Face a isto, o Estado deve:

garantir equidade, isto é: proceder à redistribuição dos rendimentos.

Ex: dar subsídios aos mais carenciados. Rendimento Social de Inserção, pensões de reforma, invalidez.

 

3. Estabilidade – o Estado deve intervir na economia de forma a prevenir situações de instabilidade ou a minimizar os seus efeitos sobre a vida eco e social. Ex: subsídios de desemprego, medidas de combate à inflação…

Ótica do Rendimento

Ótica do Rendimento

De acordo com a ótica do rendimento fica evidente a forma como se distribuem os rendimentos.

Temos os rendimentos gerados e os rendimentos gerados pelo trabalho.

O trabalho tem rendimentos expressos sobre a forma de salários

O excedente bruto de exploração representa os rendimentos do fator capital que são provenientes das rendas, juros e lucros.

Rendimento interno mede a riqueza de um país, tudo o que foi produzido durante um ano de acordo com a repartição primária somando todos os rendimentos do trabalho e do capital.

RI = Rem + EBE = S + R + J + L

RI = PIBpm – Amort -Ti (impostos indiretos)+ Z (subsídios) = PILcf

RN = RI + SRRM (Saldo dos Rendimentos do Resto do Mundo) = PIBpm – Amort -Ti (impostos indiretos)+ Z (subsídios)  + SRRM

Rendimento disponível dos particulares é o rendimento primário + transferências do Estado subtraindo o impostos diretos e as contribuições para a Segurança Social.

Rendimento disponível da Nação = Rendimento da população PNBpm + Transferências Líquidas do Exterior.

RDBN = PNBpm + Transferência Correntes Líquidas do Exterior

 

 

 

 

 

 

Lei da oferta

Lei da oferta

Indica a quantidade que o produtor está disponível a produzir para um determinado nível de preço.

Oferta é a quantidade oferecida (disponível no mercado)

Lei da oferta é a relação entre a quantidade oferecida e o preço.

Quanto maior for o preço maior é a quantidade que o produtor está disponível a produzir

Relação entre o preço e a quantidade

Aumento preço = aumento da quantidade produzida

Diminuição preço = diminuição quantidade produzida.

Oferta individual é a oferta de cada um dos produtores

Oferta agregada é o somatório de todas as ofertas individuais.

Fatores que influenciam a oferta

Custos de produção

Quando os custos associados aumentam o valor de custo passa a ter um peso maior na relação preço/ rentabilidade.

Perante este facto o empresário tem 2 hipóteses:

1 – Sobe os preços para manter a margem, mas vai certamente reduzir o lado da procura;

2 – Evolução tecnológica: permite aumentar a produtividade, aumentando a eficiência há redução de custos e aumento de margem. Os produtores sentem incentivo para poderem produzir mais.

Preços de outros bens,

Bens complementares: por exemplo se o preço da gasolina subir bastante isto vai-se refletir na procura de automóvel havendo preferência por veículos com menor consumo, por exemplo escolha de carros elétricos.

Bens sucedâneos: se aumentar o preço de um bem por exemplo o azeite vai diminuir a procura de azeite e por exemplo aumentar a procura de óleo. Existe uma troca de um produto mais caro por um outro com características semelhantes mas mais barato.

As expectativas dos produtores: também são determinantes da oferta,  se existir previsão de que os preços vão subir o produtor vai estar disponível para aumentar a oferta.

As expectativas dos consumidores: se existir previsão de aumento de preço os consumidores tendem a antecipar a sua compra.

As condições climatéricas:

As condições climatéricas influenciam a oferta de bens em especial dos bens alimentares.

O mau tempo poderá prejudicar a oferta de determinado produto devido à questão da escassez.