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Questões de revisão – Rendimentos e Repartição dos Rendimentos

Questões de revisão – Rendimentos e Repartição dos Rendimentos

  1. A remuneração pela cedência temporária de uma determinada quantia em dinheiro intitula-se…
    1. Juro.
    2. Taxa de câmbio.
    3. Credito.
    4. Unidade de participação
  2. A curva de Lorenz permite constatar…
    1. As desigualdades na repartição pessoal dos rendimentos.
    2. O rendimento médio anual recebido por cada habitante.
    3. A quantidade média de bens e serviços que cada habitante adquire.
    4. O peso do factor trabalho no valor do produto.
  3. O salário real…
    1. Corresponde ao total das remunerações do trabalhador depois de se deduzirem os impostos e contribuições sociais.
    2. Corresponde ao poder de compra do salário nominal.
    3. Corresponde ao rendimento pessoal disponível.
    4. Corresponde à quantidade de moeda que um indivíduo recebe em troca de trabalho.
  4. Sabendo que o leque salarial de um país representa a relação que existe entre o salário máximo e o salário mínimo desse país, através da sua análise podemos tirar conclusões sobre…
    1. A dispersão dos rendimentos primários;
    2. A convergência dos níveis de rendimento de diversos países.
    3. O número de vezes que o salário máximo é superior ao salário mínimo.
    4. A disparidade entre os rendimentos de capital.
  5. Os salários, as rendas, os juros e os lucros constituem…
    1. Rendimentos primários;
    2. Receitas correntes;
    3. Rendimentos secundários;
    4. Receitas extraordinárias.
  6. Sabendo que, o ano x, o índice de Preços no Consumidor foi 103 e que no ano seguinte passou a ser 105, calculando a taxa de inflação do ano (x+1), ficamos a saber que esta era aproximadamente…
    1. 0,019%
    2. 9,8%
    3. 1,9%
    4. 2%
  7. O processo que visa corrigir as desigualdades provocadas pela repartição dos rendimentos designa-se…
    1. Repartição primária;
    2. Redistribuição do rendimento.
    3. Leque salarial.
    4. Formação bruta de capital fixo.
  8. Os impostos indiretos…
    1. Recaem sobre a utilização do rendimento.
    2. Recaem sobre o rendimento.
    3. Recaem sobre a produção.
    4. Incidem sobre as vendas.
  9. O aumento dos salários nominais dos trabalhadores implica, necessariamente, um aumento do seu salário real. Esta afirmação é …
    1. Verdadeira, porque com o aumento dos salários nominais os trabalhadores recebem mais dinheiro.
    2. Falsa, porque a inflação pode ser superior ao aumento dos salários nominais.
    3. É verdadeira, porque o aumento dos salários nominais implica um aumentos do nível de vida.
    4. Falsa, porque não existe qualquer relação entre salário nominal e salário real.
  10. O leque salarial…
    1. Traduz o nível de concentração dos rendimentos de um país.
    2. Traduz a amplitude da variação entre o salário mínimo e máximo.
    3. Permite calcular o rendimento pessoal disponível das famílias.
    4. Permite calcular o salário real das famílias.

 

 

  1. O lucro é…
    1. A diferença entre o preço de venda e o valor dos impostos pagos.
    2. Uma forma de rendimento do dinheiro emprestado.
    3. O valor de venda dos bens pelas empresas.
    4. Uma das formas de remuneração do capital investido.
  2. Constituem formas de remuneração do fator capital…
    1. Os salários, as rendas e os juros;
    2. As rendas, os juros e os lucros;
    3. Os salários e os empréstimos;
    4. Os impostos e as contribuições para a Segurança Social
  3. A remuneração que é considerada antes de se descontarem os impostos e as contribuições para a Segurança Social que os indivíduos têm que pagar ao Estado é…
    1. Salário ilíquido;
    2. Salário real;
    3. O rendimento disponível;
    4. O salário líquido.

 

  1. A repartição funcional do rendimento…
    1. Permite analisar a composição dos rendimentos por agregado familiar.
    2. Considera a divisão do rendimento segundo a profissão do agente.
    3. É a distribuição do rendimento que ocorre de acordo com as funções desempenhadas por cada interveniente na atividade económica.
    4. Considera a divisão do rendimento segundo o estrato social do agente.
  2. O salário que resulta depois de se deduzirem os impostos e as contribuições sociais ao salário bruto denomina-se salário…
    1. Ilíquido.
    2. Líquido.
    3. Real .
    4. Nominal.

 

 

 

 

  1. Os impostos que recaem diretamente sobre o rendimento e o património designam-se por…
    1. Impostos diretos;
    2. Impostos indiretos;
    3. Taxa social única;
    4. Contribuições para a Segurança Social.
  2. O conjunto de operações, realizadas numa lógica social, com o objetivo de corrigir as desigualdades decorrentes da repartição primária dos rendimentos designa-se…
    1. Justiça social.
    2. Redistribuição dos rendimentos.
    3. Estado de direito.
    4. Estado – providência.
  3. O salário real…
    1. É superior ao salário nominal.
    2. Representa a quantidade recebida em troca da força de trabalho.
    3. É inferior ao salário nominal.
    4. Traduz o nível de vida e o poder de compra dos indivíduos.

 

 

  1. Consideram-se rendimentos primários…
    1. Os impostos e as contribuições para a Segurança Social.
    2. Os salários, as rendas, os juros e os lucros.
    3. As transferências sociais.
    4. As reformas dos emigrantes.

 

 

  1. A repartição pessoal do rendimento…
    1. Permite analisar a composição dos rendimentos por agregado familiar.
    2. Considera a divisão do rendimento segundo a profissão do agente
    3. É a distribuição do rendimento que ocorre de acordo com as funções desempenhadas por cada interveniente na atividade económica.
    4. Considera a divisão do rendimento segundo o estrato social do agente.
  2. A curva de Lorenz..
    1. Permite comparar a repartição pessoal dos rendimentos de um país em várias épocas ou com países diferentes.
    2. Serve para analisar a repartição funcional do rendimento.
    3. Permite analisar a evolução da formação bruta de capital fixo durante um ano.
    4. Serve para comparar o investimento direto estrangeiro com o investimento direto português no estrangeiro.
  3. A forma de salário que representa a quantidade de moeda que um indivíduo recebe em troca do seu trabalho designa-se…
    1. Salário nominal
    2. Salário bruto.
    3. Salário real.
    4. Salário ilíquido.

 

 

  1. O rendimento pessoal disponível resulta…
    1. Da remuneração auferida pelas famílias pela sua participação na atividade económica.
    2. Da soma dos rendimentos primários com os secundários deduzida dos impostos e das contribuições sociais.
    3. Do rendimento pessoal deduzido dos impostos e das contribuições sociais.
    4. Dos rendimentos primários acrescidos das transferências sociais.
  2. As curvas de Lorenz permite estudar…
    1. O grau de concentração dos rendimentos.
    2.  O impacto da inflação no poder de compra de uma população.
    3. O nível de endividamento dos indivíduos de uma região.
    4. A evolução dos stocks de existências ao longo de um ano.

 

  1. O leque salarial permite medir…
    1. O salário médio de um país.
    2. O valor do salário real.
    3. A desigualdade nos salários.
    4. A desigualdade entre países.
  2. O instrumento de análise estatística que permite comparar a repartição pessoal dos rendimentos de um país, em diferentes épocas ou com outros países, designa-se…
    1. Leque salarial.
    2. Curva de Lorenz
    3. Orçamento de Estado.
    4. Salário mínimo
  3. É exemplo de um imposto direto…
    1. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS).
    2. Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
    3. Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP).
    4. Imposto sobre o Tabaco (IT).
  4. Contabilizam-se como parcelas positivas no cálculo do Rendimento Pessoal Disponível…
    1. Os rendimentos primários e as remessas dos emigrantes.
    2. As quotizações sociais e os impostos diretos.
    3. Os impostos diretos e os rendimentos primários.
    4. As remessas dos emigrantes e as quotizações sociais.
  5. Os salários reais aumentam se…
    1. Os salários nominais subirem o mesmo que os preços.
    2. Os salários nominais subirem menos do que os preços.
    3. Os salários nominais se mantiverem e os preços descerem.
    4. Os salários nominais se mantiverem e os preços estagnarem.
  6. A remuneração que os proprietários recebem por cederem terrenos para a atividade produtiva designa-se por…
    1. Salário.
    2. Lucro.
    3. Juro.
    4. Renda.

 

 

  1. Os rendimentos primários, recebidos pelos agentes económicos em consequência da sua participação no processo produtivo, são constituídos por…
    1. Rendas, juros, lucros e salários.
    2. Rendas, lucros, remessas e transferências.
    3. Salários, juros, subsídios e remessas.
    4. Salários, rendas, subsídios e lucros.
  2. O rendimento disponível das famílias aumenta (permanecendo tudo o resto constante) se…
    1. Diminuir a taxa de juro dos empréstimos.
    2. Diminuir o valor dos impostos diretos.
    3. Aumentar o valor dos impostos indiretos.
    4. Aumentar a taxa de inflação.
  3. O leque salarial é um indicador…
    1. Do nível dos salários reais.
    2. Da desigualdade nos salários.
    3. De relação entre salários de diferentes países.
    4. Do valor do salário médio.
  4. O poder de compra das famílias resulta da relação do seu rendimento disponível com…
    1. O tipo de bens que adquirem.
    2. O nível geral dos preços no consumidor.
    3. A sua capacidade de poupança.
    4. O grau de satisfação das suas necessidades.
  5. O pagamento de lucros aos acionistas de uma empresa de transporte integra-se na atividade económica designada por:
    1. Distribuição;
    2. Repartição dos rendimentos;
    3. Produção;
    4. Redistribuição de rendimentos.

 

 

Capítulo 6 – Rendimentos e sua repartição

Capítulo 6 – Rendimentos e sua repartição

Rendimentos e sua repartição

Capítulo 6 - Rendimentos e sua repartição

Capítulo 6 – Rendimentos e sua repartição

Rendimentos e sua repartição

Rendimentos e repartição dos rendimentos

A atividade produtiva e a formação dos rendimentos

A produção é a atividade onde se geram os bens capazes de satisfazerem as nossas necessidades.

Para produzir os bens de que necessitamos, precisamos de utilizar fatores de produção capital e trabalho. Os elementos materiais e humanos que se empregam na atividade produtiva, como a força de trabalho, as máquinas, os edifícios, as matérias primas e o capital investido.

A utilização dos fatores produtivos na atividade económica gera  rendimentos, através da venda dos bens e serviços produzidos que é distribuído pelos vários elementos que participam na produção.

Os rendimentos são os fluxos que se geram na atividade produtiva, através da utilização do capital e do trabalho, e que são posteriormente distribuídos pelos vários agentes intervenientes.

A combinação dos fatores produtivos permite-lhe criar valor.  Valor acrescentado é o valor adicional que é criado através da atividade da produção de bens e serviços.

Os rendimentos serão distribuídos através do que designamos de repartição do rendimento.

Repartição dos rendimentos

Repartição dos rendimentos

Repartição dos rendimentos

Rendimento primário é aquele que é gerado naturalmente na economia sem a intervenção do Estado.

Diferentes formas de rendimento primário:

Rendimento do fator trabalho: salários

Rendimento do fator capital: Rendas (propriedade), Juros (capital), Lucros (capital, investimentos).

A repartição funcional do rendimento é a que decorre de acordo com as funções estabelecidas  por cada  agente económico.

Rendimentos Primários:

Rendimentos provenientes trabalho:

Rendimentos provenientes capital:

 

 

Salário real: é o que podemos  consumir com o nosso salário nominal. Reflete o nível de poder de compra.

Remuneração do trabalho, o salário

O salário é a forma de rendimento de um trabalhador dependente.

O trabalho dependente é realizado por conta de outrém não é realizado por conta próprio.

O salário tem duas componentes de rendimento, rendimento fixo e rendimento variável.

Em certas profissões como no caso das vendas é muito frequente o rendimento variável sob a forma de bónus ou de comissões.

Para além do salário base, possíveis comissões e eventuais prémios, ou regalias adicionais, como o uso de automóvel ou telemóvel,  subsidio de alimentação.

Mas os salários, como constituem uma fonte de rendimento estão sujeitos ao pagamento de impostos, o IRS, imposto sobre o rendimento das pessoas singulares e também implicam o pagamento à segurança social.

Esses pagamentos fazem com que seja necessário distinguir dois tipos de salário: Salário iliquido ou bruto, e salário líquido.

Salário iliquido é o salário antes de serem descontados os impostos e as contribuições para a segurança social.

Salário liquido é o salário que temos depois de descontados os impostos e as contribuições para a segurança social.

Salário nominal corresponde ao valor em quantidade de moeda que recebemos em troca do nosso trabalho. Por ex: 1000€.

Salário real corresponde ao poder de compra do salário nominal.

Por ex; 1000€ em Portugal não é o mesmo que 1000€ na Indonésia,

O nível de preços pode ser responsável pela alteração do salário real.

Se num determinado ano ocorrer um aumento dos salários em 1,5% mas também existir uma inflação de 2% então, o salário real vai decrescer em relação ao ano anterior. Os preços subiram mais em relação ao aumento do salário.

Houve um decréscimo do poder de compra.

Rendimento nominal versus Rendimento real

Rendimento nominal versus Rendimento real

Rendimento nominal versus Rendimento real

Muitas vezes falamos em Rendimento real mas este não corresponde ao valor nominal do nosso rendimento.

O Rendimento nominal corresponde à quantidade de moeda de que o consumidor dispõe.

O Rendimento real quantidade de bens e serviços que pode adquirir com a quantidade de moeda disponível. O rendimento real mede o nosso poder de compra

Remuneração do capital

Rendas: é a remuneração que é paga em contrapartida da utilização de um imóvel.

O arrendamento ocorre quando uma pessoa , que é proprietário de um bem imóvel, cede a utilização durante um determinado período de tempo, mediante o pagamento de uma renda.

Juros

O juro é o valor que se recebe pela cedência de capital. O juro, é o preço do dinheiro e varia de acordo com a procura e oferta de capital.

O juro é a principal fonte de rendimento das instituições bancárias as operações bancárias podem ser:

ativas quando o juro corresponde a empréstimos concedidos

passivas: quando o juro corresponde à remuneração de depósitos bancários. captação de poupanças.

Disparidades na repartição dos rendimentos

 

Principais disparidades na repartição dos rendimentos:

Fator capital com remunerações superiores ao fator trabalho;

Algumas famílias acumulam vários tipos de rendimento e outras não;

Diferenças salariais;

Disparidades regionais;

Disparidades em função do género.

Repartição do rendimento:  forma como é distribuído o rendimento de um país.

Repartição funcional dos rendimentos: forma de distribuição do rendimento que é feita de acordo com a função que cada agente desempenhou na atividade económica.

Repartição pessoal dos rendimentos: Forma de distribuição do rendimento que indica a composição dos rendimentos dos diversos agregados familiares de uma população.

Rendimento disponível

Rendimento disponível

Rendimento disponível

Rendimento – impostos – quotizações sociais = rendimento disponível

É a parte do rendimento que nos fica disponível após pagarmos as nossas contribuições (fiscais e sociais).

Um aumento da carga fiscal sempre que seja superior ao aumento do rendimento, gera uma diminuição do rendimento disponível.

Redistribuição dos rendimentos – definição

Redistribuição dos rendimentos - definição

Redistribuição dos rendimentos – definição

A redistribuição dos rendimentos constitui uma operação de repartição secundária destinada a corrigir a repartição primária e pessoal dos rendimentos,

Exercícios saídos em exame:

Rendimentos e repartição dos rendimentos

Capitulo 5 – Preços e mercados

Capitulo 5 – Preços e mercados

Preços e mercados

Capitulo 5 - Preços e mercados

Capitulo 5 – Preços e mercados

Preços e mercados

Definição de mercado

representa o local onde se encontram a oferta e a procura de um bem a um determinado preço.

O mercado é, então o local, em sentido físico ou abstrato, onde se compatibilizam a oferta e a procura de um bem, a um determinado preço.

Temos vários tipos de mercados, por ex:

Mercado de Valores, Mercado Automóvel, Mercado de Trabalho, etc.

A teoria da oferta e da procura demonstra como as preferências dos consumidores determinam a procura dos bens, enquanto que os custos das empresas são a base da oferta.

Do equilíbrio entre a oferta e a procura resulta o preço e a quantidade transacionada de cada bem.

Mecanismo de mercado

O mecanismo de mercado revela a forma como se conjugam os interesses entre a oferta e a procura que possibilita a formação do preço de mercado dos bens.
Procura e lei da procura

A procura representa a quantidade de bens que os compradores estão interessados em adquirir a um determinado preço.

Quanto mais baixos forem os preços maior será a quantidade procurada.

Graficamente representa-se por uma curva decrescente.

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Procura individual: é a procura de cada um dos indivíduos  como consumidores

Procura agregada: somatório das procuras individuais

Para cada bem existe uma procura:

– Individual – quantidade de bem que o consumidor esta disposto a adquirir a um determinado preço

– Agregada – Soma de todas as procuras individuais por parte de todos os possíveis compradores de determinado bem (famílias, empresas)

Função da procura

A relação existente entre o preço de um bem e a quantidade comprada desse bem é designada função da procura ou curva da procura

Efeito substituição – Aumento do preço de um bem A, torna atraente a compra de outro bem B que satisfaça a mesma necessidade a um preço mais baixo.

Efeito rendimento – Se tudo o resto se manter constante, e se baixar o preço do bem A, o consumidor aumenta o seu poder de compra (como se rendimento fosse maior)

Lei da procura

lei da procura

Lei da procura

Outros factores que influenciam a procura

1 – nível de rendimentos dos consumidores

2 – preferências dos consumidores

3 – dimensão de mercado

4 – preços de outros bens (bens complementares ou bens sucedâneos)

Deslocações da procura

Quando existem alterações de fatores, que não o preço do próprio bem, que afetam a quantidade procurada, designam-se por deslocações da curva da procura.

A procura aumenta (ou diminui) quando a quantidade procurada para cada preço de mercado aumenta (ou diminui).

lei da oferta

lei da oferta

A oferta e a lei da oferta

A lei da oferta traduz uma relação positiva entre os preços e a quantidade oferecida. Isto é, quanto mais altos forem os preços maior é o nº de produtores disponíveis a produzir mais quantidade.

Oferta individual é a oferta de cada um dos produtores

oferta agregada: somatório de todas as ofertas individuais

Outros fatores que influenciam a oferta

1 – Custo de produção

2 – evolução tecnológica

3 – preços de outros bens

4 – expectativas dos produtores

5 – condições climatéricas

concorrencia imperfeita

concorrencia imperfeita

equilibrio orçamental

Estrutura dos mercados

Mercados de concorrência perfeita

Ela existe quando existem vários produtores que desejam vender o mesmo tipo de produtos e existem vários compradores.

Carateriza-se por um elevado nº de produtores e de compradores.

Pressupostos do mercado de concorrência perfeita

Atomicidade do mercado: existência de um elevado nº de compradores e vendedores de reduzida dimensão, que não conseguem, individualmente, influenciar significativamente o mercado, em particular, o seu preço.

Homogeneidade do produto: características dos produtos que são semelhantes em que para o consumidor é indiferente consumir uns ou outros.

Livre entrada no mercado: carateriza-se pela inexistência de obstáculos à entrada ou saída do mercado, podendo todos os seus participantes entrar ou sair livremente sem qualquer barreira.

Transparência perfeita: todos os intervenientes dispõem de um livre acesso às informações respeitantes ao mercado, nomeadamente sobre os preços praticados e a qualidade dos bens

Mobilidade dos fatores: os fatores de produção podem ser deslocados de uma unidade produtiva para outra, de modo a poder estar em cada momento na unidade que proporcionar maior rentabilidade.

Formação do preço em concorrência perfeita

No mercado de concorrência perfeita o preço é formado através do ponto de equilíbrio de mercado o preço de equilíbrio entre a oferta e a procura.

Preço de equilíbrio no mercado de concorrência

Sempre que falamos de um equilíbrio estamos a referir-nos a um preço e a uma quantidade em que são compatíveis os desejos dos consumidores e dos produtores. (procura e oferta)

Mercados de concorrência imperfeita

Não existe atomicidade. Existem empresas de grande dimensão que conseguem influenciar os preços e a quantidade de bens oferecidos.

Nem sempre se verifica a livre entrada no mercado porque a dimensão das empresas constitui por si só um obstáculo a qualquer nova empresa que tente entrar mercado.

Não existe homogeneidade de produtos existe um elemento diferenciador, os produto s têm caraterísticas especificas que os diferenciam.

Transparência de mercado: nem sempre as informações estão disponíveis a todos os intervenientes da mesma forma.

Monopólio

No monopólio um vendedor comercializa bens a muitos compradores. Os preços e as quantidades são fixados para maximizar o lucro.

Como representa um investimento de grande envergadura é muito difícil a entrada nesta mercado.

Concorrência monopolística

Neste caso existe um grande de empresas que comercializam produtos semelhantes que se diferenciam uns dos outros pela marca, publicidade, ou outra caraterística especifica.

Ver também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Concorrência_monopolística

Oligopólio

é uma situação de mercado em que um nº reduzido de produtores  comercializar a um grande nº de consumidores.

A concorrência entre oligopólio prende-se em serviços pós venda,  nas garantias adicionais, e outros extras que os possam diferenciar.

É difícil entrar no mercado porque este se encontra dominado por poucas empresas de grande dimensão.

tipos de mercado

tipos de mercado

Estrutura dos Mercados

Associações e parcerias empresariais

Existem estratégias de redução de custos que possibilitam a obtenção de sinergias que possibilitam a criação de parcerias e associações empresariais.

Concentração horizontal

Consiste na reunião de empresas que fabricam o mesmo produto e desta forma podem beneficiar de economia de escala.

Concentração vertical

é a junção de empresas que trabalham em fases distintas da produção e desta fora podem reduzir-se os custos intermédios.

A empresas funcionam umas como fornecedoras das outras.

Concentração conglomeral

Cartel
Aquisição

Verifica-se quando uma empresa adquire outra que desta forma deixa de existir para passar a fazer parte da primeira.
Fusão (trust)

Consiste na associação de duas ou mais empresas de que resulta uma nova empresa que utiliza os fatores produtivos das anteriores.

Fusões e aquisições

Operações que conduzem a que o controlo de capital de uma empresa mude de mão. Procura-se obter ganhos de eficiência através do aproveitamento de economias de escala, da racionalização de processos, da criação de canais de distribuição alternativos, etc. Procurando constranger a concorrência.

– Na fusão – as empresas decidem fundir as suas atividades e organizar um controlo comum dos ativos.

– Na aquisição – amigável ou hostil – uma das empresas adquire participação na outra

Ambas tendem a incidir em sectores com elevada intensidade tecnológica (eletrónica, informática, automóvel, farmacêutica).

Ver joint venture

Related:

http://www.iapmei.pt/iapmei-art-03.php?id=1329

https://www.portal-gestao.com/artigos/6366-o-que-são-fusões-e-aquisições.html

Questões de exame preços e mercados

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Capítulo 4 - Comércio e Moeda

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

  1. Comércio – noção e tipos
  2. A evolução da moeda – formas de moeda
  3. A nova moeda portuguesa – o euro
  4. O preço de um bem – noção e componentes
  5. A inflação
  6. A inflação em Portugal e na União Europeia

1 – Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio noção e tipos

Comércio está relacionado com a atividade da distribuição.

Distribuição inclui o transporte, publicidade, venda (comércio).

É o elo entre o produtor e o consumidor.

A distribuição é a atividade que estabelece o elo entre a produção e o consumo, abrangendo o conjunto de operações que fazem deslocar os produtos desde a fase final da sua produção até às mãos do comprador.

Comércio é a atividade intermediária de troca na qual os produtores conseguem escoar a sua produção para estar acessível ao consumidor final.

Produção, Distribuição e Consumo

Produção, Distribuição e Consumo

Existem várias formas de comércio:

Circuito ultra-curto: Produtor —– Consumidor ( venda direta na internet).

comércio online

comércio online

Caracteriza-se por estabelecer uma ligação direta entre o produtor e o consumidor final, eliminando-se, assim, qualquer intermediário no processo de distribuição.

Circuito Curto

Produtor —- Retalhista —– Consumidor

Caracteriza-se por ser o produtor a assumir o papel de grossista, vendendo os seus produtos ao retalhista, que, por sua vez, os comercializa ao consumidor final.

Circuito Longo

Produtor — Grossista —– Retalhista —– Consumidor

A globalização e a mundialização das trocas vieram mudar a lógica do comércio global.

circuitos distribuição

circuitos distribuição

Proliferam as grandes superfícies ou centros comerciais, o comércio tradicional foi obrigado a reformular a sua posição no mercado,

Passaram a desenvolverem-se negócios em franchising, no qual uma empresa tem um modelo de negócio e concede a outra o direito de utilizar a sua marca e vender os seus produtos e serviços.

Temos também a venda à distância, venda automática e o comércio eletrónico (via internet).

Comércio noções e tipos

2 – A evolução da moeda – formas de moeda

A evolução da moeda - formas de moeda

A evolução da moeda – formas de moeda

Evolução das trocas

Troca direta: nas sociedades primitivas não existia moeda a troca era efetuada de acordo com o interesse comum. O entendimento não era fácil e os bens não eram divisíveis.

Troca direta

Troca direta

inconvenientes da troca direta

inconvenientes da troca direta

Troca indireta: inclui a moeda com intermediário de troca

Moeda mercadoria: era algo que era valorizado pela comunidade.

 

Não tinham valor de uso, para além de decorativo (ouro e prata).

Moeda metálica: tem inconveniente de os metais preciosos serem escassos.

Atualmente a moeda metálica é a moeda de trocos.

A moeda aumentou as trocas por que estas se tornam mais fáceis. Economia Mercantilista.

Moeda representativa: representa o seu valor em bens preciosos, ouro ou prata.

Moeda fiduciária: que é uma moeda que tem como base a confiança, ela não vale o seu valor representativo.

O Estado teve que intervir e propor o curso forçado das notas e a sua inconvertibilidade.

Criação da moeda escritural

A moeda escritural é a moeda criada pelo sistema bancário.

Temos no sistema bancário o multiplicador de crédito que possibilita a criação de moeda.

Um valor depositado implica uma reserva %, mas o restante, pode ser emprestado a outro cliente e entrar no sistema bancário daí que se consiga criar moeda pela utilização pelo próprio bancário.

 

Criação de moeda pelo sistema bancário

Funções da moeda

1 – meio de pagamento geral e definitivo – forma de aceitação generalizada.

2 – Medida de valor: o valor dos bens e serviços é medido através do seu valor em dinheiro numa determinada unidade conta.

3 – Instrumento de reserva de valor: pode-se guardar moeda por um determinado período de tempo, conservando-se assim um valor.

Definições – diferentes tipos de moeda

Moeda: Bem utilizado como intermediário nas trocas, de aceitação generalizada, que serve de meio de reserva de valor e para medir o valor dos bens.

Moeda de papel: Engloba a moeda representativa, a moeda fiduciária e o papel. moeda.

Moeda eletrónica: cartões bancários de débito ou de crédito (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda escritural: depósitos bancários movimentados através de cheques, transferências, ordens de pagamento ou cartões de multibanco.

Moeda fiduciária: notas convertíveis emitidas num montante superior ao valor efetivamente depositado.

Moeda informática: utilização do computador para movimentar depósitos bancários, como as transferências ou ordens de pagamento efetuadas através da internet (é uma das formas de movimentação da moeda escritural).

Moeda mercadoria: Bem de aceitação generalizada que servia na fase inicial da moeda como intermediário nas trocas. Qualquer bem considerado útil por uma comunidade poderia servir como moeda de troca.

Moeda representativa: Notas em circulação que correspondem ao valor exato depositado em metal precioso nos cofres dos bancos.

Papel moeda: Notas inconvertíveis de curso forçado imposto pelo Estado.

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Formas atuais de moeda

Desmaterialização da moeda

Cada vez mais se assiste a uma gradual substituição dos pagamentos em papel moeda e moeda metálica por outros tipos de pagamentos que não apresentam a forma material da moeda, daí falarmos da desmaterialização da moeda.

Depreciação do valor da moeda

Processos de destruição de moeda

Criação de moeda pelo sistema bancário

3 – A nova moeda portuguesa o Euro

Moeda Euro

Em 1999, Portugal passou a ter como moeda oficial o euro.  Em 2002 entrou em circulação em paralelo com o escudo.

A partir de 1999, a política monetária portuguesa passou a ser conduzida pelo Banco Central Europeu (BCE).

Existe uma instituição supranacional. Os países que entraram na Zona Euro tinha que cumprir os critérios associados no Tratado de Maastricht, que estabelece as condições.

Vantagens e desvantagens do euro

Vantagens

Facilita as trocas entre os vários países, pois passam a ter a mesma moeda, eliminando os encargos com as diferenças cambiais.

Por outro lado permite uma maior estabilidade de preços, que possibilita uma redução das taxas de juro que beneficia as famílias e as empresas.

Desvantagens

Perda de autonomia em matéria da política monetária. Os Estados deixaram de poder usar a desvalorização da moeda como estratégia que permitia em épocas de crise, aumentar a competitividade das exportações.

A maior transparência de mercado também pode gerar choques assimétricos entre regiões.

Outro inconveniente restrições em matéria orçamental, critérios de convergência, dificultam a política económica (limites ao défice orçamental, limites à dívida pública).

4 – O preço de um bem

Preço de um bem – noção e componentes

O preço representa a quantidade de moeda que é necessária para adquirir um bem ou serviço.

O preço reflete os encargos com a produção. Os custo de produção incluem os custos diretos e os custos indiretos.

Custos directos: custos ou encargos relacionados com a produção dos bens e serviços como as matérias primas ou a remuneração dos trabalhadores.

Os custos indiretos são  encargos que a unidade produtiva tem que suportar, mas que não estão diretamente relacionados com a produção, água, rendas, telecomunicações.

Influencia entre o preço e a procura. O nº de compradores pode influenciar o preço e vice versa (lei da oferta de da procura).

A tecnologia também pode influenciar o preço dos bens e serviços. A tecnologia incorpora valor um ganho de produtividade tecnológico pode influenciar o preço de um bem ou serviço.

5 – A Inflação

  • De uma maneira geral, chama-se inflação, à subida contínua, persistente e generalizada dos preços.

Para se poder falar de inflação, torna-se necessário que as subidas dos preços sejam suficientemente generalizadas e permaneçam no tempo, provocando outras subidas, num processo auto-sustentado

Inflação – é a subida generalizada de preços.

Contínua, inesperada, generalizada

Comércio e inflação

Consequências da inflação:

Desvalorização da moeda, havendo mais inflação temos que dar mais moeda para adquirir os mesmos produtivos.

Perda de poder de compra: se o valor da inflação superar o aumento dos salários num determinado ano, significa que o poder de compra será reduzido porque o salário real irá diminuir.

Preços correntes e preços constantes.

Para calcular o valor de produção de bens e serviços posso utilizar preços correntes ou preços constantes.

Com os preços correntes estou a incluir a inflação no cálculo do produto.

Com os preços constantes a inflação na interfere no cálculo do produto.

O índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) é o indicador que permite comparar a inflação de diferentes países da União Europeia.

Em Portugal, o principal índice utilização é o índice de preços no consumidor (IPC), que indica a média ponderada de preços de um cabaz de bens,

  • A inflação é medida através do IPC, mede o preço de um cabaz de bens que varia de país para país.
  • Taxa de inflação mensal Tim = ((IPC mês X/ IPC mês X-1) – 1)x100
  • Taxa de inflação homóloga = ((IPC mês ano X/ IPC mês ano X-1) – 1)x100

A taxa de inflação é a taxa de crescimento do índice de preços no consumidor entre duas datas.

A taxa de inflação mensal: compara o valor da inflação entre dois meses consecutivos.

A taxa de inflação homóloga: compara a inflação de um determinado mês com o mesmo mês do ano anterior.

A taxa de inflação média dos últimos 12 meses (Tim 12) que é a média simples das últimas doze taxas comparada com a média das 12 taxas homólogas.

Deflação, representa o contrário da inflação, descida generalizada e inesperada e contínua dos preços. Está associada a uma baixa da procura, da produção e do emprego.

Desinflação: é uma diminuição da taxa de inflação, mas contínua a existir aumento de preços só que é mais ligeiro.

Estagflação: é um conceito que relaciona a inflação com a estagnação da atividade económica. Este efeito ocorre quando temos uma subida galopante do nível dos preços que é acompanha por um nível de desemprego, o que pode levar à estagnação da economia.

categorias inflação

categorias inflação

Índice de preços no consumidor

causas explicativas da inflação

causas explicativas da inflação

poder de compra

poder de compra

Relação entre inflação e o valor da moeda
Relação entre inflação e o valor da moeda

Relação entre inflação e o valor da moeda

A inflação representa o aumento generalizado dos  preços dos bens e serviços.

Se a inflação é elevada, significa que vamos ter que despender de mais moeda para adquirir os bens e serviços.

Aumentando o volume de moeda por transação significa que a moeda perde o seu valor, aquilo que chamamos “inchaço da moeda”.

Em processos de deflação, isto é, uma descida generalizada dos preços normalmente existe a situação inversa.

6 – Inflação em Portugal e na União Europeia

Antes de Portugal entrar na UE, a taxa de inflação portuguesa era muito elevada, em 1984, chegou a atingir 29,3%. A inflação baixou de forma acentuada a partir do momento da adesão à UE. Mais tarde, contribuíram para esta situação os esforços que Portugal teve que realizar no sentido de cumprir os critérios de adesão à moeda única em particular a estabilidade de preços.

Atualmente, a taxa de inflação portuguesa tem valores baixos, que estão ao nível da média europeia. A análise destes valores é feita através do índice de preços no consumidor (IPC) e no comparativo com os outros países da zona euro através do índice harmonizado de preços no consumidor.

O índice Harmonizado de preços no consumidor é um instrumento muito importante na medição económica, sendo frequentemente utilizado como meio de comparação de flutuações no poder de compra dos consumidores da UE. O IHPC de Portugal uma vezes tem-se apresentado superior ao IHPC da área Euro outras vezes inferior.

Preparação para Exame Nacional

Capítulo 4 – Comércio e moeda

Questões de Exame – Comércio e moeda  

Capítulo 4 – Comércio e Moeda

Preparação para os Exames Nacionais (online, centro de estudos e domicílio, Kids.com, Aulasaodomicilio.com) – 91 818 70 95

Aspectos Fundamentais da atividade económica

 

Aspectos Fundamentais da atividade económica

Aspectos Fundamentais da atividade económica

Aspectos Fundamentais da atividade económica

Diferentes formas de capital

  Diferentes formas de capital

Diferentes formas de capital

Técnico

Fixo – imobilizado fixo, edifícios, terrenos, ferramentas/instrumentos de trabalho.

Circulante – matérias-primas, matérias subsidiárias

 

Financeiro

Próprio – moeda, depósitos, ações

Alheio – empréstimos bancários

 

Humano – Aptidões das pessoas para trabalharem

 

Natural – Recursos naturais (ex: água)

Questões de revisão

 

  1. Defina “capital humano”
  2. Dê exemplo de investimento em capital humano
  3. De que forma é que os investimentos em capital humano aumentam a produtividade do trabalho.
  4. Defina “capital natural”

 

 

Produtividade

Produtividade – representa a eficiência da combinação dos diversos Factores produtivos. É o indicador económico que permite calcular o valor de produção gerada por cada unidade de fator utilizada, traduz a relação entre o que se produz e os meios que se gastam para se obter essa produção.

A produtividade pode ser calculada para o conjunto total de Factores empregues como para cada um dos Factores isoladamente, sendo possível efetuar os cálculos em quantidade ou em valor.

 

Custo total = Custos fixos + Custos variáveis

Custo médio = Custo total / Quantidade de bens

 

Produtividade

Global dos Factores

Média

Marginal

A produtividade depende de vários Factores:

  • Incorporação do progresso técnico no capital fixo
  • Valorização do capital humano
  • Investigação e Desenvolvimento
  • Desenvolvimento de infraestruturas
  • Administração pública eficiente.

Lei dos rendimentos decrescentes: quando se aumenta em quantidade um factor de produção, mantendo-se o outro constante, a partir de um certo momento a produtividade marginal desse factor torna-se decrescente.

 

Questões de revisão

  1. Explique como é que a produtividade influencia os níveis salariais
  2. Em que medida é que o facto de a maioria das empresas em Portugal ser de pequena e média dimensão afeta a produtividade.

 

Terciarização

Desde o último quarto do século passado verificamos um crescente aumento do sector terciário. Em parte, resultado sociedade pós-industrial e com a cada vez maior relevância das novas tecnologias e transformação da sociedade e com a cada vez maior integração num mundo cada vez mais global.

 

Questões de revisão

  1. Relacione o processo de terciarização das sociedades com a difusão das novas tecnologias da informação e comunicação.
  2. Identifique situações em que a terciarização tenha trazido melhorias para a qualidade de vida das famílias.

 

Diferentes tipos de Desemprego

 

Desemprego de curta duração

Desemprego repetitivo

Desemprego Tecnológico

Desemprego de longa duração

Desemprego de exclusão

 

Questões saídas em exames

Os recursos naturais que não se esgotam num curto espaço de tempo e que vão sendo substituídos periodicamente designam-se

  1. Recursos renováveis;
  2. Recursos ambientais;
  3. Recursos não renováveis;
  4. Recursos energéticos.

O capital técnico engloba…

  1. O capital próprio e o capital alheio
  2. O capital fixo e as amortizações
  3. O capital natural e o capital humano
  4. O capital fixo e o capital circulante

Os recursos naturais constituem…

  1. O capital natural
  2. As políticas ambientais
  3. Os Factores de produção de uma unidade artesanal
  4. Os bens imateriais

A produtividade

  1. Mede a quantidade de horas de trabalho prestadas por cada indivíduo
  2. É a quantidade de bens que uma unidade produtiva consegue produzir num determinado período de tempo
  3. É um indicador económico que se destina a medir a eficiência na utilização dos fatores de produção
  4. É a informação que é fornecida aos trabalhadores através de ações de formação.

Quando diminuem os custos unitários de uma unidade produtiva, devido ao aumento da dimensão, diz-se que há…

  1. Economias de escala.
  2. Poupança bruta
  3. Redução dos encargos
  4. Deseconomias de escala.

O capital fixo…

  1. É composto pelos bens imateriais
  2. Engloba o conjunto de bens de produção duradouros
  3. É constituído pelas matérias primas e subsidiárias
  4. Engloba o conjunto de bens de produção não duradouros.

O custo suplementar de cada unidade adicional que é produzida denomina-se…

  1. Custo residual;
  2. Custo de produção;
  3. Custo unitário;
  4. Custo marginal;

O capital circulante de uma unidade produtiva é composto por…

  1. Todos os bens que circulam entre vários agentes económicos;
  2. Todos os bens de equipamento;
  3. Todos os bens complementares;
  4. Todos os bens que se extinguem após a sua utilização no processo produtivo.

Consideram-se Factores de produção …

  1. Os elementos que se combinam para gerar um bem;
  2. O conjunto de operações que compõem o processo produtivo.
  3. O trabalho e o crédito.
  4. As ferramentas de trabalho.

A taxa de desemprego determina…

  1. O nº de desempregados
  2. A percentagem de desempregados sobre o total da população ativa
  3. A percentagem de desempregados sobre a população total.
  4. A percentagem de desempregados de longa duração.

As donas de casa fazem parte…

  1. Da população ativa
  2. Da população empregada.
  3. Da população inativa.
  4. Da população com idade compreendida entre os 25 e os 50 anos.

Podemos medir o acréscimo de produção obtido, por cada vez que se adiciona uma unidade de factor produtivo, através…

  1. Da Lei de Engel
  2. Da produtividade marginal.
  3. Da produtividade do factor capital.
  4. Da produtividade do factor trabalho.

O critério que permite distinguir bens materiais de serviços é …

  1. O tipo de desgaste pelos bens materiais;
  2. A natureza material ou imaterial dos bens;
  3. O grau de satisfação proporcionado pelos bens;
  4. A raridade ou a abundância dos bens materiais

Questões de desenvolvimento

 

  1. Explicite o conceito de empregabilidade explicando a importância da formação ao longo da vida.
  2. Diga o que entende por terciarização da economia.

Índice de preços no consumidor

Índice de preços no consumidor

O índice de preços permite comparar a evolução real da produção ao longo do tempo. Os índices de preços representam as variações do preço de bens em diferentes períodos de tempo.

Índice de preços de um bem (ano x/ ano (x-1)) = (Preço do ano x/ Preço do bem ano x-1) X100

Índice de preços no consumidor – mede a evolução da inflação.

Taxa de inflação ano x = (IPC ano x – IPC ano x-1)/ IPC ano (x-1) X 100

Conceitos relacionados

Deflação: é a descida generalizada do preço de bens e serviços. A deflação está associada a uma redução da procura, da produção e do emprego.

Desinflação: é uma diminuição (desaceleração) da taxa de inflação, os preços sobem mas mais lentamente. Embora exista um aumento de preços este vai ser cada vez menor.

Estagflação: é um conceito associado a inflação com estagnação da atividade económica. Ocorre uma subida galopante do nível de preços, acompanhada por um nível de desemprego elevado o que provoca a estagnação da economia.

 

 

 

Relação entre inflação e o valor da moeda

Relação entre inflação e o valor da moeda

Relação entre inflação e o valor da moeda

Relação entre inflação e o valor da moeda

A inflação representa o aumento generalizado dos  preços dos bens e serviços.

Se a inflação é elevada, significa que vamos ter que despender de mais moeda para adquirir os bens e serviços.

Aumentando o volume de moeda por transação significa que a moeda perde o seu valor, aquilo que chamamos “inchaço da moeda”.

Em processos de deflação, isto é, uma descida generalizada dos preços normalmente existe a situação inversa.

 

 

O comércio – noção e tipos

O comércio – noção e tipos

O comércio - noção e tipos

O comércio – noção e tipos

A distribuição é a atividade que é a ligação entre a produção e o consumo. Abrange um conjunto de operações que fazem deslocar os produtos desde a fase inicial da sua produção até às mãos do comprador.

A distribuição inclui o transporte e o comércio, são duas atividades complementares que aumentam a utilidade dos bens na medida em que os disponibilizam de forma prática aos seus compradores,

O comércio é a atividade intermediária de troca que facilita a tarefa de os produtores escoarem os seus produtos e permitindo que os consumidores tenham acesso aos bens que desejam.

Os intermediários dos circuitos de distribuição podem ser grossistas (ou armazenistas) ou retalhistas.

Os grossistas ou armazenistas são os comerciantes que compram grandes quantidades de bens, que são armazenados para posteriormente serem revendidos em quantidades menores.

Os retalhistas são os comerciantes que adquirem aos grossistas produtos que se destinam a ser vendidos aos consumidores em quantidades fracionáveis.

Existem 3 canais habituais de distribuição:

Circuito ultracurto ou direto: caracteriza-se por estabelecer uma ligação direta entre o produtor e o consumidor final, eliminando-se qualquer intermediário no processo de distribuição.

Circuito curto: caracteriza-se por ser o produtor a assumir o papel de grossista  (ou armazenista), vendendo os seus produtos, que por sua vez, os comercializa ao consumidor final.

Circuito longo: é o circuito clássico no qual o produtor vende os seus bens ao grossita que os revende ao retalhista que é quem finalmente comercializa os bens ao consumidor final.

 

 

Exercícios de Cálculo Financeiro

Exercícios de Cálculo Financeiro

Exercícios de Cálculo Financeiro

Exercícios de Cálculo Financeiro

  1. Determine, o valor do capital acumulado por uma unidade de 100 000€, durante 10 anos, à taxa de 10%.
  2. Determine o valor atual de uma renda de 50 000,00€, depositada à taxa de 7,59, durante 20 anos.
  3. Determine a taxa de uma renda anual de 100 000,00€ que, durante 30 anos se transforma no capital acumulado de 18 088 149, 425€
  4. Determine o período de investimento de uma renda anual de 60 000,00€ que à taxa de 20% tem o valor atual de 251 548,33€
  5. Determine o valor atual de uma renda antecipada de 15 000,00€, à taxa de 15%, durante 15 anos.
  6. Calcule, o valor acumulado de uma renda antecipada de 20 000,00€, à taxa de 20%, durante 20 anos.
  7. Considere uma renda de 25 termos mensais de 10 000,00€ cada, cujo primeiro vencimento se dá a 1/1/2017. Determine o valor atual relativo a 1/1/2915, considerando uma taxa de 20%.
  8. Determine o valor do capital acumulado por uma unidade de 400 000,00€ durante 20 anos à taxa de 15%.
  9. Determine o valor atual de uma renda de 25 000,00€, depositada à taxa de 20% durante 6 anos.
  10. Qual é o valor atual de uma renda antecipada de 28.000,00€  à taxa de 7%, durante 8 anos?
  11.  O José contraiu um empréstimo no valor de 32 000,00€, por um prazo de 8 meses, em regime de juro simples, à taxa de 6%.
    1. Qual o juro a pagar na data do reembolso do capital?
    2. Qual o montante do reembolso?
  12.  A sociedade Rodrigo e Diogo Lda, contraiu um empréstimo em 5 prestações em 5 de Janeiro, 5 de Abril, 5 de Agosto e 5 de Dezembro do ano n. Este 5 pagamentos constituem uma renda? Justifique.
  13.  Um comerciante, para poder alargar a sua atividade, precisava de 100 000,00€. Conseguiu que lhe emprestassem essa quantia, durante 2 anos, a juro antecipado à taxa anual de 20%. Determine a taxa real do empréstimo.
  14. Determinado indivíduo pagou 300 000,00€ de juros antecipados, à taxa anual de 18%, por um empréstimo com a duração de 4 meses.
    1. Determine, o capital recebido (capital atual)
    2. Determine, o capital pedido (capital nominal).

Despesas e receitas públicas

Despesas e receitas públicas

Despesas e receitas públicas

Despesas e receitas públicas

Despesas públicas: são os gastos efetuados pelo Estado durante um período económico (normalmente um ano).

Correntes: são aquelas que garantem o normal funcionamento da Administração Pública (vencimentos dos funcionários públicos, bens de consumo utilizados pela Administração Pública);

Capital – são aquelas que se relacionam com o aumento da capacidade produtiva do país (construção de estradas, escolas, pontes, etc).

Receitas públicas: são os recursos obtidos pelo Estado que permitem suportar os encargos com as despesas públicas. Podem ser:

1 – Patrimoniais ou voluntárias- são as verbas recebidas pela exploração, arrendamento ou alienação de bens imóveis;

2 – Tributárias ou coercivas – são as  que dizem respeitos impostos, taxas e contribuições que o Estado cobra aos cidadãos;

3 – Creditícias – são verbas que são obtidas quando é necessário recorrer a financiamento para cobrir as despesas públicas (certificados de aforro, empréstimos de bancos).

Receitas correntes e de capital

Receitas correntes – são receitas comuns que são os impostos, taxas e outras contribuições pagas pelos cidadãos.

Receitas de capital – venda de património, bens da capital, aplicação de poupança, obtenção de empréstimos.