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Black Friday – Compro logo existo

Black Friday – Compro logo existo

A pressão consumista chegou a um ponto que toda a racionalidade económica chega a ser posta em causa.

Black Friday - Compro logo existo

Black Friday – Compro logo existo

De acordo com a racionalidade económica existem dois fatores que são muito importantes:

  1. A eficiência na satisfação das necessidades
  2. A utilidade dos bens e serviços adquiridos

Se analisarmos atentamente o fenómeno Black Friday  este está fora dos dois pressupostos base da racionalidade económica. É uma corrida desenfreada ao consumo sem preocupação acerca de consumos alternativos sem considerar a utilidades e eficiência dos bens adquiridos.

A utilidade marginal de cada bem tende a ser decrescente, vejamos o seguinte exemplo:

O Sr. Paulo tem um telemóvel, a sua utilidade é máxima porque usa exclusivamente este aparelho para uma série de funcionalidades ao longo do dia. Se por exemplo o Sr. Paulo tiver dois telemóveis, um particular e outro para o trabalho cada um deles terá menos utilidade. Se tivesse entretanto mais telemóveis cada um deles teria menos utilidade. Deste modo por absurdo uma imensidão de telemóveis deixariam tendencialmente de ter qualquer valor de utilidade para o Sr. Paulo.

Por esta razão, podemos considerar este evento social como um caso de irracionalismo económico.

 

Produtividade versus desperdício

Produtividade versus desperdício

Produtividade versus desperdício

Produtividade versus desperdício

“Há quem com mais consiga menos e quem com menos consiga sempre mais”

PC

A produtividade relaciona a produção com os recursos necessários para a execução da mesma. Desta forma uma melhor produtividade implica uma produção maior com menos recursos.

Existe um paradoxo relativo aos efeitos do aumento da produtividade. Por um lado,consegue com uma melhor afectação de recursos produzir em maior quantidade mas, por outro lado, dado o excessivo nível de produção e de consequente consumo provoca este mesmo um nível de desperdício cada vez maior.

“A ausência de desperdício será o maior desafio face a estratégia de obsolescência programada como factor de crescimento económico”

Prevalece o fenómeno do consumismo desmedido

Nos últimos anos com a afirmação da globalização e da produção cada vez mais massificada assistimos:

  1. Um aumento sem precedentes no crescente volume da produção.
  2. Este aumento está a causar uma pressão cada vez maior sobre os recursos existentes;
  3. Os impactos considerados “externalidades negativas”, não são directamente medidas na nossa economia e são cada vez mais intensos e são as alterações climáticas um dos maiores perigos para a sobrevivência da nossa sociedade e civilização global.
  4. A quantidade desmedida provoca também uma utilidade marginal decrescente dos bens que utilizamos tendo este um tempo de vida útil cada vez menor.

OIKOS NOMOS – O regresso às origens

OIKOS NOMOS – O regresso às origens

OIKOS NOMOS - O regresso às origens

OIKOS NOMOS – O regresso às origens

Sentido etimológico de economia

O sentido etimológico de economia, vem do grego “Oikos” que significa Casa e “Nomos“, Regra, Norma, Lei, por outras palavras Economia quer dizer “Gerir a Casa”.

Gestão de recursos

É na questão da gestão dos recursos escassos que deve prevalecer a boa gestão individual como fundamento do bom funcionamento da economia como um todo.

Racionalidade económica

Normalmente a racionalidade económica leva-nos a fazer as melhores escolhas, para obter o melhor beneficio, mas nem sempre sabemos qual a melhor escolha, devido ao desconhecimento, daí haver erros e más escolhas.

Problema Económico – a escassez

A questão da escolha prende-se com a escassez

“Todo o excesso gera a sua escassez”

Ao vivermos numa sociedade consumista em que o excesso é a norma, tenderemos a ter sempre mais escassez. Por sua vez, existindo mais escassez teremos que fazer sempre mais e melhores escolhas.

Na abordagem actual não existe grande interesse pelo conhecimento da boa gestão pessoal como um princípio de consolidação das contas pessoais como uma base que possibilite uma melhor gestão dos recursos pessoais e desta forma minimizar problemas como o excesso de consumo e de endividamento das famílias.

A Escolha e o Custo de Oportunidade

A questão da escolha e do custo de oportunidade são conceitos fundamentais a sua boa aplicação na decisão dos agentes económicos individuais é uma forma que pode conduzir os agentes económicos a melhores resultados económicos.

Por exemplo todos os agentes económicos deveriam fazer um orçamento anual para melhor poderem analisar o rácio de receitas e despesas pessoais evitando desta forma muitos problemas associados a más práticas de gestão.

 

O que é a economia – Tudo é Economia

O que é a economia – Tudo é Economia

O que é a economia – Tudo é Economia

O que é a economia – Tudo é Economia

A economia como ciência trata da gestão das escolhas.

A economia tem como principal problema económico a escassez.

É por isso extremamente importante a questão da escolha.

É o estudo da eficiência da gestão dessas escolhas que é o objecto de estudo da economia.

São as nossas escolhas que geram os impactos directos em qualquer economia.

O custo das escolhas o custo de oportunidade

Todas as escolhas têm um custo que é na realidade as alternativas que deixamos de optar por uma determinada decisão de escolha.

É o fluxo gerado pelas escolhas, a decisão individual de cada consumidor que fornece o capital que alimenta os agentes económicos.

Deste modo, todas as nossas escolhas têm impacto nas questões económicas.

Por exemplo quando vamos comprar um presente de Natal se optarmos por um produto nacional estamos a contribuir para a produção nacional, por sua vez esta produção é responsável pela criação de emprego no nosso país o que implica criação de mais riqueza a nível interno. Se por outro lado, optarmos por comprar mais produtos importados, estamos de certa forma a realizar uma transferência de riqueza para outras nações beneficiando desta forma economias que não a economia portuguesa.

Desta forma sempre que puder opte por produtos nacionais.

Muitas das vezes o sucesso de uma economia não está apenas na produção de riqueza mas essencialmente no seu processo de redistribuição.

Vejamos o exemplo de uma economia que seja controlada por alguns monopólios que em certos sectores da economia controlam praticamente todo o valor produzido nesse caso a redistribuição dos rendimentos não chegará há maioria dos agentes económicos e inclusive em muitos casos essa riqueza será extraditada para outros países e não ficará na economia nacional.

Comércio Local:

A aposta no comércio local tem muitas vantagens:

  1. Cria emprego local;
  2. Tem um impacto em rede: Os vários agentes económicos locais têm tendência para ter uma circulação monetária diferentes dos grandes grupos económicos. Por exemplo: Um café de bairro tende a ter alguns dos seus fornecedores dentro da mesma cidade ou zona urbana, desta forma por exemplo se comprarmos um rissol é provável que este tenha sido vendido ao café por um fornecedor também ele local e desta maneira a circulação monetária é maior a nível local.
  3. Os próprios empresários consomem localmente distribuindo a riqueza produzida.
  4. A existência de redes locais de empresários associada às IT trabalhando em sinergia é uma das oportunidades para a continuidade do comércio local.

As IT trouxeram consigo a era das redes, nesta nova situação ou está a disposto a forma uma rede ou será absorvido por uma rede exterior.

Economia Glocal, redes locais associadas ao comércio global.

A globalização tornou-se inevitável a partir de finais do século XX, nesta época é uma certa irreversível na conjuntura actual. Perante este fenómeno estão -se a formar redes locais ligadas por sua vez a redes transaccionais formando assim a economia Glocal que tenderá a ser cada vez mais disseminada por todo o mundo.

 

Exercícios de Escolha Múltipla – Contabilidade Nacional

Exercícios de Escolha Múltipla – Contabilidade Nacional

Exercícios de Escolha Múltipla – Contabilidade Nacional

  1. Na contabilidade Nacional, permite quantificar a totalidade da produção de um determinado país. Esta afirmação é…
    1. verdadeira, porque a Contabilidade Nacional recorre a instrumentos de medida científicos e eficazes.
    2. falsa, porque as actividades económicas apresentam um carácter social que impossibilita a sua quantificação.
    3. verdadeira, porque as actividades económicas são regulamentadas e fiscalizadas pelo Estado.
    4. falsa, porque a Contabilidade Nacional não consegue quantificar correctamente a produção de certos tipos de actividades, como as destinadas ao auto consumo.
  2. A diferença entre Produto Nacional e Produto Interno corresponde ao valor…
    1. do Consumo de Capital Fixo
    2. dos Impostos Indirectos menos o dos Subsídios à Produção
    3. do Saldo dos Rendimentos com o Resto do Mundo.
    4. das Exportações menos o das Importações.
  3. Uma empresa de arquitectura francesa, instalada há 3 anos em Portugal, desenvolve projectos na área da construção de infra-estruturas. O valor produzido por essa empresa é contabilizado…
    1. no PIB francês;
    2. na Balança de Mercadorias portuguesa.
    3. no PIB português.
    4. na Balança de Mercadorias francesa.
  4. O somatório do consumo total com o investimento permite apurar…
    1. a Despesa Interna
    2. a Procura Interna
    3. a Despesa Nacional
    4. a Procura Global
  5. O Produto Interno Bruto…
    1. é calculado a custo factores;
    2. incorpora o saldo dos rendimentos do resto do mundo
    3. é calculado a preços de mercado;
    4. incorpora o valor das importações
  6. As exportações são uma componente da…
    1. Despesa Interna;
    2. Procura Interna;
    3. Balança de Transferências Correntes;
    4. Balança Financeira.
  7. O produto Interno, quando calcula a preços correntes,…
    1. revela o valor real da produção
    2. incorpora o valor da inflação
    3. revela a evolução das quantidades produzidas.
    4. incorpora o valor das importações.

Questões de revisão Contabilidade Nacional

Questões de revisão Contabilidade Nacional

Questões de revisão Contabilidade Nacional

Questões de revisão Contabilidade Nacional

  1. Questão 

De acordo com os seguintes dados:

PIBpm  781 876

Amortizações 36095

Impostos indirectos 97400

Subsídios à produção 30900

Saldo do rendimento do resto do mundo – 14 487

Calcule

Despesa Nacional

PNLcf

2 . Questão

Completa

Procura Interna = Consumo +                              +

Procura global =                            +

PNLpm = DN –

PNBpm = PIBpm +

3. Questão

Num país em que o salário mínimo é 600€ e o máximo é 4000€, qual é o leque salarial.

4. Questão

De acordo com a óptica do rendimento calcula o PIB de acordo com os dados:

Salários: 150000

Rendas: 12000

Juros: 340000

Lucros: 453000

 

 

 

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Conceitos fundamentais – Necessidades e consumo

Conceitos fundamentais – Necessidades e consumo

Bens económicos

Bens económicos

Bens económicos

Bens económicos

Os bens económicos são os que satisfazem as necessidades quando estiverem acessíveis e como são escassos implicam um preço para a sua utilização uma vez que são bens raros.

Classificação dos bens económicos

Os bens económicos podem ser classificados quanto à sua natureza, função, duração ou relações que estabelecem entre si.

Os bens económicos são aqueles que se adequam às nossas necessidade mas pelo facto de serem escassos implicam o pagamento de um valor para a sua aquisição.

Os bens livres pelo contrário dada a sua abundância, não implicam qualquer custo,

Quanto à natureza

Bens materiais: São todos os objetos tangíveis, isto é, que assumem uma forma física, como um carro, um computador ou uma bicicleta.

Bens imateriais ou serviços: São aqueles que são prestados através do trabalho e que não assumem a forma material, como, por exemplo, uma consulta de um dentista ou a ida a um fisioterapeuta.

Quanto à sua função

Bens de produção: São os bens que se incorporam no processo de fabrico de outros, sendo considerados de consumo intermédio, por exemplo, o couro para fazer calçado.

Bens de consumo, são bens que se destinam à satisfação das necessidades dos consumidores.

Quanto à duração:

Bens duradouros são aqueles em que a sua utilidade não se extingue após uma utilização, Por exemplo um automóvel.

Bens não duradouros são aqueles cuja utilidade é extinta numa única utilização. Por exemplo: um bolo.

Quanto à sua relação:

Bens complementares são bens que não podem ser dissociados um do outro, por exemplo: Isqueiro e o cigarro;

Bens substituíveis: são bens que satisfazem as mesmas necessidades daí podem ser substituídos um pelo outro.

Bens inferiores e bens superiores

 

Necessidades:

Necessidades económicas

A satisfação das necessidades constitui, a finalidade da atividade económica.

Necessidade económica pode ser definida como um estado psicológico de insatisfação, consciente da existência e acessibilidade de um meio adequado a fazer cessar esse estado e orientado para a obtenção desse meio.

O conceito de necessidade económica integra quatro elementos:

1 – insatisfação psicológica;

2 – conhecimento da existência de um meio suscetível de fazê-la cessar;

3 – acessibilidade desse meio;

4 – determinação de possui-lo

As necessidades são:

1- Extensíveis;

2 – Ilimitadas;

3 – Desiguais;

4- Saciáveis;

5 – Normalmente substituíveis;

As necessidades económicas podem ser classificadas em:

1 – necessidades essenciais (ou primárias) e necessidades secundárias;

2 – necessidades individuais e necessidades coletivas.

Necessidades coletivas são relacionadas com o nosso âmbito social somo por exemplo: segurança, educação, saúde, etc.

Características das necessidades

 

Classificação das necessidades

Necessidade definição

Uma necessidade é um sentimento de carência que resulta da privação de um bem ou serviço de que precisamos. O mal- estar gerado pela ausência desses bens e serviços pode ser suprimido através do consumo. Existem várias caraterísticas das necessidades que vamos especificar:

Multiplicidade: as necessidades existem em grande nº e são infinitas, pois estão constantemente a aparecer novas necessidades após outras serem satisfeitas, como é o caso da fome ou da sede. Por outro lado, o constante progresso tecnológico facilita o desenvolvimento de novos produtos e o aperfeiçoamento dos já existentes contribuindo para o aparecimento de novas necessidades.

Hierarquização: as necessidades podem ser ordenadas de acordo com a intensidade com que são sentidas, devendo satisfazer-se umas primeiro que as outras.

Saciabilidade: a intensidade com que se sentem as necessidades vai diminuindo à medida que estas se vão satisfazendo, acabando eventualmente por desaparecer. Se, por exemplo, quando sentimos fome, formos comendo alguns alimentos, esta vai-se reduzindo até ao momento em que ficamos completamente satisfeitos.

Substituibilidade: esta característica está relacionada com a possibilidade de existir mais do que um bem capaz de satisfazer a mesma necessidade, substituindo um pelo outro. Assim, é possível acabar com a sede bebendo um copo de água ou um refrigerante, por exemplo.

Consumo – noção

Definição de Consumo

Consumo: é o ato de utilizar um bem ou serviço com vista à satisfação de necessidades.

  • Consumo – ato económico
  • O consumo representa um ato económico porque para satisfazermos determinadas necessidades em vez de outras e ao decidirmos consumir certos bens e serviços, estamos a efetuar escolhas com implicações em toda a economia.
  • Ato Económico: comportamento relativo às funções estudadas pela ciência económica – produção, consumo, acumulação, repartição de rendimentos, etc.
  • relacionado com custo de oportunidade
  • Consumo – ato social
  • Ato social: ao consumirmos estamos a dar origem a consequências que podem ser benéficas ou prejudiciais para nós, mas também para a atividade coletiva mais próxima ou para o Mundo.

O consumo implica a atividade humana para o satisfazer. O consumo está diretamente relacionado com a produção. Porque o fim destinado à produção é o consumo.

Diferentes Tipos de Consumo

Diferentes Tipos de Consumo

Diferentes Tipos de Consumo

 

Consumo Privado – Consumo efetuado pelas famílias, que utilizam o seu rendimento que obtêm na atividade produtiva, na compra de bens e serviços que precisam para satisfazer as suas necessidades (alimentação, vestuário, habitação, divertimentos, etc.)

 

Consumo Público – Consumo efetuado pelo Estado, cujos valores são inferiores ao privado e caracterizam-se necessários à sua atividade

Consumo Intermédio e consumo final

Consumo Intermédio – quando os bens e serviços são utilizados para produzir outros bens e serviços, desaparecendo no processo produtivo, ocorrendo:

– quer pela incorporação desses bens nos produtos acabados (farinha no fabrico de pão)

– quer pela destruição desses bens no processo de produção (eletricidade no fabrico de pão)

 

Consumo Final – quando um bem ou serviço permite a satisfação direta e imediata das necessidades. (usar umas calças, beber um refrigerante, assistir um espetáculo)

 

Consumo individual – consumo que satisfaz as necessidades sentidas individualmente

 

Consumo Coletivo – Consumo de casos em que não se pode individualizar o consumidor, identificá-lo e obrigá-lo a pagar (educação, justiça)

 

 

Consumo e atividade económica

 

O consumo é fundamental para o desenvolvimento da atividade económica de qualquer sociedade. A produção só pode ser sustentada se for escoada, ou seja, se for vendida e consumida.

 

Assim a renovação da atividade produtiva depende do dinamismo do consumo. O consumidor é de facto o motor de qualquer economia.

Ver também:

Consumismo versus consumerismo

Sociedade de consumo

Consumo quanto à abrangência

Consumo quanto à natureza do agente

Sociedade de consumo e poupança

Exercícios de exame – consumo

Padrões de consumo

Padrões de Consumo

Fatores económicos

  • Rendimento;
  • Nível de preços;
  • Inovação tecnológica;

Fatores extra-económicos

  • Moda;
  • Tradição;
  • Publicidade;
  • Modos de vida;
  • Estrutura etária;

Fatores económicos rendimento:

O consumo é influenciado pelo nível de rendimento. Quando os rendimentos aumentam existe uma tendência natural para o aumento do consumo.

De acordo com a Lei de Engel, esse aumento não é igual para todos os tipos de rendimento. Os rendimentos mais baixos têm uma tendência natural para aumentarem o consumo.

A Lei de Engel indica que quanto maior for o rendimento de uma família, menor é a proporção dos seus gastos em bens elementares.

Um aumento de 200€ num agregado familiar com um rendimento baixo vai ser praticamente canalizado para consumo.

Um aumento de 200€ num agregado familiar numa família abastada não tenderá a ser logo para consumo, podem poupar.

Estrutura de consumo:

Representa a forma como as famílias distribuem a sua classe de despesas. É a proporção que cabe a cada tipo de despesa específica.

Exemplo:

Família Guedes tem um orçamento mensal de 2500,00€

Habitação: 600,00€

Transportes: 300,00€

Alimentação: 400,00€

Roupa: 200,00€

Educação: 300,00€

Saúde: 100,00€

Outros casa: 200,00€

Compras casa: 300,00€

Poupança: 100,00€

Coeficiente orçamental é o peso que um determinado valor da despesa tem no orçamento:

Coeficiente = (valor da classe da despesa/total das despesas)X100

Coefiente da alimentação = 400/2500 X100 = 40000/2500 = 16% da despesa é para alimentação

Nível de preços:

O nível de preços influencia o consumo. No caso dos bens normais existe uma relação inversa entre o preço e a procura.

Quando um preço de um bem baixa levando ao aumento da sua procura normalmente os bens complementares também aumentam a sua procura.

Por exemplo a baixa do preço de um modelo de carros gera aumento na procura por influencia também vai existir aumento no consumo de gasolina. Outro exemplo também vão aumentar a procurar de seguros para automóvel.

Inovação tecnológica: Vai criar a necessidade de ter novos bens e serviços mais recentes. Como por exemplo um telemóvel mais recente.

O ritmo das inovações está cada vez mais acelerado também devido à existência da procura associada a este fato.

Fatores extra-económicos

Moda: Vai valorizar um produto ou serviço e estimular a sua procura. Por exemplo se estiver na moda comprar chapéus azuis porque um atleta o usa. A sua procura vai subir.

Isto funciona no vestuário, na industria automóvel.

Tradição: Certos fatos que ocorrem dependem da época festiva. Por exemplo o Natal a Páscoa. Existe um aumento de consumo de acordo com a época.

Publicidade: As técnicas de venda e de publicidade estimulam o consumo. através da percepção que nos transmite o anúncio. Normalização dos hábitos de consumo através da globalização.

Modos de vida: O consumo também é influenciado pelo estatuto social de uma família ou do meio onde se insere.

De acordo com o código comportamental, ou meio sociocultural.

Existe o chamado efeito demonstração: é a exteriorização da riqueza.  Por exemplo a compra de carros luxuosos para demonstrar poder de compra.

Estrutura etária dos agregados familiares

A idade do consumidor define em parte o seu padrão de consumo. Os jovens tendem a comprar mais bens relacionados com a inovação e a moda.

Os mais velhos tendem a ter um consumo mais moderado sem tanta atenção à moda.

 

Efeito rendimento e Efeito substituição

 

O papel da tradição no consumo

 

Efeito demonstração

 

Sociedade de consumo

Sociedade de consumo e a poupança

A sociedade consumista tem um impacto negativos nos níveis de poupança.

O consumismo das famílias, faz com que o rendimento disponível seja maioritariamente gasto em despesas de consumo diminuindo desta forma os níveis de poupança.

Sociedade de consumo e a poupança

Sociedade de consumo e a poupança

 

 

Responsabilidade social dos consumidores

 

A defesa dos consumidores em Portugal e na União Europeia

Lei da defesa do consumidor, é o consumidor o destinatário de bens, da prestação de serviços ou da transmissão de direitos a uso não profissional,

Principais direitos que um consumidor tem:

Direito à qualidade dos bens e serviços;

Direito à proteção da saúde e segurança física

Direito à formação e educação para o consumo;

Direito à proteção dos interesses económicos;

Direito a prevenção e reparação de danos;

Direito à proteção jurídica e a uma justiça acessível e pronta;

Direito à participação, por via administrativa, na definição legal ou administrativa dos seus direitos e interesses.

A União Europeia, defende os interesses dos consumidores, independentemente do Estado-Membro

10 príncipios básicos:

  1. Compre onde quiser, onde quiser;
  2. Se não funciona, devolva;
  3. Elevadas normas de segurança para géneros alimentícios e outros bens de consumo;
  4. Saiba o que come;
  5.  Os contratos devem ser justos para os consumidores
  6. Facilitar a comparação de preços
  7. Os consumidores não devem ser induzidos em erro
  8. Proteção durante as férias;
  9. Vias de reparação eficazes em caso de lítigios transfronteiriços
  10. Elevadas normas de segurança para géneros alimentícios e outros bens de consumo.

Exercícios Exame – Consumo

O ano de 2004 caraterizou-se pela recuperação da economia portuguesa. O consumo privado, em 2004, aumentou 2,3%, em termos reais, destacando-se, como é habitual em fases de retoma, um forte incremento das despesas em bens de consumo duradouros. Esta recuperação do consumo privado está associada a um clima de maior confiança e a um aumento do rendimento disponível dos particulares. Com efeito, o ligeiro aumento do emprego total e dos salários reais bem como a continuação do forte crescimento das prestações sociais superam os aumentos dos impostos e das contribuições suportadas pelos particulares.

Após dois anos de contração, também o investimento em capital fixo registou um crescimento real de 1,3% em 2004.

Assim, invertendo a tendência dos últimos dois anos, a procura interna registou um contributo positivo para o crescimento do PIB a preços de mercado, enquanto as exportações líquidas de importações apresentaream um contributo negativo que, contudo, não impediu o crescimento do PIB em 1%, em termos reaus.

Direcção -Geral de Estudos e Previsão, Ministério das Finanças, A Evolução da Economia Portuguesa em 2004,

Lisboa, Março de 2005, nº 214 (adaptado)

  1. Justifique «a recuperação da economia portuguesa», em 2004, tendo em conta os contributos de cada uma das componentes da Despesa Interna referidas no texto.
  2.  Apresente as razões que, de acordo com o texto, justificam «o aumento do rendimento disponivel dos particulares» em 2004.
  3. Um outro fator económico que influencia o consumo, para além do rendimento, é a inovação tecnológica. Explique de que forma a inovação tecnológica pode influenciar o consumo.
  4. O consumo tem sido incentivado com a abertura de novos espaços comerciais, como as grandes superficies. Caraterize o circuito de distribuição normalmente associado a este tipo de comércio.

Exercícios Exame Aspectos fundamentais da actividade Económica

Exercícios Exame Aspectos fundamentais da actividade Económica

Exercícios Exame Aspectos fundamentais da actividade Económica

  1. Consumismo e consumerismo são conceitos diferentes. Podemos associar o consumerismo
    1. às práticas que tornam os consumidores dependentes  da publicidade
    2. aos movimentos e organizações de defesa dos consumidores
    3. aos comportamentos impulsivos e irracionais dos consumidores atuais
    4. às medidas promotoras do consumo em massa
  2. Em 2014, num dado país, as famílias efetuaram uma poupança de 10% do seu rendimento disponível médio. No mesmo período, as famílias apresentaram como coeficientes orçamentais das despesas em alimentação e em transportes, respetivamente, 30% e 15%. Nestas condições, em 2014, por cada 100 euros do seu rendimento disponível as famílias despenderam, em média.
    1. 30 euros em alimentação e 13,5 euros em transportes.
    2. 30 euros em alimentação e 15 euros em transportes.
    3. 27 euros em alimentação e 15 euros em transportes.
    4. 27 euros em alimentação e 13,5 euros em transportes.
  3. O facto de as necessidades humanas serem ilimitadas e de os recursos aptos a satisfazê-las serem escassos expressa…
    1. o custo de oportunidade.
    2. o problema económico.
    3. A Lei de Engel.
    4. a racionalidade económica.
    5. A Economia é a ciência que estuda as escolhas entre utilizações alternativas dos recursos. Essas escolhas decorrem do facto de…
      1. os bens serem livres.
      2. o Homem ter liberdade de decisão.
      3. os bens serem escassos.
      4. o Homem ter necessidades primárias.
  4. É consumo intermédio
    1. a utilização de um tear para fazer um tecido;
    2. a utilização de leite para fazer iogurtes;
    3. a utilização de compota para barrar o pão.
  5. Em Economia, o custo de oportunidade é um conceito que:
    1. traduz o sacrifício que temos que fazer quando escolhemos entre dois ou mais recursos;
    2. é exclusivo dos consumidores;
    3. está na base de todo o ato que envolve tempo e meios escassos para atingir uma dada finalidade e que obrigue a escolhas
    4. Se refere aos sacrifícios impostos pela escassez de estados de insatisfação.
  6. Uma das caraterísticas da «sociedade de consumo» é que nela
    1. se verifica o fenómeno do consumo de massas;
    2. o consumo público é superior ao consumo privado
    3. a moeda perde, gradualmente, importância;
    4. se constata a negação da Lei de Engel
  7. De uma forma simplificada, pode afirmar-se que o objeto de estudo da ciência económica é o problema…
    1. da escolha num contexto de escassez de recursos
    2. do crescimento demográfico nos países em desenvolvimento
    3. da evolução tecnológica no contexto da mundialização
    4. do desequilibro ambiental nos países desenvolvidos
  8. O uso de tonner da fotocopiadora da Escola Secundária da Fonte constitui um consumo…
    1. público e intermédio
    2. público e final
    3. colectivo e privado
    4. colectivo e final
  9. O valor de uso de um bem depende…
    1. das carateristicas físicas do bem;
    2. da apreciação que o consumidor dele faça
    3. da sua escassez
  10. As necessidades que se classificam quanto à abrangência como colectivas são…
    1. as necessidades que não implicam qualquer dispêndio, para os bens que as satisfazem existem em quantidade suficiente
    2. as necessidades que se consideram supérfluas e que normalmente estão associadas ao consumo de bens de luxo
    3. aquelas que resultam da vida em sociedade e que são sentidas em conjunto por todos os indivíduos
    4. as necessidades relacionadas com a individualidade das pessoas, com os seus gostos ou interesses particulares
  11. A sociedade de consumo caracteriza-se….
    1. pela forma racional com que os bens de consumo são utilizados
    2. pela forma abundante com que os bens duradouros são colocados à disposição de todos os consumidores
    3. pela existência de movimentos de pessoas cujo objectivo é promover o consumo sustentável de bens
    4. pela existência de leis que consagram os direitos dos produtores de bens de consumo.
  12. Um dos factores de natureza económica que exercem influência direta sobre o consumo em Portugal é…
    1. a produtividade do país;
    2. a inflação internacional
    3. o rendimento dos portugueses
    4. a dívida pública
  13. A caracteristica das necessidades que deriva da sua existência em grande número, de serem infinitas, e de, na maioria das vezes, poderem reaparecer passado algum tempo, denomina-se…
    1. multiplicidade
    2. abrangência
    3. interconetividade
    4. saciabilidade
  14. Quando se hierarquizam as necessidades e se opta pela satisfação de uma, as que são sacrificadas representam uma perda, denominada….
    1. custo operacional
    2. custo de mercado
    3. custo indireto
    4. custo de oportunidade
  15. A Lei de Engel relaciona…
    1. A despesa total das famílias com o rendimento do país
    2. O rendimento das famílias com a satisfação das suas necessidades
    3. A despesa total das famílias com a satisfação das suas necessidades;
    4. O rendimento das famílias com as suas estruturas de consumo.
  16. Os bens complementares….
    1. são os bens substituíveis
    2. são aqueles que são usados em conjunto no cumprimento das suas funções
    3. são os bens que cumprem a mesma função podendo ser substituídos uns pelos outros
    4. são os bens que podem ser utilizados mais do que uma vez na satisfação das necessidades
  17. Na lei de Engel….
    1. quando os rendimentos diminuem, aumentam as despesas com bens essenciais
    2. quando os rendimentos aumentam, aumenta a proporção das despesas com bens essenciais
    3. quando os rendimentos diminuem, diminui a proporção das despesas com bens essenciais
    4. quando os rendimentos aumentam, diminui a proporção das despesas com bens essenciais
  18. Uma das consequências do consumismo é …
    1. A preservação dos recursos naturais;
    2. o aumento da taxa de atividade;
    3. a diminuição do rendimento pessoal;
    4. o endividamento das Famílias;
  19.  São atividades económicas…
    1. a Produção, a Distribuição e o Desemprego.
    2. as Famílias, as Empresas e o Estado.
    3. a Produção, a Distribuição e o Consumo.
    4. as famílias, as Empresas e as Instituições Financeiras.
  20. A ciência económica tem como objeto de estudo
    1. Os fenómenos específicos dos seres humanos e das interacções que entre eles se estabelecem;
    2. as realidades social e natural
    3. o conjunto de fenómenos que se produzem e reproduzem no interior de uma sociedade
    4. a ótima gestão dos recursos escassos de forma a maximizar o bem-estar de uma sociedade.
  21.  Em Economia, a utilização de rendimentos é a atividade económica que integra
    1. o consumo e a produção.
    2. o consumo e a poupança.
    3. a distribuição e a produção.
    4. a distribuição e a poupança.
  22. O problema da escassez resulta do fato de…
    1. As necessidades serem limitadas no tempo e os bens disponíveis serem ilimitados no espaço;
    2. As necessidades serem ilimitadas e os recursos e os recursos disponíveis serem escassos;
    3. As necessidades serem escassas, bem como os recursos disponíveis
    4. As necessidades serem ilimitadas, bem como os recursos disponíveis
  23. A responsabilidade social do consumidor, traduz-se…
    1. No reconhecimento, por parte da sociedade, dos direitos fundamentais dos consumidores;
    2. Num conjunto de deveres sociais como o da consciência critica, o da consciência do meio ambiente e o de solidariedade, no sentido da defesa comum dos consumidores, entre outros;
    3. Na participação, nomeadamente nos órgãos consultivos do Governo, na definição da política de consumo.
  24. É um exemplo de um recurso natural renovável
    1. o petróleo utilizado na produção de gasolina
    2. o trabalho humano utilizado na produção de bens
    3. a força do vento utilizada na produção de eletricidade
    4. a farinha utilizada na produção de pão.
  25. As necessidades que exigem algum dispêndio designam-se….
    1. económicas
    2. sociais
    3. coletivas
    4. primárias
  26. O Consumo intitula-se intermédio quando….
    1. os bens consumidos já se encontram totalmente transformados
    2. incide sobre bens essenciais
    3. os bens ainda vão ser objeto de transformações
    4. incide sobre bens não essenciais
  27. A utilização de papel e de tinta pela impressora dos serviços administrativos da empresa «Bom Dia», propriedade de dois amigos, constitui um consumo
    1. intermédio e privado
    2. final e público
    3. final e privado
    4. intermédio e público
  28. No âmbito da sua responsabilidade social, compete ao consumidor
    1. utilizar produtos com dupla embalagem
    2. aplicar a poupança em bens secundários
    3. preferir produtos reciclados e recicláveis
    4. incentivar o consumo de bens descartáveis
  29. Os bens sucedâneos são…
    1. Os bens que satisfazem a mesma necessidade;
    2. Os bens que são utilizados em conjunto na satisfação de uma necessidade;
    3. Os bens utilizados na transformação de outros bens;
    4. Os bens relacionados com a prestação de serviços
  30. A sociedade de consumo caracteriza-se…
    1. pela grande variedade de marcas de produtos
    2. pela produção de bens susceptíveis de satisfazerem as necessidades
    3. pela abundância e variedade de bens e serviços colocados à disposição dos consumidores
    4. pelos comportamentos responsáveis dos consumidores.
  31. Consideram-se características das necessidades….
    1. a substituibilidade e a racionalidade
    2. a susceptibilidade e a escassez
    3. a abundância e a variedade
    4. a saciabilidade e a multiplicidade
  32. A utilização de algodão, por uma fábrica, para produzir pijamas, classifica-se como um…
    1. consumo final
    2. consumo intermédio
    3. bem de produção
    4. bem de consumo
  33. O custo do bem A não se traduz apenas no seu preço, mas também nos benefícios a que é necessário renunciar para o obter. Então, dizemos que o custo de abandonar a melhor das alternativas para obter o bem A traduz o
    1. custo de oportunidade
    2. custo marginal
    3. custo de substituição
    4. custo médio
  34. No âmbito do consumerismo, os cidadãos enquanto consumidores gozam, nomeadamente, do direito
    1. a um salário justo
    2. à qualidade dos bens e serviços
    3. a um consumo elevado
    4. à qualidade do emprego e da formação
  35. O uso pelo João de uma camisa que comprou recentemente constitui um consumo
    1. colectivo
    2. individual
    3. público
    4. intermédio
  36.  Em economia é necessário fazer escolhas porque ….
    1. se deve poupar
    2. os recursos são escassos
    3. nem todos os bens têm as mesmas características
    4. os recursos são dispendiosos
  37. A acção dos grupos que promovem a defesa dos interesses dos consumidores define-se por…
    1. consumismo
    2. consumerismo
    3. consumo ético
    4. sociedade de consumo
  38. O custo de oportunidade...
    1. representa o total dos encargos suportados com um negócio
    2. corresponde ao valor que os consumidores estão dispostos a pagar por um bem material
    3. mede-se através da melhor alternativa que foi sacrificada quando se efectuou uma escolha
    4. calcula-se em função dos rendimentos gerados no acto produtivo
  39. As necessidades e os bens têm diferentes classificações. Assim, o ar atmosférico…
    1. é um bem económico e satisfaz uma necessidade primária
    2. é um bem duradouro
    3. nenhuma das hipóteses é correta
  40. As entidades que exercem, como função principal, a produção mercantil de serviços de reparação de equipamentos informáticos são integradas no agente económico.
    1. administrações públicas.
    2. instituições sem fim lucrativo ao serviço das famílias.
    3. empresas não financeiras.
    4. empresas financeiras prestadoras de serviços.
  41.  Os comportamentos consumistas podem ter como consequência…
    1. uma desigual repartição do rendimento
    2. o endividamento das famílias
    3. a alteração da Lei de Engel.
    4. um menor consumo de bens intermédios.
  42. Designa-se coeficiente orçamental
    1. a percentagem de dívidas cobertas pelas receitas
    2. o peso de cada rubrica de despesa no total do orçamento de uma família
    3. a percentagem do défice orçamental
    4. o total das despesas consagradas às necessidades primárias

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