Despesas e receitas públicas

Despesas e receitas públicas

Despesas e receitas públicas

Despesas e receitas públicas

Despesas públicas: são os gastos efetuados pelo Estado durante um período económico (normalmente um ano).

Correntes: são aquelas que garantem o normal funcionamento da Administração Pública (vencimentos dos funcionários públicos, bens de consumo utilizados pela Administração Pública);

Capital – são aquelas que se relacionam com o aumento da capacidade produtiva do país (construção de estradas, escolas, pontes, etc).

Receitas públicas: são os recursos obtidos pelo Estado que permitem suportar os encargos com as despesas públicas. Podem ser:

1 – Patrimoniais ou voluntárias- são as verbas recebidas pela exploração, arrendamento ou alienação de bens imóveis;

2 – Tributárias ou coercivas – são as  que dizem respeitos impostos, taxas e contribuições que o Estado cobra aos cidadãos;

3 – Creditícias – são verbas que são obtidas quando é necessário recorrer a financiamento para cobrir as despesas públicas (certificados de aforro, empréstimos de bancos).

Receitas correntes e de capital

Receitas correntes – são receitas comuns que são os impostos, taxas e outras contribuições pagas pelos cidadãos.

Receitas de capital – venda de património, bens da capital, aplicação de poupança, obtenção de empréstimos.

 

Fundos Comunitários

Fundos Comunitários

Fundos de Coesão Económica e Social

São fundos comunitários que visam uma aproximação entre os países menos desenvolvidos e os mais desenvolvidos da União Europeia.

Temos por exemplo o FEDER e o FSE

Fundos Estruturais revertem a favor da criação de infraestruturas, pontes, estradas, etc.

Temos os fundos estruturais como o FEOGA com apoio do Banco Europeu e mecanismos financeiros.

Métodos de distribuição

Métodos de distribuição

Métodos de distribuição

Métodos de distribuição

O método de distribuição é comum às várias modalidades de comércio, todas elas têm o comprador e o vendedor e estão em contacto, estão em contacto, encontram-se no mesmo espaço físico. Trata-se de uma venda direta.

Contudo existem situações onde esse contacto não ocorre, Venda indireta.

Venda automática, efetuada por máquinas, como, por exemplo na venda de bilhetes selos, etc.

Venda à distância por telefone ou por catálogo, onde os consumidores selecionam os produtos que, posteriormente, lhes são enviados pelo correio.

No comércio eletrónico, método mais recente, em que os compradores escolhem os produtos através da Internet,

 

Exportações e Importações

Exportações e Importações

Exportações e Importações

Exportações e Importações

Exportações

Bens e serviços produzidos internamente e transacionados em mercados externos.

Principais determinantes:

Nível de atividade económica dos países que recebem as exportações (países importadores destes bens e serviços);

Competitividade: maior ou menor capacidade de concorrerem com os bens e serviços produzidos nesse país ou que para ele podem ser exportados por outros países.

Importações

Bens e serviços produzidos no exterior e transacionados internamente.

Principais determinantes:

Nível de atividade económica do país (nível de produto/rendimento);

Competitividade dos produtos internacionais no nosso mercado interno.

 

 

Diferentes tipos de impostos

Diferentes tipos de impostos

Diferentes tipos de impostos

Diferentes tipos de impostos

A existência de impostos numa economia está ligada, entre outras razões, à necessidade de o Estado se financiar por forma a poder pagar as despesas públicas, designadamente a saúdem a educação, a defesa, as infra- estruturas, etc.

Neste contexto, os impostos consistem em coletar com carácter de obrigatoriedade e sem contrapartida imediata que revertem a favor do Estado.

Impostos Diretos

São os impostos que incidem sobre os rendimentos do capital e do trabalho, os ganhos de capital e outras fontes de rendimento, bem como impostos que incidem sobre os ativos financeiros e sobre o valor líquido ou total do património dos agentes residentes. Exemplos: imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS), Imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC).

Impostos indiretos

Os impostos indiretos incidem sobre a produção, a venda, a compra ou a utilização de bens e serviços. Exemplos: Imposto sobre o valor acrescentado (IVA) e impostos especiais sobre o consumo – Imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP), imposto sobre veículos (IV), Impostos sobre o Tabaco (IT), Impostos sobre o álcool e as bebidas alcoólicas (IABA).

Quanto à incidência redistributiva

Progressivos

Impostos progressivos correspondem aos imposto diretos, ou seja, incidem diretamente sobre o rendimento. Por ex: o IRC.

Proporcionais

O imposto é considerado proporcional quando implica a tributação na mesma percentagem efetiva a todos os contribuintes, independentemente do seu nível de rendimento.

Ex: contribuições para a segurança social

Regressivos

São imposto que implicam que com o aumento do rendimento a taxa a aplicar será cada vez menor.

Os princípios que estão na base da cobrança de impostos são de várias ordens e podem dividir-se em 3 tipos fundamentais:

1 – O princípio do benefício, segundo este princípio a tributação das pessoas deve ser feita de acordo com os benefícios que retiram das ações do Estado.

2 – O princípio da capacidade de pagamento, segundo a qual a carga fiscal deve ser imposta de acordo com a capacidade das pessoas a suportarem.

3 – o princípio utilitário, segundo o qual a cobrança de impostos deve ser distribuída pela sociedade de tal modo que permita a maximização do bem estar social.

 

 

 

 

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A Taxa de inflação

A taxa de inflação é um indicador que mede, em termos percentuais, a variação dos preços entre dois momentos de tempo,  calcula-se a partir do IPC ou do IHPC.

Taxa de inflação do ano X = IPC(ano 2) – IPC (ano 1) / IPC (ano 1) X100

A taxa de inflação de um determinado ano resulta do rácio entre a diferença dos IPC desse ano e do anterior e o IC deste último, rácio esse que depois é multiplicado por 100.

Diferentes taxas de inflação

inflação homóloga: mede a variação dos preços entre o mesmo mês de dois anos consecutivos, por exemplo, entre Fevereiro de 2004 e Fevereiro de 2005.

inflação média: mede a variação dos preços ao longo dos 12 meses de um ano e do ano seguinte ( é calculada com base em várias observações estatísticas)

inflação mensal, mede a variação dos preços entre dois meses consecutivos.

 

Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Concorrência monopolística e concorrência perfeita

Existem mercados que embora tenham um grande nº de vendedores, existe um deles que suscita a preferência dos consumidores relacionada com uma marca, pela novidade ou a apresentação do produto, etc. A este tipo de mercado chamamos concorrência monopolística.

Em concorrência monopolística os bens não são homogéneos.

É uma situação de concorrência imperfeita, porque tem alguma influência sobre o preço.

O mercado de concorrência perfeita caracteriza-se pelo grande nº de compradores e vendedores e pela liberdade de atuação, não sendo objeto de qualquer regulação.

O modelo de concorrência pura ou perfeita é definida pelas seguintes características:

Atomicidade: compradores e vendedores são em grande nº e de pequena dimensão. Nenhum dos compradores ou vendedores tem qualquer influência no mercado nem na atuação dos outros.

Homogeneidade do produto: o produto transacionado terá que apresentar as mesmas qualidades físicas. O bem produzido por cada um dos produtores é exatamente igual, sendo substituíveis.

Livre entrada no mercado: não existe qualquer barreira que impeça novos compradores ou novos vendedores de entrarem no mercado.

transparência do mercado: todos os intervenientes devem estar devidamente informados, isto é, todos têm acesso às informações sobre os preços praticados e a qualidade dos bens.

Mobilidade dos fatores de produção: os fatores de produção devem poder deslocar-se de uma produções para outras, procurando as produções que dão maior remuneração.

 

 

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

Consumo público e consumo privado

O consumo público é o que é realizado pelas administrações públicas, genericamente designadas por Estado.

O consumo privado é o que é realizado pelas famílias.

A análise da parte respetiva destes dois tipos de consumo constitui um índice muito significativo do papel desempenha pelo Estado numa economia.

 

Consumo final e consumo intermédio

Consumo final e consumo intermédio

O consumo final representa a utilização de bens ou serviços diretamente para a satisfação de uma necessidade individual ou coletiva.

Por exemplo: comer um Hambúrguer.

Consumo final e consumo intermédio

Consumo final e consumo intermédio

O consumo intermédio é constituído pelos bens ou serviços utilizados no processo de fabrico e transformados ou destruídos no decurso desse processo.

Por exemplo: fiar o algodão que irá ser utilizado no fabrico de uma camisola ou a fatia de carne que servirá para fazer um hambúrguer.  É  considerado um bem de produção ou um consumo intermédio.

Utilizam-se consumos intermédios no processo produtivo dos bens, quer esses bens se destinem ao consumo final, quer a produção de outros bens.

 

População inativa

População inativa

População inativa

População inativa

A população inativa é constituída por todos os indivíduos com idades inferiores a 16 anos, todos os reformados e todos os que, tendo idade superior a 16 anos e não estejam reformados, não possuam capacidade para o exercício de uma atividade remunerada: deficientes, inválidos, estudantes com mais de 16 anos e donas de casa,

A idade a partir da qual se pode entrar no mercado do trabalho e a idade máxima para um trabalhador se reformar variam de país para país, estando relacionadas com o grau de desenvolvimento de cada país.